Mulheres vítimas de violência doméstica podem se inscrever para receber auxílio social em Niterói

A cidade de Niterói, na Região Metropolitana, abre inscrições para auxílio social destinado a mulheres vítimas de violência doméstica. O benefício é concedido no valor de R$ 1 mil por mês, durante seis meses, podendo ser prorrogado.

O auxílio, válido para mulheres que residem no município, busca ajudar as vítimas que romperem o vínculo com o agressor. Podem participar as mulheres que tinham renda familiar per capita de até R$700,00.

Só podem participar do programa as mulheres que realizaram Boletim de Ocorrência. Informações sobre inscrição e detalhes sobre o auxílio social estão disponíveis pelo telefone (21) 98204-4306.

 

Crédito: Band News

Policial Civil morre após passar a noite com 11 mulheres

É possível morrer de tanto fazer sexo? Essa é a pergunta que não quer calar desde a última sexta-feira (2), quando um policial civil comemorava o aniversário de 50 anos, com 11 moças em um motel de São Bernardo do Campo, em São Paulo. O homem teria sofrido um mal súbito depois de ficar das 2h às 7h da manhã em companhia das mulheres, que estavam divididas em quatro suítes, interligadas, do motel.

Segundo informações, após notarem que o policial estava um pouco frio, algumas mulheres entraram em contato com a gerência do estabelecimento, e em seguida foi detectado que ele estava morto. As condições inusitadas da morte foram notícia até em um programa de televisão, onde o questionamento era se as mulheres teriam recebido antes, ou acabaram ficando no prejuízo.

 

 

 

Fonte: Portal R7

Abrigo do estado acolhe mulheres vítimas de violência extrema

As marcas já quase desapareceram do rosto, mas a dor profunda permanece na lembrança de Maria, 40 anos. Alvo de agressões rotineiras, ela decidiu pôr fim à sequência de brutalidades depois que, às vésperas do Natal do ano passado, foi atacada com golpes de navalha pelo ex-companheiro, pai de seu filho de 6 anos. Buscou socorro na Patrulha Maria da Penha e foi levada, com o menino, para o Casa Abrigo Lar da Mulher, espaço mantido pelo Governo do Estado Rio de Janeiro em local sigiloso para acolher vítimas de violência doméstica que estejam sob grave ameaça.

Com capacidade para receber até 60 pessoas de cada vez, o espaço já abrigou 2.544 mulheres e crianças desde 2007, quando foi criado após a assinatura de um termo de cooperação técnica entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos e o Riosolidário, que é o responsável pela gestão do local. O prazo de permanência é de até seis meses, e o atendimento é individualizado.

Garantimos a integridade física e psicológica das mulheres e seus filhos. Fazemos um trabalho de proteção, superação e fortalecimento, que conta com atendimento psicológico, hospitalar, social e jurídico. O nosso objetivo é que elas consigam resgatar a autoestima, o vínculo familiar, os amigos e que também, se possível, sejam inseridas no mercado de trabalho. Que saiam do círculo de violência fortalecidas – afirma Sueli Ferreira, diretora do abrigo.

Maria, que ficou três meses no Lar da Mulher, acredita que o período em que esteve lá serviu como um grande aprendizado.

Morar em um abrigo não é fácil, mas naquele momento era a única possibilidade de vida que eu tinha pela frente. Fui muito bem recebida, toda a equipe é excepcional. Lá, reaprendi a ter autocontrole, confiança e a criar um elo de carinho com o meu filho – diz ela, que voltou a morar na casa dos pais.

Como Maria, Daniele, de 43 anos, foi levada ao Lar da Mulher após ser vítima de violência extrema. Torturada durante 12 horas, chegou a ficar 20 dias entre a vida e a morte, em coma. Quando recebeu alta, procurou ajuda e viveu dois meses no abrigo.

