Silva Jardim: Ano letivo começa a partir de hoje nas escolas públicas

O ano letivo nas escolas públicas de Silva Jardim, no interior do Rio, retorna a partir de hoje – segunda-feira (22), de acordo com a Secretaria Municipal de Educação. Segundo a Prefeitura, as aulas permanecem de maneira remota, assim como no ano passado, desde o início da pandemia da Covid-19.

O município informou que serão oferecidas atividades complementares, sendo em plataforma virtual e impressas, para todos os alunos da rede municipal. Os estudantes podem acessar a plataforma para ouvir orientações e obras literárias ou musicais, além de terem acesso a informações, entre outras atividades, sem sair de casa.

Já as atividades impressas, efetuadas de maneira remota, devem ser retiradas nas respectivas unidades escolares, onde os alunos estão matriculados. A cidade de Silva Jardim é uma entre milhares por todo o Brasil, que ainda não tem previsão para retornar com o ensino presencial na rede pública.

 

 

 

Fonte: informerj.com.br

Secretario de Educação da prefeitura do Rio ira divulgar um plano para retorno seguro das aulas no mês de Janeiro

O secretário municipal de educação, Renan Ferreirinha, afirmou na manhã desta quinta-feira, que em meados de janeiro irá divulgar o protocolo sanitário para um “retorno seguro” de volta às aulas, após a aprovação do Comitê Científico de Enfrentamento ao Covid-19. O calendário da rede municipal já havia sido definido, com início no dia 8 de fevereiro, com aulas de forma presencial ou virtual, e término no dia 17 de dezembro. “O que foi publicado é uma resolução do calendário letivo, que permite tanto aulas na modalidade remota ou presencial. Estamos fazendo escutas com a comunidade escolar”.

“Existem aspectos muito importantes nesse momento, que são os aspectos educacionais, que ficaram muito prejudicados com a interrupção das aulas, o déficit de aprendizagem. O aspecto socioemocionais, tanto dos nossos estudantes quanto dos nossos profissionais de educação. Alimentação escolar, que foi interrompida, e mesmo com soluções paliativas, não substitui o caráter nutritivo de uma de uma escola. Mais de 1 milhão de refeições são preparadas e servidas em nossas escolas, isso impacta o desenvolvimento cognitivo das nossas crianças. Por último, o protocolo sanitário e de saúde, para que a gente possa ter um retorno seguro, e isso está sendo feito junto a nossa Secretaria de Saúde, e será validado pelo comitê de especialistas em enfrentamento ao covid-19 em meados de janeiro, para que a gente tenha uma volta segura para todas”, afirmou o secretário em entrevista ao Bom Dia Rio, da TV Globo.

Ferreirinha ainda afirmou que o plano de volta às aulas, feito em conjunto com a Secretaria de Saúde, analisa todas as unidades escolares que existem na cidade e leva em consideração todos os ambientes da escola: sala de aula, refeitório. “Nós estamos fazendo um levantamento das 1543 unidades, escolas, creches, EDIs, que nós temos na cidade, para entender o problema de cada uma e assim adereçar uma solução”.

“Esse protocolo diz, por exemplo, qual o distanciamento ideal entre carteiras quando o aluno está com máscara, quando o aluno está sem máscara. Quantas pessoas podem estar em uma sala de aula baseada na quantidade de janelas e ar-condicionado. Como o refeitório deve funcionar. O recreio, que é o momento mais difícil que nós temos nesse período de retorno, principalmente para os menores”, afirmou.

Comitê científico avalia volta às aulas presenciais

O prefeito Eduardo Paes afirmou, nesta quarta-feira, que a volta às aulas presenciais ainda está sendo avaliada pelo comitê científico da prefeitura. As atividades, de forma presencial ou virtual, começará em 8 de fevereiro e terminará em 17 de dezembro.

