O contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, foi capturado na manhã desta quinta-feira (26), em Cabo Frio. As forças de segurança o apontam como integrante da nova cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro e como o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado, atividade de grande impacto econômico e associada à atuação de organizações armadas com alcance transnacional.
A prisão foi efetuada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/RJ), em operação conjunta entre a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e a Polícia Federal (PF), pois ele estava foragido da Justiça Federal, com mandado de prisão em aberto, e também era procurado pela Justiça Estadual.
Segundo a nota institucional da Polícia Civil do Rio de Janeiro, a ação coordenada ocorreu após um trabalho aprofundado de inteligência, análise de dados e monitoramento, executado no âmbito da FICCO/RJ — força-tarefa permanente que reúne a PCERJ e a PF com o objetivo de desarticular organizações criminosas estruturadas no estado.
Adilsinho foi localizado em uma residência no município de Cabo Frio, e capturado com o apoio do Serviço Aeropolicial, que contribuiu para garantir a segurança e eficiência no cumprimento do mandado.
As forças de segurança o apontam como integrante da cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro e como o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado — atividade considerada ilícita e de grande impacto econômico, associada à atuação de organizações armadas com alcance transnacional.
A Polícia Federal informou que a operação que resultou na prisão teve como objetivo desmantelar uma organização criminosa armada e transnacional, especializada no comércio ilegal de cigarros por meio do domínio territorial e da imposição de violência.
Segundo o secretário de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, a prisão demonstra a eficácia da integração entre as forças policiais e o uso de inteligência operacional. Ele destacou ainda que a ação visa enfraquecer o poder econômico do crime e proteger a população.
Após a detenção, Adilsinho foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos legais previstos, e será posteriormente transferido ao sistema prisional estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça, conforme informado pela Polícia Civil.

A prisão integra a Operação Libertatis II, deflagrada originalmente em março de 2025, cujo objetivo é desarticular uma complexa organização criminosa envolvida com contravenções, comércio ilegal de cigarros e outras práticas ilícitas com grande impacto na segurança pública fluminense.
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