Olimpíada de Tóquio-2020 deve debater neste sábado presença de público estrangeiro

Os organizadores da Olimpíada de Tóquio se reunirão com autoridades do governo japonês no sábado (20), disse o comitê organizador local, e um debate sobre a presença de espectadores estrangeiros deve estar na pauta.

A reunião agendada para as 18h (horário de Brasília) será realizada pelo comitê organizador da Tóquio-2020, o Comitê Olímpico Internacional, o Comitê Paralímpico Internacional, o governo metropolitano de Tóquio e o governo central do Japão, informou a Tóquio-2020 em um comunicado nesta sexta-feira (19).

A presidente da Tóquio-2020, Seiko Hashimoto, e o executivo-chefe, Toshiro Muto, farão uma coletiva de imprensa após a reunião.

Os organizadores terão decisões difíceis a tomar no que diz respeito à entrada de torcedores estrangeiros no país e a quantos espectadores permitir nos locais de competição enquanto elaboram protocolos de saúde para sediarem Jogos seguros durante a pandemia de covid-19.

O governo japonês concluiu que receber torcedores do exterior não seria possível, dadas as preocupações públicas com o coronavírus e a detecção de variantes mais contagiosas em muitos países, disseram duas fontes à Reuters no início deste mês.

As fronteiras do país continuam fechadas a turistas como contramedida de reação à Covid-19, e não está claro quando as restrições seriam suspensas.

A decisão de não receber espectadores estrangeiros apaziguaria os temores do público japonês – pesquisas da mídia mostram que a maioria se opõe ao ingresso de visitantes do exterior.

Museu do Amanhã inaugura hoje (4) a exposição temporária Coronaceno – Reflexões em tempos de pandemia

Em seis ambientes distintos, o Museu do Amanhã, localizado na Praça Mauá, região central do Rio de Janeiro, inaugura hoje (4) a exposição temporária Coronaceno – Reflexões em tempos de pandemia, que ficará aberta ao público até 30 de maio próximo, com visitação estendida em uma hora por dia, das 10h às 18h, de quinta-feira a domingo.

O curador da mostra, Leonardo Menezes, explicou que a exposição não é linear, ou seja, excluindo as salas de entrada e saída, denominadas “Salas Essenciais”, os visitantes podem percorrer a mostra na ordem desejada, “até para facilitar a questão da lotação de uma sala para outra e manter o distanciamento social”.

A orientação do fluxo, sugerida pela curadoria, é que a visita comece pela sala de entrada, onde é feita homenagem a diferentes profissionais que nas primeiras semanas da pandemia, enquanto a maior parte da população ficou isolada em casa, tiveram que sair da segurança de suas residências para permitir que a maioria ficasse segura.

Foram selecionadas para a homenagem oito profissões: profissionais de saúde, pesquisadores, cientistas, farmacêuticos, atendentes de supermercados, profissionais do transporte público, entregadores, profissionais de higienização dentro das instituições e prédios e higienização pública. “É só uma parcela. A gente entende que tem mais profissões, mas selecionamos oito para estarem representados. A gente mostra que essa pandemia abarcou o mundo inteiro”.

São exibidas imagens de regiões vazias em três continentes: Copacabana, em março de 2020; Wuhan, em fevereiro de 2020; e Paris, também em março de 2020. “Áreas muito concentradas de turismo completamente vazias, mostrando a amplidão dessa pandemia”.

Trajetória do vírus

A próxima sala é “Do Vírus à Pandemia”. Retrata o novo coronavírus, como ele chegou até nós e o que ele causa de efeitos na saúde. A sala é toda iluminada por luz negra e tem marcas de mãos e simulações de espirros nas paredes, consideradas as duas principais formas de contágio. Uma grande escultura em acrílico tridimensional, com 1,5 metro de diâmetro, simula a forma do vírus, para que o visitante possa conhecê-lo. “É uma interpretação artística, mas que lembra bem o formato que ele tem”. Há ainda um vídeo que explica como o coronavírus chegou à humanidade e o que isso trouxe em termos de pressão nos sistemas de saúde públicos e particulares, informou o curador.

Denominada “Sociedades Transformadas”, a terceira sala da mostra já olha para os efeitos sociais e econômicos que a pandemia trouxe e que mudaram radicalmente a forma como as pessoas estudam, trabalham e como se relacionam. A cenografia lembra uma cidade, onde dois vídeos sincronizados mostram esses diferentes efeitos para grupos sociais de menor e maior renda.

“Por mais que todos nós tenhamos sido impactados, sentimos a pandemia de formas muito diferentes, dependendo da renda que a gente tem”. Um grande painel fotográfico de São Paulo no entardecer exibe os apartamentos acesos, sugerindo que dentro de casa estamos seguros. “São projetados rostos com máscaras para mostrar que dentro de nossas casas estamos seguros e fora de casa a gente precisa usar máscaras”.

