Policial agride empresária para cobrar dívida

Uma empresária do Distrito Federal viveu momentos de terror após ser espancada, enforcada e permanecer sob a mira de uma pistola. O autor das agressões e ameaças é um sargento da Polícia Militar (PMDF), lotado no 17º Batalhão de Águas Claras. O episódio ocorreu dentro do escritório da vítima, no Riacho Fundo, na tarde dessa quarta-feira (13/10).

Câmaras de segurança flagraram o momento em que um policial militar agrediu uma empresária . Ele foi até o local para cobrar dívidas da mulher com a esposa dele, que comprou dólares da comerciante, mas não recebeu o valor devido. Na discussão, ele bate nela e aponta uma arma. No fim, ainda leva produtos para compensar o débito.

O PM, identificado como Osiel Alves da Silva, entrou no local para cobrar uma suposta dívida, estimada em R$ 40 mil. A vítima, que estava no escritório, afirmou não poder quitar o valor integral e sugeriu o parcelamento do passivo. Contrariado, o sargento discutiu com a mulher, exigindo a quantia em sua totalidade.

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Homem agride funcionaria de escola em Maricá

Recente pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) apontou que casos de violência contra a mulher aumentaram 20% no país, durante a pandemia da Covid-19. Em um cenário como este, nem mesmo estar no local de trabalho é garantia total de segurança. Foi o que aconteceu, nessa quarta-feira (29), em uma escola de Maricá, no Rio de Janeiro.

Uma funcionária da Escola Municipal Professor Darcy Ribeiro, localizada no distrito de Inoã, foi agredida pelo ex-marido, dentro da instituição de ensino, durante a tarde daquele dia. Guardas Municipais da cidade foram acionados e mobilizaram uma equipe ao local, a fim de conter o agressor.

No entanto, logo que percebeu a chegada dos agentes, o homem conseguiu fugir. A vítima foi amparada pela equipe de segurança. Até o momento, não há informações sobre que razões teriam motivado o ataque. A identidade da mulher foi preservada por motivos de segurança. Ainda não se sabe como o acusado conseguiu invadir a instituição de ensino.

De acordo com informações iniciais, o homem não trabalha no local. O paradeiro dele ainda é desconhecido. A reportagem de A TRIBUNA questionou à Prefeitura de Maricá se houve falha em procedimentos de segurança para que o agressor conseguisse invadir a escola. Até o fechamento deste texto, não havia sido enviada resposta. A vítima não quis prestar queixa na delegacia.

 

Fonte: ATribuna