Prefeitura de Tanguá autoriza procedimento licitatório para aquisição de tomógrafo

Prefeitura Tanguá, autorizou nesta terça-feira (19/01) o início do procedimento licitatório para aquisição de um tomógrafo com 16 canais para o futuro Centro de Imagem e Diagnóstico, a ser instalado no município. O equipamento contribui de forma determinante para o diagnóstico de doenças, além de acabar com a transferência de pacientes da cidade para outras regiões do Estado.

“A gente precisa avançar em algumas questões e, notoriamente, o Centro de Imagem e Diagnóstico, com tomógrafo e raio-x digital, vai qualificar e muito nosso atendimento na área da saúde, diminuindo, inclusive, despesas com transporte de pacientes e a grande espera pelo exame”, disse Rodrigo Medeiros, prefeito de Tanguá.

Recentemente, Rodrigo Medeiros e o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Lopes, estiveram visitando o Hospital Municipal Oceânico de Niterói a fim de conhecer as instalações da unidade e o funcionamento do equipamento.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Lopes, o futuro Centro de Imagem e Diagnóstico de Tanguá deverá ser preparado na antiga Clínica Tanguá, no Centro da cidade, contando com modernos equipamentos disponíveis no mercado.

“Além do tomógrafo de 16 canais, o nosso Centro de Imagem e Diagnóstico vai contar com mamógrafo, raio-x digital, ultra-sonografia e endoscopia para maior precisão do diagnóstico por parte dos médicos”, detalhou o secretário de saúde.

Níveis de produção e exportação é recuperado pela indústria automobilística

A indústria automobilística recuperou, no mês passado, os níveis de produção e exportação de novembro de 2019. A quantidade de unidades licenciadas, porém, ficou abaixo da registrada anteriormente, de acordo com balanço divulgado hoje (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O relatório mostra que a demanda do mercado interno diminuiu 7,1%, em comparação com 2019. Foram 225.010 unidades, contra 242 mil.  No ano, 1.814.470 automóveis foram emplacados.

Ao contrário das vendas, a produção apresentou leve aumento, de 0,7%, com um total de 238,2 mil autoveículos. Conforme a Anfavea, o volume foi insuficiente para atender ao mercado.

No acumulado do ano, a produção chegou à marca de 1.804.759 unidades, 35% a menos que a do ano passado. Em novembro, também saíram das esteiras de montadoras 11,5 mil caminhões, 1,7 mil ônibus e 5 mil máquinas agrícolas e rodoviárias.

Em entrevista coletiva, representantes da Anfavea também destacaram números relativos à exportação. Em novembro, 44.007 unidades foram enviadas ao exterior, o que se traduziu no melhor resultado desde agosto de 2018. A alta no índice, explicaram, se deu em virtude do represamento que vem ocorrendo nos últimos meses por causa da pandemia de covid-19. Ao longo de todo o ano, 285.925 unidades foram exportadas, número 28,4% inferior ao de 2019. 

O presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, disse que a produção de dezembro é algo que não se prevê facilmente e destacou alguns desafios que o setor enfrenta. Segundo ele, a falta de matéria-prima é o mais preocupante, porque pode significar a paralisação das montadoras. 

“O risco de paralisação é muito alto”, afirmou. “Esse é um desafio muito difícil de se administrar.”

Em novembro, as oportunidades de trabalho oferecidas pelo setor também pioraram. Na virada de outubro para o mês passado, o total de vagas passou de 121,4 mil para 120,8 mil. Moraes afirmou que, no período, 1.284 funcionários deixaram as funções por aderir a programas de demissão voluntária (PDVs) ou foram demitidos após contratos temporários serem encerrados. 

 

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br