Maricá imuniza grávidas e pessoas com Síndrome de Down

A vacinação contra a Covid-19 chegou a novos grupos nesta segunda-feira (03/05), quando começou a imunização para gestantes e puérperas maiores de 18 anos e com comorbidades e para pessoas com síndrome de down. As vacinas para portadores de doença renal crônica, deficiência permanente e grupo de comorbidades também seguem conforme calendário de idades. Além disso, quem tinha tomado a primeira dose da CoronaVac há 28 dias também pôde receber a segunda dose, que foi aplicada apenas nos postos volantes do Aeroporto e do Centro Administrativo de Itaipuaçu.

A procura pela segunda dose foi a que mais levou as pessoas para os dois pontos drive thru, onde a sensação era de alívio. “Antes tinha acabado na minha vez de vacinar, mas agora consegui. Estou muito feliz”, celebrou Joanilza Franco, de 70 anos, que foi imunizada juntamente com o marido Adilson Franco, que tem a mesma idade. “Agora sim a gente fica mais tranquilo”, garantiu ele.

Aos 68 anos, Aldinéia da Silva Gago não escondeu a emoção com sua segunda dose. “Estou muito emocionada, vou poder voltar a dar meus passeios”, disse ela, enquanto Zildo de Alcântara, de 67 anos, só queria comemorar. “Assim que puder vou tomar uma cerveja bem gelada, a gente merece”, afirmou o morador de Ponta Negra.

Para os outros grupos, a vacina foi aplicada também nos outros postos além dos volantes. Portador da Síndrome de Down e morador de Araçatiba, Artur de Melo, de 26 anos, chegou bem-disposto ao  Aeroporto para receber sua vacina. “Ele não estava saindo de casa nesses meses, dava medo na gente de ele pegar o vírus”, revelou a mãe dele, Tânia Maria de Melo, que tem 65 anos e contou que já foi vacinada.

No posto do Centro, uma das gestantes a receber a vacina foi Ana Gabriele Lima Pereira, de 21 anos, que daqui há um mês vai dar à luz Sara e já é mãe de Téo, de 1 ano e 5 meses. “Esperei muito por este dia para proteger a mim e minha bebê que está chegando”, contou ela, que mora no Flamengo e estava acompanhada da mãe. “Todo mundo lá em casa já se vacinou, agora falta eu. Estou esperando minha vez”, disse Josefa Queiroz Pereira, de 51 anos.

O calendário de imunização para esses grupos segue até esta sexta-feira (07/05), enquanto para o grupo de comorbidades e pessoas com deficiência chega nesta terça-feira (04) à faixa dos 57 anos ou mais e diminuindo um ano ao longo da semana em todos os postos, com repescagem dos grupos no sábado (08) somente nos postos volantes.

Maricá: Novo calendário de vacinação para os grupos prioritários

A Prefeitura de Maricá, através da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou neste domingo (02/05) o seu novo calendário (veja aqui) de vacinação contra a COVID-19 destinado aos grupos prioritários que incluem idosos, pessoas com comorbidades, entre outros.

O novo cronograma que começa nesta segunda-feira (03/05) e vai até o sábado (08/05), mantém o escalonamento decrescente por idade.

Estão incluídas neste calendário gestantes e puérperas maiores de 18 anos e com comorbidades; pessoas com síndrome de down; doença renal crônica; deficiência permanente e grupo de comorbidades conforme calendário de idades.

De acordo com a Secretaria de Saúde a continuidade da vacinação contra a Covid-19 em Maricá  só é possível devido aos novos lotes recebidos neste fim de semana (01 e 02/05).

Ao todo foram 5.200 doses do imunizante Astrazeneca recebidas no sábado e 480 doses da Coronavac (140 doses no sábado e 340 no domingo).

Ainda segundo a pasta, todas as doses, que não são muitas, recebidas da Coronavac serão utilizadas para a aplicação da segunda dose em pessoas dos grupos prioritários que tenham tomado a primeira dose do imunizante há mais de 28 dias. Já os imunizantes da Astrazeneca serão direcionados a primeira dose dos grupos prioritários presentes no atual calendário.

Maricá: Corpo de morador é encontrado carbonizado dentro do próprio carro

Policiais militares foram acionados para um suposto incêndio criminoso, na Rua dos Guêtes, em São José do Imbassaí, Maricá, nessa segunda-feira (26).

No local, a polícia encontrou sangue e projéteis. O proprietário da casa, um homem, de 51 anos, foi encontrado carbonizado, dentro de seu carro, na área de restinga da cidade.

