Desde ontem, segunda-feira (31), foi autorizado o aumento no preço dos remédios em até 5,06%, pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
A partir de agora é facultativo às empresas que têm registro e comercializam medicamentos, como farmacêuticas, distribuidores e lojistas, definirem o preço de cada produto colocado à venda, respeitando o teto estabelecido.
O reajuste incide sobre a maioria dos medicamentos comercializados no país, cujos preços são regulados, porém, os novos valores não serão vistos imediatamente. O reajuste pode ser aplicado progressivamente até março de 2026, quando a CMED definirá o próximo reajuste.
Veja abaixo as taxas de aumento que cada tipo de medicação pode ter:
Nível 1: alta máxima de 5,06% para medicamentos com alta concorrência no mercado (exemplos: antidepressivos, antibióticos, soluções de cloreto de sódio e analgésicos)
Nível 2: alta máxima de 3,83% para medicamentos com média concorrência no mercado (ex: Antidiabéticos, hormônios e antigripais)
Nível 3: alta máxima de 2,60% para medicamentos com baixa ou nenhuma concorrência no mercado. (exemplo: Insulina, anti-inflamatórios, antivirais HIV e vacinas gripo/HPV/hepatite)

*Com informações do Portal G1 e CNN Brasil
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