Quebec quadriplica taxa de vacinação contra Covid após exigência de comprovante para comprar álcool e maconha

O número de pessoas que se inscreveu para receber a primeira dose de uma vacina contra a Covid-19 aumentou mais de 400% em apenas uma semana em Quebec, segundo o Ministro da Saúde da província canadense, Christian Dubé.

O crescimento aconteceu após o anúncio de restrições na venda de álcool e maconha – que é legalizada para fins recreativos no país desde 2018 – a não vacinados. Quebec é a segunda província mais populosa do Canadá.

Na sexta-feira (7), Dubé afirmou que o número de agendamentos diários subiu de 1,5 mil para mais de 6 mil e agradeceu aqueles que finalmente decidiram dar o primeiro passo para a imunização.

A mensagem foi publicada um dia após ele dizer que um passaporte sanitário, comprovando a vacinação, passaria a ser exigido de todos aqueles que desejarem entrar em lojas associadas à Société des alcools du Québec (SAQ) e à Société québécoise du cannabis (SQDC), órgãos que regulamentam estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas e maconha na província.

A exigência entra em vigor na terça-feira (18) e será ampliada para outros estabelecimentos não essenciais, que devem ser anunciados nos próximos dias.

Imposto para não vacinados

Na terça-feira (11), o primeiro-ministro do Quebec, François Legault, afirmou que vai cobrar imposto dos adultos que se recusam a tomar vacinas contra a Covid-19, que seria chamado de “contribuição de saúde”.

Legault disse que os detalhes da proposta ainda estão sendo finalizados, mas ela não se aplicará a quem não pode ser vacinado por razões médicas. O premiê afirmou que pessoas não vacinadas prejudicam as demais, por isso devem pagar a contribuição.

Crédito: g1.globo.com

Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Rio afirma que abastecimento dos postos está normalizado após motoristas de caminhões-tanque cruzarem os braços

A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (22), um dia após os motoristas de caminhões-tanque cruzarem os braços em frente à Refinaria de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Eles protestavam contra a alta dos preços do diesel, da gasolina, do etanol e do gás de cozinha.

Segundo o Sindicomb, o abastecimento começou a ser normalizado no fim da noite de ontem. A Associação das Empresas de Transporte de Combustíveis e Derivados do Estado ainda não se pronunciou sobre o fim da paralisação.

Nesta quinta-feira (21), motoristas chegaram a encontrar alguns postos na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, sem gasolina. O mesmo aconteceu nas cidades de Teresópolis e Nova Friburgo, na Região Serrana, onde até mesmo motoristas de ônibus foram aos postos com medo do desabastecimento.

O Sindcomb disse já ter notícias de que os caminhões vão fazer as entregas dos combustíveis no fim de semana. A possibilidade de desabastecimento durante a paralisação deixou a população e os gerentes de postos preocupados. Os motoristas temem que haja um novo aumento no preço dos combustíveis, o que já foi adiantado pelo presidente Jair Bolsonaro.

 

 

Crédito: http://bandnewsfmrio.com.br/