PF faz operação contra quadrilha do dinheiro falso em Niterói

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (28), em Niterói, para desarticular uma quadrilha suspeita de inserir notas falsas de dinheiro no cinercuo. Até o momento, uma pessoa foi presa. A identidade dela não foi revelada.

Segundo informações da corporação, 20 policiais estão nas ruas para cumprir três mandados de prisão preventiva. Duas pessoas ainda estão sendo procuradas, no Centro da cidade. Os mandados foram expedidos pelo juízo da 2ª Vara Federal de Niterói/RJ.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Polícia Federal em Niterói, aponta que os integrantes dessa organização criminosa – associados a outros dois criminosos que já se encontram presos -, são responsáveis por colocar em circulação grande quantidade de notas falsas no comércio de Niterói.

Após o cruzamento de dados do setor de inteligência e diligências de campo, realizadas por policiais do setor de operações da PF em Niterói, foi possível localizar os outros três investigados.

Os presos estão sendo conduzidos à Delegacia da PF em Niterói e, após as formalidades decorrentes da prisão, serão encaminhados ao sistema prisional.

O crime de moeda falsa está previsto no Art. 289 do Código Penal e sua pena pode chegar até 12 anos de prisão.

 

Crédito: ATribuna

Crédito Foto: Vítor d’Avila

Ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, é preso pela Polícia Federal

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (22) o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Ele é investigado por corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência por suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do MEC.

A TV Globo apurou que os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura também são alvos da operação deflagrada pela PF nesta quarta. Eles são investigados por atuar informalmente junto a prefeitos para a liberação de recursos do Ministério da Educação.

Em áudio divulgado em março, Ribeiro afirma que o presidente Jair Bolsonaro pediu a ele que os municípios indicados pelos dois pastores recebessem prioridade na liberação de recursos. Prefeitos disseram em depoimento que eles exigiram propina.

Uma fonte da PF em São Paulo disse à TV Tribuna que Milton Ribeiro foi preso em Santos e que ele deve ser levado para Brasília. Segundo o porteiro do prédio em que ele mora, o ex-ministro foi levado por volta das 7h.

Até a última atualização desta reportagem ainda não havia confirmação da prisão dos pastores Santos e Moura.

Investigação

A PF investiga Ribeiro por suposto favorecimento aos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura e a atuação informal deles na liberação de recursos do ministério. Há suspeita de cobrança de propina.

O inquérito foi aberto após o jornal “O Estado de S. Paulo” revelar, em março, a existência de um “gabinete paralelo” dentro do MEC controlado pelos pastores.

Dias depois, o jornal “Folha de S.Paulo” divulgou um áudio de uma reunião em que Ribeiro afirmou que, a pedido de Bolsonaro, repassava verbas para municípios indicados pelo pastor Gilmar Silva.

“Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do [pastor] Gilmar”, disse o ministro no áudio.

“Porque a minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”, complementou Ribeiro.

Após a revelação do áudio, Ribeiro deixou o comando do Ministério da Educação.

Em depoimento à PF no final de março, Ribeiro confirmou que recebeu o pastor Gilmar à pedido o presidente Jair Bolsonaro. No entanto, ele negou que tenha ocorrido qualquer tipo favorecimento.

Registros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) apontam dezenas de acessos dos dois pastores a gabinetes do Palácio do Planalto.

Em vídeo, o presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer que botava “a cara no fogo” por Ribeiro e que as denúncias contra o ex-ministro eram “covardia”.

Já nesta quarta, questionado sobre a prisão do ex-ministro pela PF, Bolsonaro afirmou que Ribeiro é quem deve responder por eventuais irregularidades à frente do MEC.

“Ele responde pelos atos dele”, afirmou Bolsonaro em entrevista à rádio Itatiaia. O presidente disse ainda que “se a PF prendeu, tem motivo.”