Emoção

A quarta sala, chamada “Memorial aos Que Partiram”, é mais emotiva. Ela faz uma homenagem às pessoas que morreram de covid-19. Há no local uma instalação artística, na qual ampulhetas suspensas mostram o tempo correndo. “São mais de 300 ampulhetas suspensas. E no centro do espaço, a gente tem um monte grande de areia com várias ampulhetas quebradas. Ou seja, o tempo que, infelizmente, foi interrompido antes do que precisava ser”.

Nas paredes, estão escritos cerca de 100 nomes de vítimas reais da pandemia, autorizados pelas famílias. Todos os estados do Brasil estão ali retratados, para mostrar que todo o país sofreu impacto. Além disso, são homenageadas etnias indígenas que tiveram mortos, a partir de informações passadas pela Associação Brasileira de Povos Indígenas. A visita é acompanhada de narração de um poema de Machado de Assis intitulado Dois Horizontes, que fala de saudade, pela atriz Cissa Guimarães, com fundo musical da Orquestra Sinfônica de Ouro Preto.

Na quinta sala, “A Ciência é Protagonista”, são apresentados avanços científicos e tecnológicos das acelerações que ocorreram em função do isolamento trazido pela pandemia. É relatada a busca pela vacina, que gerou a produção de várias vacinas no mundo em tempo recorde, mas também o uso das tecnologias, como inteligência artificial, impressão 3D, reconhecimento facial, tudo que foi necessário e acelerado, para que a população pudesse se adaptar a esses novos tempos de isolamento e distanciamento social, relatou Leonardo Menezes.

Nessa sala, há representação da mesa de um pesquisador sobre a qual estão instrumentos científicos reais usados no diagnóstico de covid-19. “A gente também traz o conceito da sindemia, que é quando você tem a pandemia pegando carona na desigualdade social, porque aproveita as baixas condições de higiene, especialmente de comunidades carentes, e acaba intensificando a desigualdade social. Em certo ponto, essa desigualdade alimenta a pandemia”, explicou o curador. A sindemia caracteriza a interação agravante entre problemas de saúde em populações em seu contexto social e econômico.

Resiliência

A sexta e última sala se denomina “A Cultura é o Caminho” e deixa claro como a indústria cultural foi impactada pela pandemia desde o primeiro momento, com o fechamento dos cinemas, teatros, casas de espetáculo. Em um palco com cortinas vermelhas, que simula um teatro, é exibido um vídeo que revela não só o impacto provocado pela covid-19, mas também como a criatividade e a cultura são resilientes.

“A gente mostra as adaptações que foram feitas pela área cultural para poder oferecer um bem estar mental, porque sabemos que a saúde mental está sendo muito afetada pela pandemia, e a cultura e o acesso à cultura são formas de manter mais a nossa saúde mental, no sentido de conexão e de interpretação desses momentos que estamos vivendo”.

A sala mostra que o advento do drive-in (cinema ao ar livre), das apresentações musicais virtuais, das peças de teatro online, as cantorias nas janelas representaram, ao longo do último ano, alívio para as pessoas e um sinal de resiliência. “Porque mesmo nos momentos mais tristes da história da humanidade, sempre houve produção artística interpretando esses tempos e agora não é diferente”, lembrou Menezes. Ele acrescentou que é um pouco esse o percurso que o museu traça, desde o início da doença até um caminho de esperança, representado pelas vacinas e pela resiliência da cultura.

Leonardo Menezes afirmou que o Museu do Amanhã, como instituição cultural e científica, reabriu suas portas em setembro de 2020, com toda segurança, seguindo os protocolos sanitários e adotando programação virtual, debates pela internet, exposições virtuais. “A gente não teve um caso entre os funcionários e os visitantes que estamos monitorando desde a reabertura. É uma visita segura”. O museu está com limitação no espaço. São admitidas 360 pessoas por hora, para que todos possam visitar com segurança, conforto e distanciamento social. Todos os ingressos são adquiridos online, no endereço https://www.ingressorapido.com.br.

 

Fonte: AgenciaBrasil

Semana da Bossa Nova Virtual reunirá amantes da boa música

Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, apresentam a Semana da Bossa Nova. Rio das Ostras é conhecida como a cidade da boa música. Entre 8 e 14 de março, um time de artistas vai promover a primeira Semana da Bossa Nova, que irá levar o universo do gênero por meio de plataforma digital.

