BPRv de Rio Bonito prende mulher com 2.500 pedras de crack, maconha e arma

Uma mulher foi presa na madrugada do último sábado (5), por agentes do posto de Boa Esperança, em Rio Bonito, do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), acusada de transportar em um carro de aplicativo 2.500 pedras de crack, 250 buchas de maconha, e uma pistola com numeração suprimida, além de um carregador e cinco munições. De acordo com a polícia, a droga está avaliada em cerca de R$ 27.500,00.

O veículo em que ela estava como passageira, um Zafira, foi parado na blitz do posto e foi feita uma revista. Segundo os policiais, as drogas foram encontradas dentro de uma bolsa que estava no porta-malas. A acusada teria revelado que o material seria da Penha e seguiria para a comunidade Outeiro, em Araruama, e que receberia R$1.000,00 pelo transporte.

O caso foi registrado na 118ª Delegacia de polícia de Araruama, central de flagrantes.

PF faz operação contra esquema de falsificação de documentos do Exército para venda e porte de armas no RJ

A Polícia Federal (PF) iniciou nesta quinta-feira (10) a Operação Confessio, contra um esquema de falsificação de documentos do Exército para facilitar a venda e o porte de armas no Rio de Janeiro. A própria Força havia alertado a PF sobre a fraude e acompanha as equipes nesta quinta.

Mais de 100 policiais foram mobilizados para cumprir 27 mandados de busca e apreensão. Uma das equipes foi para Vilar dos Teles, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Não há mandados de prisão, mas há a possibilidade de os alvos serem pego em flagrante.

Como era a fraude

Segundo a investigação, a quadrilha falsificava:

  • Certificados de Registro de Armas de Fogo (Crafs);
  • Guias de Tráfego;
  • Certificados de Registro (CRs);
  • Requerimentos para Aquisição de Arma de Fogo e Acessório.

Esses documentos são obrigatórios para quem quer comprar ou possuir armas. A expedição legal dessas licenças depende, por exemplo, de avaliações psicológicas e testes de capacidade técnica — mas, na fraude, os papéis falsos saíam sem qualquer fiscalização.

A falsificação começava com o registro forjado de Caçador, Atirador e Colecionador (CAC). A partir daí, os demais papéis frios eram emitidos.

A PF disse ainda ter encontrado “declarações de próprio punho” de alguns compradores “afirmando estar sem o documento essencial ao recebimento do armamento” e “plenamente conscientes de que isso configura crime” — daí o nome da Operação Confessio.

Os investigados responderão pelos crimes de falsificação de documento público federal, uso de documento falso, comércio ilegal de arma de fogo e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, cujas penas máximas podem somar 28 anos de prisão.

Desburocratização das armas

Desde o Decreto 9.846, de 25 de junho de 2019, qualquer atirador, por exemplo, pode adquirir 60 armas, sendo 30 de uso restrito, e até 80 mil balas e 20 kg de pólvora por ano.

Os caçadores podem adquirir até 30 armas e 90 mil projéteis. Já os colecionadores, que antes podiam adquirir um modelo de cada arma, podem ter cinco exemplares de cada marca.

Em setembro, o g1 mostrou que o ritmo de emissão de licenças para caçadores mais que triplicou durante o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Em 2 anos e 8 meses de gestão, de janeiro de 2019 a agosto de 2021, o Exército concedeu 193.539 certificados de registro (CRs) para caçadores no Brasil. É um aumento de 243% em relação aos 56.400 emitidos entre 2016 e 2018.

A caça é proibida no Brasil. A única exceção é o javali. Desde 2013, a legislação autoriza o manejo do animal – ou seja, o abate para evitar que se reproduza de forma descontrolada, contamine rebanhos de porcos e destrua plantações. E desde que o animal não sofra maus-tratos.

A liberação da caça é uma das promessas de campanha de Jair Bolsonaro. Desde que ele assumiu a presidência, o governo federal já publicou 37 decretos, portarias e projetos de lei que facilitam o acesso a armas e reduzem a fiscalização dos Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs). A Justiça barrou várias dessas medidas.

