Cabo Frio: Mulher é morta e jogada pelada na praia das Dunas

Uma mulher foi encontrada morta na tarde de segunda-feira 15 de Março, na Praia das Dunas em Cabo Frio, região dos lagos.

A polícia identificou nesta tarde o corpo da vítima. De acordo com a PM, familiares estiveram no local após um live ao vivo feita por uma equipe de reportagem, mostrando o acontecimento e a mulher foi identificada como Naimar Ferreira, moradora do bairro Itajuru.

Ainda de acordo com a PM, Naimar estava desparecida deste sábado 13 de Março, o corpo dela foi localizado no inicio da tarde de segunda feira 15 de Março, por uma equipe da policia ambiental. A mesma estava enrolada em um tapete preto nua.

A perícia esteve no local e contatou sinais de violência no corpo de Naimar e supostamente ela foi estuprada até a morte por criminosos.

O corpo foi levado para o IML de Macaé, e o caso registrado na 126ª DP de Cabo Frio, onde segue em investigação.

 

 

Fonte: rlagosnoticias

Polícia Civil do Rio de Janeiro encontra corpo de jovem desaparecida

A Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou nesta quinta-feira (4) o corpo da jovem Jeniffer Capella do Amaral, de 18 anos, que estava desaparecida desde o dia 21 de janeiro. Em depoimento, o ex-namorado confessou ter assassinado Jeniffer.

O corpo da jovem vítima de feminicídio foi achado em um terreno ao lado da casa dele, em Magé, na Baixada Fluminense.

O suspeito está preso na Delegacia de Homicídios da Baixada (DHBF).

Jeniffer foi vista pela última vez, segundo a família, entrando em um carro de aplicativo, no bairro Fragoso, em Magé. Ela iria para casa de uma amiga, onde passaria a noite, mas não chegou ao destino.

Jeniffer foi vista pela última vez, segundo a família, entrando em um carro de aplicativo, em Magé, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução redes sociais

Fonte: g1.com

Jovem que estava desaparecida desde o dia 3 de janeiro na Penha é encontrada morta

A Polícia Civil encontrou, nesta terça-feira (12), o corpo de Bianca Lourenço, de 24 anos, que estava desaparecida desde o dia 3 de janeiro.

A jovem é ex-namorada de Dalton Vieira Santana, suspeito de chefiar o tráfico de drogas na comunidade da Kelson’s.

O corpo foi encontrado mutilado e boiando numa praia da Ilha do Fundão, na mesma região onde fica a Favela da Kelson’s. Segundo a polícia, o cadáver encontrado tem tatuagens iguais às de Bianca.

Na manhã desta quarta (13), a Polícia Militar confirmou que agentes do 17º Batalhão (Ilha do Governador) foram acionados para uma ocorrência na Ilha do Fundão e encontraram um corpo a partir de informações repassadas pelo Disque Denúncia.

Segundo testemunhas, Bianca teria sido morta por Dalton, que não aceitava o fim do relacionamento. Elas afirmam que a jovem foi morta na comunidade pelo ex-namorado ou a mando ele.

A Polícia Civil informou que a jovem foi retirada pelo ex-namorado à força de um churrasco com amigos. De acordo com as investigações, após retirar Bianca do local no domingo (3), Dalton seguiu para a favela. A partir daí, ninguém soube mais nada da jovem.

No quarto dia de angústia por não ter notícias da filha, o pai de Bianca Lourenço contou que foi até a favela onde Bianca desapareceu para falar com o ex-namorado da filha.

Postagem antes de sumir

No mesmo dia em que desapareceu, a jovem publicou fotos em redes sociais e escreveu:

“Não existe nada melhor do que acordar em paz, estar em paz, viver em paz… Não me preocupo com mais nada. Obrigada, meu Deus”.

O pai de Bianca contou que havia três meses já estava bastante preocupado com a segurança da filha. Ele conseguiu que Bianca deixasse a favela e terminasse o namoro. A jovem estava vivendo com ele há dois meses em outro bairro.

Também segundo ele, o ex-namorado nunca a deixou em paz e jamais aceitou o fim da relação.

“Tentei tirar ela de todo jeito da favela. Eu já estava ajeitando o quarto dela, as coisas dela”, disse.

Ele contou ainda que foi à favela para falar com o ex-namorado, mas não conseguiu descobrir onde ela estava.

          “Pedi a ele pra me ajudar se ele pudesse… Se tivesse acontecido, se ele pudesse devolver o corpo da minha                    filha, que poderia me entregar do jeito que tivesse, que ele poderia me tirar pelo menos a dor de pai, pelo                 menos de eu poder enterrar minha filha”, afirmou.

