Polícia Federal deflagra operação Segurança Legal no Rio

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (11) a operação Segurança Legal, para apurar suspeitas de irregularidades na prestação de serviços de segurança privada no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão.

De acordo com as informações da PF, uma empresa privada contratada pelo Consórcio RioGaleão, responsável pelo terminal, estaria usando pessoas não autorizadas pela Polícia Federal nas funções de vigilante, com uso irregular de armamento e de uniformes em desacordo com as normas legais.

“Outras irregularidades na prestação dos serviços de segurança aeroportuária também são objeto das investigações”, informou a PF.

Em nota, o Consórcio RioGaleão informou que os procedimentos de contratação de empresas terceirizadas “cumprem rigorosamente todos os processos legais” e que a concessionária “exige que os prestadores de serviços exerçam suas atividades conforme a legislação vigente no país”.

“O RIOgaleão ressalta que está à disposição das autoridades e dará apoio irrestrito às investigações”, conclui a nota.

PF deflagra operação contra abuso sexual infantil em Niterói, Itaboraí, Região Metropolitana e Região dos Lagos

A Polícia Federal (PF) deflagrou, hoje (10), a Operação Thumbring, que cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Niterói, Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro; e em Saquarema, na Região dos Lagos. 

De acordo com a PF, a investigação é resultado de uma força tarefa policial internacional que identificou um brasileiro em prática de abuso sexual envolvendo menor de idade em fotos e vídeos divulgados pela DeepWeb em sites especializados nesse tipo de conteúdo.

Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal de Itaboraí/RJ.

O suspeito identificado pela força tarefa internacional responderá à Justiça Federal pelos crimes de estupro de vulnerável majorado, produção de conteúdo pornográfico envolvendo criança, bem como pela divulgação e armazenamento desse conteúdo, com pena máxima de mais de 50 anos de reclusão.

A PF informou que deu o nome de Thumbring (anel de polegar) para a operação porque foi assim que o suspeito identificou a série de fotos e vídeos com conteúdo pornográfico infantil disseminada por ele na DeepWeb. Segundo a PF, o autor aparece usando nos referidos vídeos um anel desse tipo.

 

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Cabo Frio: Polícia Federal prende homem procurado pela Interpol por aliciar pessoas e coordenar logística de tráfico de drogas do Brasil para Portugal

Um cidadão português de 44 anos foi preso na noite de terça-feira (23) em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, durante a Operação Sagres, da Polícia Federal. De acordo com a PF, o homem estava na lista da Difusão Vermelha da Interpol e é acusado por autoridades portuguesas de ter cometido, entre os anos de 2012 a 2013, os crimes de associação criminosa e de tráfico internacional de drogas.

Ainda de acordo com a polícia, o foragido era responsável por aliciar pessoas para transportar a droga – as chamadas ‘mulas’ – e coordenar a logística da compra, venda e transporte da substância ilícita do Brasil para Portugal, recebendo grande quantia de dinheiro pelos crimes.

O pedido de prisão preventiva, para fins de extradição do português, foi formulado pelo Escritório Nacional da Interpol em Brasília, com base em informações obtidas através da Difusão Vermelha, e o mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal.

A localização e prisão do estrangeiro foi realizada pelos policiais federais lotados no Núcleo de Cooperação Policial Internacional (Interpol) da Superintendência Regional do Rio de Janeiro.

Ele foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro, para cumprimento das formalidades de praxe, e será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá até a extradição definitiva ao seu país de origem.

Fonte: g1.globo.com

Polícia Federal prende hacker investigado por vazar informações de 223 milhões de brasileiros

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (19), na cidade de Uberlândia (MG), o hacker investigado por realizar o maior vazamento de informações do país. Segundo os investigadores, Marcos Roberto Correia da Silva, o Vandathegod, foi o autor do crime contra 223 milhões de brasileiros.

A operação da Polícia Federal ganhou o nome de Deepwater e cumpre quatro mandados judiciais em Petrolina (PE), de busca e apreensão, e outro em Uberlândia (MG), de busca e apreensão, além de prisão preventiva.

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, designou as ordens judiciais a pedido da PF. No dia 28 de janeiro, a polícia recebeu a solicitação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para abrir investigação sobre o ocorrido. O inquérito está sendo apurado pela Diretoria de Inteligência Policial da Polícia Federal.

A PF ainda busca pelo hacker conhecido como ‘JustBR’, que pode ter relação com a divulgação dos dados. A suspeita é que essa publicação de dados sigilosos tenha as autoridades públicas como objetivo do crime.

Em página de compartilhamento de dados sobre atividades cibernéticas, foram divulgados dados sigilosos de pessoas físicas e jurídicas no início deste ano. Neste fórum, eram publicadas informações como CPF, CNPJ, nome completo e endereço.

Segundo a Polícia, uma parcela das informações foi publicada de forma gratuita, enquanto o restante seria pago, podendo ser compradas com criptomoedas.

Nesta sexta- feira (19), a polícia apreendeu aparatos eletrônicos como dispositivos de armazenamento e um computador.

O hacker conhecido como Vandathegod também foi investigado na operação ‘Exploit’, que prendeu outro

hacker em novembro de 2019, suspeito de invadir o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ele é suspeito de ter participação no vazamento de dados dos ex-servidores e ex-ministros do TSE, no período do primeiro turno das eleições nos municípios de 2020.

Além disso, Marcos Roberto Correia da Silva também é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais por estelionato e invasão de dispositivos.

 

Fonte: osaogoncalo.com

 

 

Polícia Federal indicia Kassab por crimes eleitorais

A Polícia Federal indiciou, nesta segunda-feira, 22, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, seu irmão Renato Kassab e o ex-tesoureiro do partido Flávio Castelli Chuery pelos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
O indiciamento marca a conclusão, pela corporação, de investigação da Operação Lava Jato aberta com base nas delações premiadas de executivos do Grupo J&F, entre eles o empresário Wesley Batista. Os crimes pelos quais os suspeitos foram indiciados, cujas penas variam de 3 a 12 anos de prisão, teriam sido cometidos entre 2010 e 2016 por meio do pagamento de propinas e doações eleitorais com contrapartida de apoio político. A PF informou que o inquérito e o relatório foram entregues à 1ª Zona Eleitoral de São Paulo para as providências cabíveis.
Defesa
A reportagem procurou a assessoria de imprensa de Kassab, mas não obteve retorno até o momento
Fonte: odia.com