Natação: revezamento misto 4x50m é bronze em Tóquio 2020

O Brasil conquistou na manhã desta quinta-feira (26) medalha de bronze na prova de revezamento misto no 4×50 metros livre na Paralimpíada de Tóquio. Os nadadores brasileiros Daniel Dias (classe S5), Talisson Glock (classe S6), Joana Neves (classe S5) e Patrícia Pereira (classe S4) obtiveram o tempo de 2min24s82. As competições de natação acontecem no Centro Aquático de Tóquio, na capital japonesa. As classes S4, S5 e S6 são compostas de atletas com deficiência física-motora.

A medalha de ouro foi para a China, que bateu a marca de 2min15s49, se tornando novo recorde mundial. Já a prata foi para o quarteto italiano, que terminou a prova no tempo de 2min21s45.

Com o resultado no revezamento, o paulista Daniel Dias chegou a 27ª medalha na história das paralimpíadas. Em Tóquio 2020, ele já levou outros dois bronzes: na prova de 100 metros livre da classe S5 (deficiência física-motora) e nos 200 metros livre na classe S5 (deficiência física-motora).

No nado peito, o brasileiro Ruan Felipe Lima de Souza  participou da prova dos 100 metros da classe SB9 (deficiência física-motora), também disputada nesta quinta-feira (26). O paratleta, que é natural de Taubaté e tem 29 anos, terminou em quinto lugar, com o tempo de 1min10s99.

 

Fonte: agenciabrasil

Tóquio: Gabriel Bandeira fatura ouro e Gabrielzinho prata na natação

O paulista Gabriel Bandeira e o mineiro Gabriel Geraldo Araújo, também conhecido como Gabrielzinho, conquistaram as duas primeiras medalhas para a natação brasileira na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Bandeira levou o ouro com o tempo de 54s76, alcançando o novo recorde paralímpico na prova de 100 metros borboleta da classe S14 (deficiência intelectual).  Já a prata veio na prova dos 100m costas da classe S2 (deficiência físico-motora). Gabrielzinho fez o tempo de 2min2s47. As competições de natação serão disputadas no Centro Aquático de Tóquio.

Nos 100m borboleta, atrás de Gabriel Bandeira, de 21 anos, ficou o britânico Reece Dunn, que levou medalha de prata, tendo obtido a marca de 55s12. Ele é o atual recordista mundial. Na sequência tivemos o australiano Benjamin Hance, com o tempo de 56s90.

Já na classe S14, à frente de Gabriel Geraldo Araújo, de 19 anos, ficou apenas o chileno Alberto Abarza, que se tornou campeão paralímpico após atingir 2min00s40. Já o bronze quem levou foi Vladimir Danilenko, do Comitê Olímpico Russo, com a marca de 2min02s74.

 

Fonte: agenciabrasil

Dupla brasileira vence EUA de virada e avançam às semifinais

A dupla brasileira de tênis feminino formada por Laura Pigossi e Luisa Stefani se classificou nesta quarta-feira para as semifinais dos Jogos de Tóquio ao derrotar de virada as norte-americanas Jessica Pegula e Bethanie Mattek-Sands por 2 sets a 1, em 1h26min de partida.

Com o resultado, a dupla já iguala o melhor resultado do tênis brasileiro na história dos Jogos Olímpicos, que foi a semifinal de Fernando Meligeni em Atlanta 1996.

A dupla brasileira não começou bem o jogo e perdeu o primeiro set em 24 minutos. Mas depois veio a reação e, desde o início da segunda parcial, sempre se manteve na dianteira do placar e fechou o jogo no tiebreak.

 

 

Fonte: agenciabrasil

 

Sketista de 13 anos é chance de medalha para o Brasil nas Olimpíadas de Tóquio

Você pode nunca ter ouvido falar na skatista Rayssa Leal, mas com certeza vai torcer por ela nessas Olimpíadas. Pela primeira vez na história, o skate estará presente na lista de modalidades de uma Olimpíada. Aos 13 anos, Rayssa Leal é uma das maiores esperanças de medalha na disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Mesmo com a pouca idade, a atleta já é vista como grande promessa do skate mundial. Na categoria Street, Rayssa Leal desponta como uma das favoritas entre todas as atletas presentes na modalidade. Além dela, o Brasil ainda tem outras representantes e também espera bons resultados.

 

Competições

Em 2019, Rayssa Leal competiu no Street League Skateboarding Championship e já alcançou o terceiro lugar. Sempre com muito destaque, a garotinha logo se colocou entre os principais nomes do esporte. Ainda no mesmo ano, a primeira vitória foi alcançada pela “Fadinha do Skate”, como é conhecida. Aos 11 anos, Rayssa Leal ficou em primeiro lugar na edição de Los Angeles do Street League Skateboarding Championship, liderando o pódio na frente de atletas consagradas.

Como não poderia ser diferente, Rayssa Leal ainda alcançou o quarto lugar na primeira vez em que disputou os XGames – competição tradicional do skate. Além das conquistas citadas, a ela ainda foi vice-campeã mundial na modalidade no ano de 2019.

 

Começo de tudo

Natural de Imperatriz, no interior do Maranhão, Rayssa Leal praticamente nasceu com as rodinhas nos pés. Desde os 6 anos de idade, a garotinha vem se aprimorando com o skate e segue mantendo seus treinamentos junto aos estudos. Apesar do rápido início no esporte, a atleta se destacou nas redes sociais. Com vídeos relacionados ao skate, Rayssa Leal ganhou o mundo ao ficar conhecida como a “Fadinha do Skate”, já que aparecia nas imagens com um vestido de fada.

Além do encanto, Rayssa Leal também já demonstrava muito talento com o Skate nos pés. Desde muito jovem, a brasileira mantinha o sonho de competir e de se destacar como uma atleta na modalidade.

 

Fonte: SportBuzz

Atleta da Seleção Brasileira de Vôlei, Douglas Souza, ‘bomba’ nas redes sociais mostrando os bastidores das Olimpíadas de Tóquio

O jogador de vôlei brasileiro, Douglas Souza está “bombando” nas redes sociais. Somente no Instagram, o ponteiro da seleção brasileira passou de 260 mil seguidores, na última terça-feira (20), para 1 milhão ontem, quarta (21). Ele faz vídeos divertidos direto da Vila Olímpica, em Tóquio, onde está concentrado para os jogos.

Em postagens bem-humoradas, o atleta de 25 anos mostra bastidores dos treinos, a convivência com os colegas de equipe, como são as instalações dos atletas, a Vila Olímpica e suas ‘atrações’, e até o que come entre uma sacada e outra. Em um dos vídeos, conta que, como não poderá ir à cerimônia de abertura, por conta das restrições impostas pelo Comitê Olímpico contra o coronavírus, vai improvisar uma celebração no seu próprio quarto.

“Vou fazer toda a fechação, um vestido com o edredom, vai ser bafo. Uma coisa bem rapidinha mesmo, só um closezinho”, contou.

No quarto, ele já sambou sobre a cama e mostrou que o chuveiro não foi pensado para quem é alto.

Douglas é gay e diz que se orgulha de levantar a bandeira LGBTQIA+. Em seus vídeos, ele brinca se referindo aos colegas de seleção como “gatas” e também dubla canções de Pabllo Vittar, enquanto se prepara para defender o ouro olímpico que conquistou nos Jogos do Rio, em 2016.

Fonte: G1