O pai da jovem prestou depoimento semana passada.

          “Para todos, ele falou que matou ela. Não falou para mim, mas falou para outros. Falou que tinha colocado               ela num carro, e que tinha mandado ela embora. Mentira. Que ela já tinha que estar aqui em casa há muito             tempo, se isso fosse verdade”, afirmou.

Fonte: g1.globo.com

Mulher e morta a tiros pelo ex-marido em Teresópolis

Uma mulher de 29 anos foi morta a tiros pelo ex-companheiro na noite desta segunda-feira (4) em Teresópolis, na Região Serrana do Rio.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Natália da Silva Fonseca de Souza. O ex-companheiro dela, Alexsandro Fonseca, foi autuado em flagrante acusado de feminicídio.

Após matar Natália, Alexsandro atirou contra si mesmo mas foi socorrido e encaminhado para o Hospital das Clínicas de Teresópolis.

A arma usada no crime, um revólver calibre 32, foi apreendida.

O G1 entrou em contato com a unidade de saúde para saber o estado de saúde do acusado e aguarda o retorno.

A polícia informou que testemunhas estão sendo ouvidas na 110ª DP, em Teresópolis. A suspeita é que o crime tenha sido motivado pelo término do relacionamento.

 

Fonte: g1.globo.com

Justiça recebe denúncia e mantém prisão de ex-marido acusado de matar juíza

A Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público do Rio contra o engenheiro Paulo José Arronenzi pelo homicídio da ex-mulher, a juíza Viviane Vieira do Amaral, assassinada na frente das três filhas na véspera de Natal. Na decisão, o juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira, da 3ª Vara Criminal, manteve a prisão do acusado. Segundo o magistrado, “imperativa é a segregação cautelar de Paulo, pessoa dotada de postura violenta e, indiciariamente falando, responsável por agredir diversas vezes, mediante tortura, Viviane na presença das três filhas menores na véspera de Natal, data tão significativa para o universo infantil”.

Na decisão, Abrahão também determina que parentes, amigos e pessoas próximas de Paulo José não se aproximem das três filhas do casal, que tem entre 7 e 9 anos. “Atuo com intuito exclusivo de preservar a saúde psíquica das crianças e, por conseguinte determino ao detentor da posse guarda das mesmas que frustre toda e qualquer tentativa de aproximação destas por parte de familiares ligados ou simpáticos ao agressor e/ou pessoas próximas ao mesmo”, escreveu Abrahão.

O crime aconteceu na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, quando a juíza levava as crianças para passarem o Natal com o pai. Arronenzi foi preso em flagrante logo em seguida por guardas municipais. De acordo com a denúncia, o crime foi motivado “pelo inconformismo do acusado com o término do relacionamento, especialmente pelas consequências financeiras do fim do casamento na vida do engenheiro”.

Numa mensagem de áudio enviada a uma amiga logo após a separação, Viviane relatou que Paulo José passou a extorquir dinheiro dela após o rompimento, pedindo que ela fizesse depósitos em sua conta. “Eu achava que depois do divórcio, se eu desse tudo do jeito que ele tava querendo, tudo ia acabar. Mas não, piorou. Depois que ele entregou a chave (do apartamento que o casal alugava na Zona Sul, antes da separação), depois que eu vi aquilo tudo, ele ficava me achacando. Já fiz vários depósitos para ele. Fica me pedindo dinheiro disso, daquilo. Quando eu vi, já tinha depositado pra ele mais do que ele me deu de pensão esse mês”, contou a juíza.

Para a Promotoria, trata-se de um homicídio quintuplamente qualificado. As qualificadoras, que podem levar ao aumento da pena em caso de condenação são: feminicídio, ou seja, a vítima foi morta por ser mulher; o crime foi praticado na presença de três crianças; o assassinato foi cometido por motivo torpe, já que o acusado a matou por não se conformar com o fim do relacionamento; o crime foi cometido por um meio que dificultou a defesa da vítima, atacada de surpresa quando descia do carro enquanto levava filhas ao encontro do ex-marido; e o meio cruel utilizado, uma vez que as múltiplas facadas no corpo e no rosto causaram intenso sofrimento à vítima.

O MP também pediu à Justiça que o engenheiro seja condenado ao pagamento de indenização pelos danos materiais e morais causados à família da vítima, em valor a ser apurado no curso do processo. O pedido será analisado somente quando for dada a sentença. A denúncia vai ser analisada pela 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. O engenheiro está preso em Bangu 8, no Complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio.

Fonte: extra