Whindersson Nunes sobre dinheiro: ‘R$ 20 milhões só de publicidade no Instagram’

Whindersson Nunes abriu o jogo sobre seus ganhos com as redes sociais e admitiu que anualmente, chega a fazer R$ 20 milhões apenas com publicidades no Instagram. Em entrevista para o podcast “Primocast”, o humorista ainda revelou ter rejeitado recentemente uma proposta de cerca de R$ 10 milhões.

“Dinheiro guardado tenho pouco. Eu não tenho uma conta para me gabar e mostrar quanto eu tenho. Desde muito cedo, tenho uma filosofia perigosa de deixar ir [o dinheiro] para vir mais. De ontem para hoje já negamos uns R$ 10 milhões, coisa de aposta, uma empresa que parece que tem alguma coisa governamental. Daqui oito anos, alguém faz investigação e diz que estou envolvido. Existe alguma coisa que a galera quer me botar, para fazer sentido gastar dinheiro, e alguém vai ganhar mais que eu”, contou.

“Sei quanto vou ganhar se eu fizer só alguma coisa o ano inteiro. Só publicidade no Instagram, por exemplo, vou tirar uns R$ 20 milhões”, acrescentou.

O artista explicou que não é do tipo que costuma guardar dinheiro em banco, mas sim, daqueles que gastam com prazeres pessoais e fazem doações. “Se eu quisesse ser um cara com muito dinheiro, eu seria. Por conta também de doar muito, de gastar muito comigo… Não com coisas pessoais, mas com a vida artística. Gasto dinheiro para ir para um lugar novo, experiência nova e ter um ensinamento legal para passar em uma piada. Eu gasto muito. Vou para o país com mais conforto. Eu prezo o conforto na minha vida”, disse ao programa de finanças.

 

Crédito: O Dia

Aprovada cota para negros na publicidade governamental do Rio

A ALERJ derrubou na terça-feira (26) o veto do governador Wilson Witzel ao Projeto de Lei 4261/2018, que estabelece cota para representação de afrodescendentes na publicidade governamental. De acordo com o texto, o Governo Estadual, quando elaborar campanhas publicitárias de órgãos da administração pública estadual, direta e indireta, deverá observar a representação étnico-racial afrodescendente em todas as peças de publicidade na proporção de, no mínimo, um modelo negro para cada dois modelos em atuação.

“Não é aceitável que, em um país como o Brasil, profundamente marcado pela ancestralidade africana, os modelos tidos e havidos como ‘padrões de beleza’, que atuam em peças publicitárias divulgadas em diferentes veículos da mídia, sejam predominantemente brancos. Modelos negras e negros não podem ser tratados como resíduos nessas veiculações. Apresentamos este projeto para afirmar o princípio da igualdade racial também no campo da publicidade, em estreito diálogo com o Fórum Permanente de Mulheres Negras da ALERJ”, afirma o deputado  estadual Waldeck Carneiro, autor da proposição.

A ALERJ terá quinze dias para publicação da nova lei no Diário Oficial.