Uma mulher foi indiciada pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (28), acusada de se passar por juíza e como amiga do presidente da República, Lula, para aplicar golpes na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Ela ficou conhecida como “juíza de Direito” e gerou um prejuízo de aproximadamente R$270 mil às vítimas.
De acordo com a Polícia Civil, a acusada tinha seu próprio método de aplicar golpes, ela se apresentava com o nome inventado “Maria Jurema”, se passava por uma juíza, inclusive com uma toga – vestimenta de magistrado – e uma carteira falsa, além de contar que recebia presentes e jantava com autoridades e era amiga do Presidente da República e de promotores de Justiça.
Ela teria aplicado uma série de golpes na Ilha do Governador, utilizando esse método e causando um prejuízo de aproximadamente R$270 mil às vítimas.
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O delegado da 37ª DP (Ilha do Governador), Felipe Santoro, explicou como a suspeita operava. “Em um dos casos, ela abordou uma revendedora em um salão de beleza e, fingindo ser juíza, começou a comprar produtos de beleza em grandes quantidades, mas parou de pagar após conquistar a confiança da comerciante”.
Ainda segundo a Polícia, a acusada tem uma ficha criminal extensa, envolvendo 13 anotações por estelionato, três registros por falsidade ideológica e uso de falsa identidade, associação criminosa, furto, ameaça e abandono de incapaz.
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