De acordo com familiares, o homem morava sozinho na residência, e tinha desaparecido com seu veículo, um Fiat Doblô.

Após confirmarem que não havia ninguém na residência e encontrarem vestígios que apontavam que o incêndio tinha sido feito de forma criminosa, os policiais iniciaram buscas para localizar a vítima, então desaparecida.

Contudo, foram familiares que encontraram o carro da vítima,  na área de restinga de Maricá.  No veículo, os policiais encontraram um corpo, carbonizado dentro do porta-malas do carro, também carbonizado.

Agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo assumiram o caso e investigam o que motivou a morte do homem.

Os restos mortais foram encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), do Barreto, em Niterói.

 

Fonte: osaogoncalo

Maricá: Jovem agredido pede justiça e alega ter sido vítima de homofobia

Um jovem de 20 anos registrou uma ocorrência na delegacia de Maricá alegando ter sido vítima de homofobia. Ele foi agredido pelos pais do namorado na segunda-feira (5) dentro de um mercadinho onde trabalha no distrito de Inoã.

Câmeras de segurança mostram o momento da agressão. O rapaz estava no caixa do estabelecimento quando recebeu socos e tapas.

O jovem formalizou a queixa na delegacia de Maricá na manhã do último sábado (10). Ele contou à polícia que tem um relacionamento há quatro meses com um adolescente de 16 anos de idade e os pais do adolescente não aceitaram o relacionamento.

Os agressores procuraram a polícia na tarde da quinta-feira (8) para denunciar o caso como pedofilia, mas a ocorrência não teve prosseguimento, já que o relacionamento dos jovens foi com consentimento.

Após o caso, a vítima das agressões, Renan Paroli, abriu um processo judicial e aguarda a audiência.

“Eu espero justiça, espero que eles paguem por esse erro. Quero uma indenização. Primeiro porque eles invadiram meu local de trabalho e me agrediram, isso não pode ficar assim. Tudo isso é para eles aprenderem”, diz Renan.

Moradores de maricá montam “prateleira solidária” para ajudar famílias

Solidariedade

Os moradores de Maricá,  montaram uma “prateleira solidária” no centro da cidade para ajudar famílias que estão passando por dificuldades financeiras durante a pandemia. A ideia é que quem possa fazer uma doação de alimento, deixe o produto na barraca, e aquele que necessite de comida, possa passar para buscar.

Entre os itens já disponibilizados na prateleira, tem feijão, fubá, café, óleo, leite e até legumes e verduras.

A dona de casa Márcia Cardoso conta que já precisou buscar alimentos no local e diz que a prateleira é uma iniciativa muito importante.

“Eu tive a oportunidade de doar e também de tirar o que eu precisava no momento, me ajudou bastante. No momento em que estamos passando de crise financeira, a qual o mundo inteiro está passando, muitas pessoas estão desempregadas e passam necessidades”, diz Márcia.

A prateleira, que foi montada no dia 26 de março, agora conta com um esquema de voluntários, que se revezam para cuidar do espaço.

Onde encontrar?

Para quem quer fazer uma doação ou retirar um alimento, a prateleira fica localizada na Praça do Skate, bem no centro de Maricá, perto da delegacia. Os voluntários ficam no local todos os dias, de 10h às 21h.

De acordo com um dos idealizadores do projeto, Luíz Junior, o ‘prateleira solitária’ atende 15 famílias todos os dias em Maricá e ajuda a mudar, pelo menos nessas casas, o cenário da fome.

“A prateleira foi idealizada por amigos, pequenos empreendedores, para suprir a necessidade daqueles que precisam manter suas alimentações diárias. Quem precisa, pega! E quem pode, doa! O objetivo é ajudar quem não consegue manter uma alimentação boa diária nessa pandemia, quando muitos trabalhadores perderam o emprego. A iniciativa está sendo bem aderida na internet. Graças a Deus, deu certo, e fica nosso pedido de doação. Hoje a gente consegue ajudar de 10 a 15 famílias por dia, então a rotatividade está grande”, explica Luíz.

O pedido de doações também é reforçado por Márcia. “Um projeto tão pequeno pode se tornar grande se todos se unirem e fizerem uma corrente grande. Quem puder, doe. Quem precisar, vá lá e pegue”, diz ela.

Para quem puder, o telefone para ajudar o projeto a crescer é (21) 99518-9430 (Luíz).

Uma pesquisa realizada pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) mostrou que, nos últimos meses de 2020, cerca de 19 milhões de brasileiros passaram fome.