Pouca fiscalização

Em outubro, o g1 mostrou que em 2020 o Exército fiscalizou apenas 2,3% dos arsenais privados do país — armas que estão nas mãos de caçadores, atiradores e colecionadores, além de lojas e clubes de tiro.

Diferentes decretos presidenciais atribuíram à Força o dever de monitorar o armamento registrado por pessoas ou estabelecimentos. O Exército deveria ter inspecionado 311.908 endereços em todo o Brasil em 2020, mas foi somente a 7.234 desses locais.

Crédito: Portal g1

BPRv de Boa Esperança apreende arma escondida em carro

Não está passando nada no posto do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) de Boa Esperança, em Rio Bonito, nem mesmo uma arma, escondida no console de um carro que trafegava pela RJ-124, na madrugada desta quinta-feira (13), passou batida. A pistola calibre 9 mm estava com cinco munições intactas e foi achada entre o banco do motorista e do carona.

A desconfiança dos policiais teria se iniciado depois que o motorista apresentou nervosismo ao avistar os policiais na via. Por conta disso, os policiais determinaram que o motorista parasse. Ele, o carona e o veículo foram revistados até que a arma foi encontrada.

O caso foi registrado na 119ª Delegacia de Polícia de Rio Bonito.

Vídeo de briga usando um jacaré como arma em praia do Rio viraliza

Se depender dos banhistas que frequentam a Praia da Macumba, na Zona Oeste do Rio, a natureza está muito bem representada. É que muitos deles estão dispostos a brigar para que tudo fique no seu lugar. Pelo menos é isso que afirma a artesã Edina Ferreira, de 33 anos, e que presenciou parte da briga entre dois homens na quarta-feira (20) envolvendo um jacaré.

No vídeo que circula nas redes sociais, um deles usa o animal para ameaçar o outro, enquanto um salva-vidas tenta apartar a briga.

“Estava na praia e vi o senhor que aparece na briga com outras duas pessoas na areia. Eles estavam esperando o Corpo de Bombeiros para resgatar o jacaré. Mas o senhor ficou com o bicho na mão, e um engraçadinho começou a dizer que o jacaré era dele. O rapaz que brigou, acreditou e achou que o senhor estava maltratando o animal, achou que ia levar para a casa”, disse Edina, que só viu o vídeo da briga depois.

O jacaré chegou à praia depois de uma das cheias dos canais de Marapendi e das Taxas, depois de uma semana de chuva no Rio de Janeiro, o que, segundo moradores, é muito comum na localidade.

“Acho que o rapaz não é da região porque ele já chegou brigando, e os moradores do Recreio já estão acostumados com os jacarés que descem até a praia. Alguns pegam e devolvem para o Canal das Taxas, onde eles vivem, mas o certo é aguardar o bombeiro, como o senhor estava fazendo”, diz ela que mora no bairro, frequenta a Praia da Macumba e está acostumadíssima com as visitas dos répteis. O que ele estranhou mesmo foi a briga pelo bicho e com jacaré sendo usado como arma.

“Aqui sempre aparece jacaré, mas briga pelo bicho, nunca tinha visto não”, disse rindo.

A Defesa Civil informou que o salva-vidas conseguiu conter a confusão, e acionou uma equipe do Corpo de Bombeiros para fazer a captura do animal. O jacaré foi devolvido para o Parque Natural Municipal de Marapendi, onde fica o canal das Taxas e o animal vive.

Fonte: g1

Uma arma da Polícia Federal da Argentina é encontrada em tentativa de arrastão na Rodovia Niteró-Manilha, altura de São Gonçalo

Uma pistola da Polícia Federal da Argentina e munições foram apreendidas, na manhã desta segunda-feira (19), durante uma tentativa de arrastão na Rodovia BR-101, Niterói-Manilha, em São Gonçalo. O assalto foi impedido por agentes da Polícia Rodoviária Federal que realizavam uma blitz no local. A ação terminou com um menor de idade baleado na perna. Segundo informações, o adolescente teria participado da tentativa de arrastão junto com outros dois criminosos, que conseguiram fugir. O adolescente foi encaminhado ao Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, em Itaboraí.

 

 

 

 

Fonte: Band News FM Rio