Musa do Carnaval do Rio é encontrada morta em apartamento

A polícia investiga a causa da morte de uma das figuras conhecidas do Carnaval do Rio de Janeiro. Musa da São Clemente, escola do Grupo Especial, a modelo e bailarina Tuane Rocha, de 38 anos, morreu nesta terça-feira (16). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da agremiação. De acordo com informações preliminares, Tuane foi encontrada já sem vida no banheiro de sua casa, no Rio.

Ainda não há detalhes sobre o que ocorreu com a musa. Pessoas ligadas à bailarina e também empresária do ramo de roupas lamentaram nas redes sociais a perda da musa.

 

 

Fonte: osaogoncalo

Casos de corona vírus poderá aumentar em Cabo Frio

Mesmo registrando tendência de queda no número de contágios por Covid-19, o governo estadual do RJ decidiu manter ativo todos os leitos destinados ao tratamento do corona vírus no estado fluminense durante o período do Carnaval. A medida tem como principal objetivo evitar um colapso na rede pública de saúde, como foi visto em Manaus, Amazonas, em janeiro.

Atualmente, a taxa de ocupação nas Unidades de terapia intensiva (UTI) é de 59%. Já os leitos de enfermaria registraram ocupação de 43%.

Em Cabo Frio, a cidade ficou lotada durante todos os dias de Carnaval, diversas festas clandestinas aconteceram na cidade. Cabo Frio hoje registra cerca de 6.818 casos confirmados de pessoas infectadas, os números de óbitos passa de 300, já os hospitais da cidade, tem a ocupação de leitos para Covid-19, sendo CTI: 25% e Enfermaria: 19%.

Apesar das recomendações contra as aglomerações e dos decretos impedindo a realização de festas de carnaval e blocos de rua, muita gente ignorou o risco de transmissão da Covid-19 em Cabo Frio.

 

 

 

Fonte: rlagosnoticias.com.br

Prefeitura divulga balanço da Força-Tarefa durante o Carnaval

O feriado de carnaval foi de muito trabalho nas unidades de Saúde de Maricá, mas as unidades suportaram bem a demanda com equipes completas e totalmente abastecidas. Foram registrados 1.277 atendimentos no Hospital Municipal Conde Modesto Leal (Centro); 855 atendimentos na Unidade de Pronto Atendimento de Inoã (UPA Inoã); 526 atendimentos no Posto de Saúde Santa Rita 24h (Itaipuaçu) e 29 atendimentos na Tenda de Emergência de Ponta Negra. Já nas tendas de COVID-19, o número de atendidos foi: 145 na tenda Upa; 174 na tenda Centro e 170 na tenda de Itaipuaçu.

Além disso, a Prefeitura realizou uma força tarefa de sexta à terça-feira, 12 a 16/02, para evitar aglomerações e a desobediência do decreto municipal que proibia a realização de festas.

A Secretaria de Ordem Pública e Gestão de Gabinete Institucional (SEOP) realizou 346 notificações; 32 apreensões de veículos; averiguou 92 denúncias feitas pelo Disk SEOP. Além disso, 1296 pessoas receberam orientação sobre as medidas de combate ao coronavírus em todo o município e 5 conduções de pessoas à delegacia (82ª DP). O efetivo contou com cerca de 616 agentes, entre Guarda Municipal, Proeis e Seop.

“Infelizmente muitas pessoas mostraram não ter consciência com a pandemia. Detectamos aglomerações e festas ‘clandestinas’. Nossas equipes trabalharam incansavelmente com o objetivo de minimizar os reflexos em leitos de hospitais lotados como efeito de aglomerações deste carnaval”, disse o secretário da Seop, Júlio Veras.

Dados da Secretaria de Trânsito, garantem que foram cometidas 140 infrações de trânsito. A maioria, em Ponta Negra e Itaipuaçu, por estacionamento na calçada (passeio).

O efetivo contou com 60 orientadores divididos entre os turnos, sendo a maioria empregada durante o dia e dividos em Ponta Negra, Cordeirinho, Espraiado e Itaipuaçu (Recanto, Barroco e Rua 1).

Em Ponta Negra também foi realizada a divisão do trânsito em duas vias principais em mão única. E bloqueios foram necessários nos acessos à Cachoeira do Espraiado; ao Farol de Ponta Negra e ao Recanto de Itaipuaçu.

Com 21 postos de salvamento nas praias, dois pontos de apoio e salvamento na Lagoa do Boqueirão e Orla Zé Garoto, além de 4 tendas de atendimento e identificação de crianças (Itaipuaçu, Barra de Maricá, Cordeirinho e Ponta Negra), a Defesa Civil atuou com 248 agentes; 4 quadriciclos e um barco. Foram 3333 atendimentos a frequentadores e turistas; 1537 crianças identificadas; 6917 prevenções no mar; 8 salvamentos e 1 afogamento com óbito.

