Através do Lona na Lua, Secretaria de Educação de Tanguá forneceu merenda nas férias para cerca de 800 alunos

Do dia 18 ao dia 31 de julho, quase 800 crianças e adolescentes, alunos das escolas de Tanguá que estavam em férias, não deixaram de se alimentar graças as doações feitas ao projeto Lona na Lua. A entidade social fez uma campanha de arrecadação de alimentos, que resultou em mais de duas toneladas de comida doadas a Secretaria de Educação de Tanguá.

O órgão distribuiu os alimentos para sete polos espalhados pela cidade, Creche Municipal Ozíris Rodrigues da Silva; e as Escolas Municipais Dearina Silva Machado, Ernestina Ferreira Muniz, Ipitangas, Manoel João Gonçalves, Zuquerina Rios e Padre Thomas Pieters.

“Eu quero agradecer. Agradecer à Secretaria de Educação de Tanguá pela forma como abraçou essa iniciativa. Encontrei funcionários das escolas felizes. Merendeiras satisfeitas por poderem acolher as crianças no período de férias escolares. Agradecer aos doadores, que entenderam a importância da ação para essas famílias assistidas”, disse o diretor e fundador do Lona na Lua, Zeca Novais.

Assim como Zeca, o secretário de Educação de Tanguá, Luciano Lúcio Natalino, também exaltou o trabalho das merendeiras. “Agradeço por que trabalharam com muita alegria. A importância delas nesse momento de dificuldade foi grande. Também agradeço a Secretaria de Esporte, que também nos ajudou com a colônia de férias para as crianças”, disse.

Ajuda

A parceria parece ter chegado em boa hora, pois Tanguá tem a segunda pior renda per capita do estado. Segundo Luciano, alguns pedidos, assim que o projeto foi anunciado, lhe surpreendeu.

“Estamos em uma situação complexa, isso é nacional, mas Tanguá é a segunda pior renda per capita do estado do Rio de Janeiro. Me surpreendeu muito quando a gente anunciou a parceria com o Lona, à procura das famílias, inclusive em algumas situações, as famílias perguntaram se poderiam não só o aluno, mas as próprias famílias, se alimentarem. Isso é algo que acende a luz amarela. A gente faz um trabalho muito importante em Tanguá, mas ficou claro que o olhar a isso precisa ser de lupa”, ponderou o secretário.

 

Lívia Louzada