Zeidan, André Ceciliano e Carlos Minc atuam em conjunto na ALERJ para fortalecer a paz nos estádios de futebol e em prol das torcidas organizadas

O Diploma Cristo Redentor foi entregue às Torcidas Organizadas do Estado do RJ pela deputada Zeidan (PT) e os deputados André Ceciliano (PT) e Carlos Minc (PSB). Estiveram presentes no plenário da ALERJ os representantes das torcidas do Flamengo, Vasco, Fluminense, Botafogo e América.

Zeidan foi autora do Projeto de Lei que teve coautoria dos deputados Minc e Ceciliano e foi recém-aprovado estabelecendo o dia 13 de dezembro como o Dia das torcidas organizadas, e que aguarda sanção do governador.

“Esse é um reconhecimento da importância não somente da história dos times e do nosso futebol mas da cultura de nosso país. E quando falamos de cultura e futebol falamos de toda uma forma de expressão. Muitas vezes é nela a única forma em que jovens das periferias encontram abrigo e se sentem parte de um grupo. Defendemos as torcidas e manifestações não-violentas”, disse Zeidan.

Ao lado do presidente da ALERJ, deputado André Ceciliano e do deputado Carlos Minc, Zeidan pediu paz nos estádios.

“Defendemos paz nos estádios. Queremos punição aos torcedores que usam de violência, seja ela qual for, mas os times não podem ser penalizados por ações individuais. Que se puna o CPF do agressor e não o CNPJ das torcidas”, declarou a deputada petista.

O momento serviu ainda para a transmissão da posse do presidente da Associação Nacional das Torcidas Organizadas (ANATORG) Alex Minduin para o seu sucessor Luiz Cláudio, o Claudinho, novo presidente.

Também esteve presente o tenente Bruno Corrêa, representando o Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios (BEPE).

Lula e Boulos se reúnem em São Paulo e discutem aliança entre PT e PSOL

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu, nesta terça-feira, 1º, com o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e pré-candidato ao governo de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL). Segundo apurou o Estadão, eles conversaram sobre o posicionamento do PSOL a respeito da candidatura do petista ao Planalto – a sigla ainda não fechou com Lula.

A Executiva Nacional do PSOL debaterá o apoio ao PT nas eleições de 2022 em uma reunião nas próximas semanas. Representantes de ambos os partidos também vão marcar uma rodada de conversas. Até lá, a esquerda também adiará uma decisão a respeito da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

Fernando Haddad (PT) é o pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT. Além de Boulos, pelo PSOL, Márcio França (PSB) tem reafirmado sua pré-candidatura. A expectativa, entre petistas, é de que um eventual apoio de Boulos a Haddad, e a desistência de França, que mudaria sua candidatura ao Senado, poderiam unir partidos de esquerda em São Paulo

O Estadão apurou que Boulos e Lula não conversaram sobre a candidatura ao Palácio dos Bandeirantes, porque, dentro do PSOL, este ponto não estaria em negociação com os petistas.

Desde agosto do ano passado, como mostrou o Estadão, o PSOL tem flertado com uma aliança com o PT para 2022. O partido estaria disposto a não lançar candidato próprio à Presidência da República. Boulos foi o nome mais expressivo nas últimas eleições. Foi derrotado em segundo turno por Bruno Covas (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, em 2020, e foi o candidato à Presidência em 2018.

Além de divergências programáticas, há resistência entre membros do PSOL ao nome do ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) para vice em uma eventual candidatura de Lula. Durante o encontro, Boulos reforçou a Lula críticas que tem feito sobre a parceria com Alckmin. A aliança também foi criticada pelo presidente do PSOL, Juliano Medeiros, em entrevista recente ao Poder 360. Segundo Medeiros, Alckmin não compartilha os mesmos “valores” do PT.

 

Crédito: Jornal O Dia

PT pressiona PSB nos estados, e André Ceciliano se mobiliza para substituir Freixo como candidato de Lula no Rio

Depois de lançar nomes para governador em três estados apontados como prioritários pelo PSB, o PT ensaia fazer o mesmo movimento no Rio, onde o partido até o momento afirma que apoiará a candidatura do deputado federal Marcelo Freixo (PSB). Em São Paulo, Rio Grande do Sul e Pernambuco, os petistas já têm pré-candidatos, e cogitam ir pelo mesmo caminho no Espírito Santo, o que dificulta a aliança nacional entre as legendas na disputa presidencial e impede a formação de uma federação partidária.

Embora diga em público que é pré-candidato ao Senado, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), André Ceciliano (PT), vem se movimentando e angariando apoio para uma candidatura ao Palácio Guanabara. Na última quarta-feira, o tema foi abordado em almoço do deputado estadual com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, que hoje afirma publicamente apoiar o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz (PSD), para enfrentar o governador Cláudio Castro (PL).

Paes já convidou Ceciliano no ano passado para ingressar no PSD e ser o candidato ao governo do Rio pelo seu partido com apoio de Lula. O GLOBO apurou que no encontro em dezembro do grupo Prerrogativas, em São Paulo, quando Lula e Geraldo Alckmin foram fotografados pela primeira vez juntos desde que a chapa unindo os dois começou a ser costurada, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, questionou Ceciliano sobre a negociação com Paes. O presidente da Alerj, contudo, negou que vá deixar o PT.

 

Crédito: Jornal Extra