O caso envolve suspeitas de corrupção. Prefeitos denunciaram pedidos de propina – em dinheiro e em ouro – em troca da liberação de recursos para os municípios. Milton Ribeiro disse que pediu apuração dessas denúncia à Controladoria-Geral da União.

Tráfico de influência

De acordo com apuração da TV Globo, a operação deflagrada nesta quarta investiga a prática de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao Ministério da Educação.

Foram cumpridos cinco mandados de prisão e 13 de busca e apreensão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal.

A reportagem ligou por volta das 8h para um telefone de Gilmar Santos, mas o número estava desligado.

Crédito: portal g1

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Indigenista e jornalista inglês desaparecem na Amazônia; veja o resumo do caso

A Polícia Federal no Amazonas (PF) está apurando o desaparecimento na Amazônia do indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, colaborador do jornal The Guardian. Os dois sumiram no último domingo (5), na região do Vale do Javari, no Estado do Amazonas.

Segundo informações da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Bruno recebia constantes ameaças de madeireiros, garimpeiros e pescadores.

“Os dois se deslocaram com o objetivo de visitar a equipe de Vigilância Indígena que se encontra próxima à localidade chamada Lago do Jaburu (próxima da Base de Vigilância da FUNAI no rio Ituí), para que o jornalista visitasse o local e fizesse algumas entrevistas com os indígenas”, diz o texto da Univaja.

Segundo o Guardian, Phillips está trabalhando em um livro sobre meio ambiente com apoio da Fundação Alicia Patterson. Ele mora em Salvador e também faz reportagens sobre o Brasil há mais de 15 anos para outros veículos como Washington Post, New York Times e Financial Times.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (6), a entidade diz que eles desapareceram no trajeto entre a comunidade Ribeirinha São Rafael e a cidade de Atalaia do Norte.

Também segundo a nota, Bruno Pereira é “experiente e profundo conhecedor da região, pois foi Coordenador Regional da Funai de Atalaia do Norte por anos”. Eles viajavam com uma embarcação nova, de 40 cavalos, e 70 litros de gasolina, o suficiente para a viagem.

A Marinha informou que enviou nesta segunda-feira (6) uma equipe para procurar o indigenista brasileiro e o jornalista inglês desaparecidos na Amazônia.
Fonte: portal g1

Preso casal que transportava mais de 5kg de cocaína no Aeroporto Internacional do Rio

Agentes da Polícia Federal (PF) prenderam em flagrante um casal que transportava 5,2kg de cocaína no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), Zona Norte do Rio. O caso aconteceu no fim da tarde do último sábado (23)

Segundo a PF, o homem de 29 anos e a jovem de 21 – ambos naturais do Rio de Janeiro – pretendiam embarcar em voo com destino à cidade portuguesa de Funchal, na Ilha da Madeira, de onde partiriam com a droga até o destino final em Barcelona, na Espanha.

Após fiscalização de rotina, os policiais federais lotados na Delegacia Especializada do Aeroporto Internacional no Galeão, identificaram a droga oculta no forro da bagagem despachada pelo casal.

Os presos foram encaminhado à Superintendência Regional da PF, na Praça Mauá, para o Auto de Prisão em Flagrante e responderão pelo crime de tráfico internacional de drogas, cuja pena pode chegar até 15 anos de reclusão.
Crédito: Portal g1

Polícia Federal prende duas pessoas que transportavam 600 kg de maconha em Seropédica

Um carregamento com 600 kg de maconha foi apreendido e dois homens presos por policiais federais, na manhã desta quinta-feira, em Seropédica, Região Metropolitana do Rio. O material estava dentro de um caminhão baú.

De acordo com a Polícia Federal, o veículo vinha de São Paulo com direção a capital do Rio. A ação de apreensão foi feita por agentes da Missão Redentor, da Delegacia de Repressão as Drogas (DRE).

A localização do material ainda foi auxiliada pelo cão farejador Enzo. O animal identificou a posição exata das drogas, que estavam escondidas entre caixas de produtos, no interior do caminhão baú.

 

 

Crédito: Jornal O Dia