Eu sei o que eu passei: você não come, não dorme, não sabe se vai acordar viva. Mas o pior já superei. Minha decisão foi superimportante. Eu sabia que existia um programa, mas não tinha conhecimento do Lar da Mulher. A psicóloga, que fez o meu atendimento no Hospital de Saracuruna, ligou para a minha mãe e nós conversamos. Pedi para ser incluída em um programa de proteção contra a violência. Eu queria buscar uma ajuda para ter forças para lutar – conta.

Em uma área de 1.300 metros quadrados, o Lar da Mulher possui 15 quartos, salas de atividades, berçário, lavanderia, salão de beleza e refeitório. As abrigadas são assistidas por 25 profissionais e participam de ações como grupos de reflexão e atividades lúdicas.

Mulheres vítimas de violência doméstica com iminência de morte têm garantia de entrada no abrigo a qualquer momento. Sempre que um caso for descoberto, deve ser comunicado. Pode ser na escola, numa unidade de saúde, além das delegacias e da Patrulha Maria da Penha, que são responsáveis por esse atendimento. O importante é não se calar nunca – orienta a delegada Cristina Onorato Bento, subsecretária de Políticas para Mulheres.

O encaminhamento à Casa Abrigo Lar da Mulher é feito por meio dos Centros Especializados de Atendimento à Mulher, presentes em 37 dos 92 municípios do estado, ou da Central Judiciária de Abrigamento Provisório da Mulher (Cejuvida), que funciona dentro do plantão Tribunal de Justiça.

Duas mulheres foram detidas por suspeitas de tráfico de drogas em Rio das Ostras

Duas mulheres foram detidas por suspeita de tráfico de drogas no bairro Cidade Beira Mar, em Rio das Ostras, no interior do Rio, nesta quarta-feira (17).

De acordo com a Polícia Militar, os policiais chegaram até a rua Franklin dos Santos após denúncias de que as mulheres estariam traficando no local.

Com elas, os policiais encontraram 22 pinos de cocaína e material para embalar drogas.

As mulheres e o material foram encaminhados para a 128ª DP, onde o caso foi registrado. Ainda não há informações se as mulheres permanecerem presas e se foram encaminhadas para algum presídio.

Fonte: g1.globo.com

Avião com a vacina contra a covid-19 chega no Aeroporto Santos Dumont em Rio de Janeiro

Após quatro horas de atraso, o voo com a vacina contra a Covid-19 chegou às 17h no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Uma aeronave comercial trouxe parte do primeiro lote, e o governo confirmou que a imunização começa ainda nesta segunda-feira (18). O lote será encaminhado para o Centro de Distribuição de Niterói, mas ainda não tem previsão de chegada.

Outros dois voos estão previstos, segundo a companhia aérea Azul para trazer os outros lotes. O primeiro voo sai de Guarulhos às 18h15 e pousa no Galeão às 19h30. O segundo sai de Guarulhos às 3h40 e pousa no Galeão às 4h45 de terça (19).

O Ministério da Saúde reservou 487.520 doses ao RJ.

Duas mulheres serão as primeiras a receber a vacina no estado

Uma idosa que vive em um abrigo e uma profissional da saúde serão as primeiras vacinadas na campanha contra a Covid-19 na cidade do Rio de Janeiro.

Terezinha da Conceição, de 80 anos, e Dulcinea da Silva Lopes, 59 anos, vão receber a dose da Coronavac em um ato simbólico no Cristo Redentor, marcando o começo da distribuição das vacinas.

Terezinha foi acolhida pela prefeitura em 2015. Ela estava em situação de vulnerabilidade e risco social, pois sua casa foi demolida pela Defesa Civil. A residência, no Bairro Santo Cristo, na Zona Portuária, não tinha saneamento básico e estava próxima à ribanceira.

Já Dulcinea trabalha na linha de frente do combate à Covid-19 há 8 meses. Ela é técnica de enfermagem do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, unidade de referência da Prefeitura do Rio no tratamento da doença. Ela também trabalhou por 8 anos como agente comunitária de saúde.

 

Fonte: atribunarj.com.br