“Um conselho de especialistas vai definir de maneira adequada como será essa retomada das aulas. Mas defendo, de maneira muito forte, que não parece compreensível termos shoppings e praias abertas e termos escolas fechadas. As nossas crianças já sofreram demais. Obviamente vou respeitar aquilo que os especialistas disserem. Mas vamos trabalhar para as crianças voltarem a estudar (presencialmente) com todas as regras. Adoraria ter um posicionamento de como será o esquema. Mas ainda não temos”, afirmou o prefeito.

 

Fonte: odia.ig.com.br

 

Eduardo Paes deseja retorno presencial às aulas

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, quer que as aulas na rede municipal de ensino sejam retomadas o mais breve possível. Em conversa com a imprensa, na manhã deste sábado, Paes declarou que deixar as crianças fora das escolas chega a ser um “crime” contra elas e o futuro da capital fluminense. Por conta da pandemia do novo coronavírus, as escolas estão fechadas.

“Sou a favor que a gente retome as aulas normais, com a maior brevidade possível. Não é possível você ter shopping center aberto, as praias abertas, as pessoas andando de BRT e as crianças sem aula. É impressionante, tudo abriu menos a aula. Isso é uma daquelas consequências terríveis da doença. A gente tem casos de criança esquecendo como escreve o nome, e a gente não pode deixar isso, isso é um crime com as crianças, com o futuro do país e com o futuro da nossa cidade”, afirmou o prefeito.

Ainda não há uma previsão para que a retorno às aulas, mas Paes garante que ele será feito com cautela. “Vamos fazer isso tomando os devidos cuidados. Professores em idade de risco e com comorbidades, tudo isso vamos olhar com muita atenção, esperando que a vacinação também possa trazer essa tranquilidade”, disse.

O prefeito se reúne, na manhã deste domingo, com o secretário municipal de saúde, Daniel Soranz, e com governador em exercício Cláudio Castro para definir o plano de enfrentamento à covid-19.

O responsável pela pasta de educação, secretário Renan Ferreirinha, informou que está finalizando o plano para o ano letivo de 2021 e que o calendário escolar será divulgado na próxima semana.

“Nosso foco é uma volta segura às aulas e este assunto está sendo debatido com profissionais da Educação e da Saúde. Assim que o cronograma estiver fechado, iremos divulgá-lo. Além disso, estamos trabalhando para que as matrículas sejam feitas da melhor forma possível”, declarou Ferreirinha.

Sindicato afirma que só retorna após vacinação de toda comunidade escolar

O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) do Rio, no entanto, não concorda com o retorno presencial na Rede Municipal de Ensino. Segundo o coordenador geral, Gustavo Miranda, essa retomada só deverá acontecer depois que toda comunidade escolar (professores, funcionários e alunos) for vacinada.

“A posição do Sepe tem sido clara desde o início da pandemia. A gente só volta nas condições sanitárias adequadas e que não comprometam a saúde dos profissionais de educação. Na virada do ano, como a questão da vacina se tornou uma realidade, a gente entende hoje que o retorno só deve acontecer quando toda comunidade escolar estiver vacinada. Foi isso, inclusive, que a gente passou para o atual secretário municipal de educação, Renan Ferreirinha, quando nos reunimos com ele em dezembro”, falou.

O coordenador do Sepe afirma ainda que as escolas não tem estrutura para garantir a integridade da saúde dos seus funcionários.

“As escolas, elas não tem de fato estrutura para garantir as regras que foram colocadas na metade do ano passado para cá, que dizia que era preciso tantas pessoas na sala de aula, álcool gel. As escolas vivem uma precariedade muito grande, a condição financeira da prefeitura indica que não vai ter investimento específico para isso. Portanto, antes de tudo devemos garantir a vida dos profissionais e, obviamente, buscar meios alternativos para que os estudantes tenham acesso ao ensino”, disse Miranda.

“A escola não é um espaço de lazer, onde as pessoas vão por livre e espontânea vontade, como a praia, que você escolhe ir ou não. A escola acaba sendo uma obrigação tanto para o profissional de educação quanto para o estudante”, complementou Gustavo.

Fonte: odia