Emicida processa irmão acusado de transferir R$6 milhões de gravadora para conta pessoal

Os irmãos trabalhavam juntos há mais de 15 anos.
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emicida fioti
Foto: Reprodução

O cantor, Emicida, abriu processo contra o irmão, Fióti, acusado de transferir R$6 milhões da gravadora, Laboratório Fantasma, para sua conta pessoal, sem autorização. Na última sexta-feira (28), havia sido anunciado que o vínculo empresarial dos dois havia sido rompido, após mais de 15 anos trabalhando juntos.

De acordo com a acusação de Emicida, em janeiro de 2025 foi constatada uma transferência de R$1 milhão à conta de Fióti, sem autorização. Fato que se repetiu em fevereiro deste ano, então foi aberta uma investigação, na qual foi constatado que o empresário havia realizado saques de mais de R$4 milhões nos últimos anos da conta da empresa.

Já a defesa de Fióti apresentou uma troca de e-mails de janeiro de 2025, quando o empresário alegou que teria R$2 milhões de lucro para ambos receberem (Emicida e Fióti). Ainda, foi enviado um extrato de uma transferência de metade do valor ao cantor.

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Na última sexta-feira (28), Emicida anunciou, em suas redes sociais, que o irmão não era mais seu empresário. “Informamos que, a partir desta data, Evandro Roque de Oliveira (Fióti) não representa mais os interesses da carreira artística de Leandro Roque de Oliveira (Emicida)”.

Algumas horas depois, Fióti também anunciou o fim do vínculo empresarial em seu perfil. “Após 16 anos à frente da Laboratório Fantasma – grupo empresarial fundado ao lado do irmão Emicida, do qual é sócio, e um dos mais relevantes da cena independente – o empresário e artista Evandro Fióti anuncia o início de uma nova etapa em sua carreira. Ele passa a dedicar mais atenção ao seu percurso como artista musical, ao mesmo tempo em que amplia sua atuação com consultoria estratégica para artistas em busca de posicionamento e desenvolvimento no mercado”.

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