A Polícia Civil de Santa Catarina indiciou três adultos, familiares dos quatro adolescentes suspeitos pela morte do cachorro “Orelha”, por intimidar testemunhas. No início deste mês, em 4 de janeiro, o cão sofreu ferimentos graves na Praia Brava, em Florianópolis, no dia seguinte, precisou passar por eutanásia – técnica que leva à morte de um animal de maneira controlada e indolor. A investigação do caso segue em andamento. Na última quinta-feira (29), agentes cumpriram mandados de busca e apreensão contra dois dos quatro adolescentes, que estavam em uma viagem à Disney, segundo a Polícia.
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Como o caso envolve menores, os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados por conta do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos.
Inicialmente, os celulares e computadores de apenas dois dos quatro adolescentes haviam sido apreendidos. Segundo a Polícia, o resto do grupo estava em uma “viagem pré-programada” para a Disney.
Exames de perícia apontaram que Orelha foi atingido na cabeça com um objeto contundente, ou seja, sem ponta ou lâmina.
O grupo também é investigado por uma tentativa de afogamento de outro cachorro comunitário, chamada Caramelo, na mesma praia. No entanto, este cão sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.
*Com informações da Agência Brasil e G1.
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