Entre 8 e 14 de março, um time de artistas vai promover a primeira Semana da Bossa Nova de Rio das Ostras, que irá levar o universo do gênero por meio de plataforma digital. Na programação, o público poderá participar de videoaulas de instrumentos e canto, bate papo musical (Master Class), apresentação de alunos e um grande show no encerramento do evento.

Toda a programação é gratuita por meio do YouTube da Like Produtora, http://bit.ly/canaldalike. A empresa é coprodutora do evento.

O evento tem o objetivo de democratizar a Bossa Nova para que todos possam conhecer melhor a história deste gênero, a influência dele em outros ritmos, como o estilo de um samba “jazzistíssimo”, que colocou o Brasil no cenário mundial da música e abriu portas para milhares de instrumentistas e cantores.

Para trabalhar a inclusão todas as apresentações terão intérpretes de libras para pessoas com deficiência auditiva.

VIDEOAULAS – As vídeoaulas acontecerão do dia 8, segunda, ao dia 14, domingo, sempre às 19h. Na segunda, dia 8, quem ministra a primeira vídeoaula é o instrumentista Rodolpho Mendes com workshop de violão e guitarra. Na terça, 9, é a vez de Jorge Mortágua com o Contrabaixo. Na quarta, dia 10, Rodrigo Zago apresenta a oficina de Bateria. Quinta, dia 11, o pianista Maurício Libardi Jr ministra a aula sobre seu instrumento. Na sexta, dia 12, a cantora Thati Dias fala sobre a voz na Bossa. Sábado, dia 13, Luiz Felipe Oliveira, com a flauta. Para fechar, no domingo, 14, é a vez de Dalton Freire, com o saxofone.

MASTER CLASS – Na sexta, dia 12, os músicos Rodolpho Mendes e Luiz Felipe Oliveira, e no sábado, 13, os músicos Dalton Freire e Maurício Libardi Jr farão juntos uma Master Class, um encontro para bater papo sobre a influência da Bossa Nova sobre suas carreiras musicais.

SHOW – No último dia, 14, para coroar a Semana da Bossa Nova, todos os músicos que ministraram as videoaulas se reunirão para um show ao vivo, executando inesquecíveis clássicos da Bossa. A apresentação está prevista para às 20h. Logo após a última videoaula.

APRESENTAÇÃO DE ALUNO – A Semana da Bossa Nova abrirá espaço para alunos que desejam mostrar sua versatilidade musical. A comissão organizadora irá receber músicas, por meio do e-mail semanadabossanovaro@gmail.com, com tempo de até quatro minutos e selecionará cinco para que componham a apresentação de abertura da programação do domingo, dia 14, às 18h.

Para Dalton Freire, idealizador, professor e produtor musical do evento, “foi a Bossa Nova que lançou o Brasil para o cenário musical em todo planeta. João Gilberto, por exemplo, é conhecido em todos os continentes, sendo respeitado por músicos de diferentes estilos”.

Rodolpho Mendes, idealizador e um dos músicos que irá ministrar a oficina, conta que amar a Bossa é amar o Samba. “São gêneros irmãos. A Bossa é um samba sofisticado e precisamos difundi-lo em Rio das Ostras e Brasil a fora para que deixe de pertencer a uma classe elitista e seja um gênero acessível a todas as pessoas”, disse.

A Semana da Bossa Nova tem a coprodução da Like Produtor. “A Bossa Nova é um marco na história. Moldou um estilo de vida e internacionalizou a obra musical brasileira. A LIKE Produtora se orgulha em participar deste resgate cultural e assim disseminar para as novas gerações a sutileza tão impactante da Bossa”, disse Paulinho Moreira, sócio da produtora.

SERVIÇO

Semana da Bossa Nova

Data: De 8 a 14 de março

Exibição pelo Youtube da Like Produtora

Evento gratuito.

 

Informações:

Rodolpho Mende – (22) 99757-9609

Dalton Freire – (22) 99926-8772

Bruno Pirozi (22) 99988-4433 – Assessoria de Imprensa

 

A PRIMEIRA SESSÃO DO CINE&MANAS VERÃO 2021 ACONTECE NA LONA NA LUA, EM RIO BONITO, NO DIA 25 DE FEVEREIRO

O Coletivo Manas, idealizado pelas produtoras culturais Carolina Rodriguez e Helena Claro, inicia a partir do dia 25 de Fevereiro (quinta-feira), o Circuito Cine&Manas Verão 2021, em formato híbrido, com sessões especiais locais e online.

No dia 25 de fevereiro, a primeira sessão será com os alunos das oficinas e comunidade da Lona na Lua, localizada em Rio Bonito, com exibição dos filmes “Jonas e o Circo Sem Lona”, direção de Paula Gomes e “Lé com Cré”, direção de Cassandra Reis.

