Cantora Quesia Freitas é agredida pelo marido em shopping do Rio de Janeiro

A cantora Quesia Freitas foi agredida pelo próprio marido em um shopping no Rio de Janeiro. O irmão da artista, o também cantor e compositor Juninho Black, foi quem fez a denúncia ao publicar um vídeo da agressão no perfil dele nas redes sociais.

Nas imagens, o marido de Quesia a pega com força pelo braço e é contido por três homens que conseguem desvencilhar a cantora do companheiro.

Em um longo desabafo, a fim de buscar justiça, o irmão de Quesia afirmou que as agressões acontecem há cerca de um ano.

“Minha irmã vem sofrendo tortura psicológica, abuso emocional, agressões físicas e coação. Resolvi trazer a público o caso agora depois de perdoar várias vezes. Ele a agrediu, dessa vez, em público e repercutiu através do Instagram @recreionosso e outros grupos. Família, não quero que minha irmã caia nas estatísticas de feminicídio. Tenho outros vídeos de agressões em local público e as autoridades ainda não colocaram esse animal na cadeia”, relatou Juninho.

“A gente só acredita quando acontece dentro da nossa família e, infelizmente, dessa vez está acontecendo com minha irmã. Autoridades responsáveis, aqui fica o apelo para que esse coverde pague pelo que vem fazendo com minha irmã e todo transtorno que está trazendo a minha família. Ele tem que estar atrás das grades . Peço ajuda a todos vocês amigos e artistas compartilhem o caso e a foto dele para chamar atenção da Justiça”, completou.

Depois da repercussão do caso, Quesia postou uma foto que remete a agressão à mulher e escreveu na legenda: “Chega de omissão”.

 

Fonte: r7.com

Paisagista agredida na Barra mostra o rosto em recuperação e revela detalhes de lesões

A paisagista Elaine Caparroz, de 55 anos, usou seu perfil no Instagram para mostrar seu rosto, 14 dias após ser agredida durante quatro horas. Ela postou fotos de como estava um pouco antes de seu encontro com estudante de Direito Vinícius Serra, de 27 anos — preso preventivamente tentativa de homicídio triplamente qualificado (meio cruel, mediante dissimulação e contra mulher por razões da condição de sexo feminino – feminicídio) —, de logo após o espancamento e de como está agora.

Em seu texto, Elaine detalha as lesões que sofreu: “As feridas são muito maiores do que as fotos mostram. Eu tive uma queda de hemácias e tive que receber sangue, tive insuficiência renal, perfuração da pleura, fratura na área orbicular, nariz, descolamento de retina, quebrou um dente na raiz, vários hematomas no rosto, braços, pescoço e 5 mordidas pelos braços e uma nos dedos”.

Ela diz, ainda, que postou a foto de seu rosto em recuperação num momento de coragem: “Hoje estou com coragem de mostrar o que estou vivendo. A primeira foto foi 10 minutos antes de o agressor chegar, enviei para uma amiga para dividir a minha intimidade de como eu estava arrumada para recebê-lo. A segunda foto foi aproximadamente depois de 5 horas (do espancamento) e a terceira como estou hoje”.