O longa metragem “Jonas e o Circo Sem Lona” conta a história de Jonas, filho e neto de artistas de circo, aos 13 anos de idade. O garoto tem seu próprio circo improvisado, frequentado pelos moradores do pobre bairro onde vive, na Bahia. É ele quem coordena os números, prepara os figurinos, a música e controla os ingressos. Jonas pretende abandonar a escola para se juntar ao tio e viver em um circo itinerante, mas a mãe prefere que ele permaneça na escola. No meio desta briga, ele descobre as dificuldades da vida adulta.

O curta metragem em stop motion “Lé com Cré”, apresenta temas sobre dinheiro, medo e coisas de menino e menina, por algumas crianças segundo sua própria experiência.

 

 O LONA NA LUA é uma associação cultural e social sem fins lucrativos, que tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento social e cultural de crianças e jovens através de um modelo de arte inclusiva, utilizando como ferramentas de transformação o teatro, a música, a dança, o circo e a produção audiovisual. Desta forma o projeto estimula o surgimento de jovens críticos, conscientes e inseridos no contexto da comunidade. Sua missão é apresentar um universo de possibilidades a crianças e jovens através de uma arte que pulsa de verdade, oportunizando vivência cultural e transformação social.

O projeto Circuito Cine&Manas Verão 2021 tem patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Serviço:

CINE&MANAS NA LUA

18H

LOCAL LONA NA LUA

ENDEREÇO: R. Des. Admario Alves de Mendonça, 121 – Cidade Nova, Rio Bonito
FILMES: Jonas e o Circo Sem Lona e Lé com Cré
Sessão Gratuita (Público limitado de acordo com os protocolos de segurança)
Distribuição de Pipoca e Suco.

 

Sobre o projeto Cine&Manas:

Projeto cineclubista itinerante que realiza sessões de cinema afim de fomentar e promover a realização e o consumo do audiovisual brasileiro. Principalmente as produções dirigidas e protagonizadas por mulheres cis e trans.  Com sessões sempre seguidas de bate papo e dinâmicas que provocam nos espectadores momentos de escuta, troca de saberes e experiências.

Realizado pela produtora MANAS, o cineclube surgiu em 2017 do desejo de contar, partilhar histórias sobre mulheres. Idealizado pelas produtoras culturais Carolina Rodriguez e Helena Claro.

Em 2019, com apoio da Prefeitura do Município de Niterói (PMN), por meio da Secretaria Municipal das Culturas (SMC) e da Fundação de Arte de Niterói (FAN), realizou o projeto Circuito Escolar de Cineclubes Cine&Manas, levando sessões a escolas e instituições da rede pública de ensino da região tendo como principal temática o protagonismo feminino e suas representações no audiovisual nacional. Em sua presença nas escolas, o Cine&Manas valoriza e interage com as atividades educacionais regulares, a partir do diálogo entre cinema, educação e ampliação do acesso ao cinema brasileiro, o projeto busca responder perguntas e fomentar novos questionamentos sobre como a mulher se projeta e é projetada no mundo.

I Festival de Arte Pública de Silva Jardim

As inscrições estão abertas até domingo, 28 de Fevereiro,  para o I Festival de Arte Pública de Silva Jardim. O projeto será realizado em duas etapas e a primeira delas prevê premiação de R$ 1 mil, para o autor da obra escolhida, seja trabalho artístico em fotografia, pintura, desenho, design, colagem e técnicas mistas, que retratem o patrimônio cultural da cidade.

Segundo a organização, artistas de todo o território nacional podem se inscrever na primeira etapa do projeto, que vai selecionar uma obra para ser reproduzida através de pintura a mão por um mestre pintor em um painel de azulejo de 1m², instalado permanentemente em um local público da cidade.

“Os temas dos trabalhos enviados tem como proposta valorizar e homenagear o patrimônio local, através da reprodução de um painel de azulejos que ficará pra sempre em exposição na cidade”, destaca a artista e produtora cultural, Julia Botafogo, idealizadora do concurso.

Já na segunda etapa do festival, que não terá premiação, será construído um painel cerâmico coletivo, com tema a memória cultural de Aldeia Velha, distrito de Silva Jardim. Ainda segundo a organização, a ideia é criar um painel com imagens de acervo dos moradores da localidade, onde o espectador possa passear por diferentes informações, descobrir e se reconhecer.

O edital do concurso está disponível no site da Cerâmica Júlia Botafogo, responsável pela realização do concurso. Ainda de acordo com a organização, os trabalhos deverão ser executados até o dia 23 de março.

O festival tem patrocínio dos governos Federal e Estadual do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, por meio da Lei Aldir Blanc, que tem o objetivo de incentivar a retomada do setor cultural atingido pela pandemia do novo corona vírus.

 

 

Fonte: informerj.com.br