A Secretaria também ficou responsável pela sinalização, através de bandeiras espalhadas por toda extensão de areia, orientando os banhistas sobre as condições do mar. De sexta à terça-feira, dias 12 a 16/02, a Coordenadoria de Postura atuou na dispersão de 200 grupos que faziam churrascos na orla, às margens dos canais do Recanto e de Ponta Negra, nas lagoas e cachoeiras do Espraiado e do Silvado.

Além disso, 150 ambulantes sem autorização foram retirados dos locais em que haviam se estabelecido e outros 20 foram intimados a comparecer à Coordenadoria de Postura para prestar esclarecimentos. Também foram removidos 100 acampamentos irregulares em áreas de preservação ambiental e derrubadas 10 construções igualmente irregulares erguidas na beira da praia, cujos proprietários foram notificados.

Região dos Lagos registram aglomerações em festas clandestinas

O fim de semana foi de muito trabalho para os agentes de fiscalização de algumas cidades da Região dos Lagos. Devido à pandemia da Covid-19, o carnaval deste ano foi cancelado, no entanto, mesmo com as determinações, festas com aglomerações foram registradas em, pelo menos, quatro cidades da região: São Pedro da Aldeia, Cabo Frio, Araruama e Búzios. Além de Maricá, onde também houve registros.

Em São Pedro da Aldeia, agentes encerraram uma festa clandestina de música eletrônica na manhã do domingo (14). De acordo a fiscalização, evento tinha aproximadamente 200 pessoas. As equipes chegaram ao local após denúncia de som alto durante a madrugada.

Os organizadores da festa, o proprietário do sítio e os responsáveis pelo equipamento de som foram conduzidos para a Delegacia Policial para aplicação das medidas cabíveis e multas pertinentes, segundo o município.

Evento clandestino em São Pedro da Aldeia, RJ, contava com estrutura de som  — Foto: Divulgação/Prefeitura de São Pedro da Aldeia

Na cidade, até o dia 22 de fevereiro, estão proibidos por decreto eventos com som que possam causar aglomerações de pessoas, além de concentrações e desfiles de agremiações, blocos carnavalescos ou atividades recreativas. As restrições também são válidas para as praias e áreas de uso comum em espaços públicos ou particulares.

Em Araruama, sete bares e casas noturnas foram notificadas sexta, sábado e domingo porque excederam os 50% de público ou porque passaram do horário de fechamento, às 23h.

Em Cabo Frio, a fiscalização encerrou festas e dispersou aglomerações neste fim de semana, segundo o município. Um dos eventos clandestinos aconteceu em uma casa no bairro Gamboa. No bairro da Passagem, bares foram fechados por extrapolarem o horário de funcionamento e provocarem aglomerações.

A Prefeitura de Cabo Frio disponibilizou os telefones da Guarda Municipal (22) 99722-8126 para irregularidades no trânsito, Turismo (22) 98181-2868 para festas e eventos clandestinos e Meio Ambiente (22) 99810-0396 para denúncia de poluição sonora.

Em Búzios, 11 festas foram paralisadas, sendo seis clandestinas e quatro em casas noturnas. Além disso, dez estabelecimentos foram notificados e três autos de infração emitidos. As comemorações nas casas noturnas estavam sendo realizadas com som alo, com pessoas sem máscaras e grande aglomeração, segundo a prefeitura. Os estabelecimentos foram fechados e multados com infração grave. Denúncias sobre aglomerações podem ser feitas por mensagem por aplicativo pelo número (21) 99671-6900.

Já em Maricá, a Operação Carnaval 2021 realizada pela secretaria de Ordem Pública e Gestão de Gabinete Institucional da cidade realizou, em três dias, 181 notificações de trânsito, sete veículos apreendidos, três conduções de pessoas a delegacia, além de 753 pessoas orientadas quanto as medidas de prevenção a Covid-19 e 55 atendimentos a Disk Secretaria de Ordem Pública (Seop).

Rio interdita 14 estabelecimentos por irregularidades no carnaval

Agentes de diversos órgãos da prefeitura do Rio de Janeiro aplicaram multas e interditaram estabelecimentos em diferentes partes da cidade durante operação de combate a aglomerações irregulares no período de carnaval. Desde a última sexta-feira (12), o total de interdições chega a 14, em um universo de 43 inspeções sanitárias, das quais 25 resultaram em autos de infração.

Segundo balanço divulgado no início da tarde de hoje (14) pela Secretaria Municipal de Ordem Pública, quatro estabelecimentos foram interditados entre a noite deste sábado (13) e a madrugada de domingo. A fiscalização também determinou o fechamento de um bar e de um veículo de food truck na Ilha do Governador entre a manhã e a tarde de sábado.

Bares e restaurantes estão autorizados a abrir na cidade do Rio de Janeiro, mas precisam seguir as recomendações para o nível de risco alto de transmissão de covid-19, segundo classificação do último boletim epidemiológico. Entre as obrigações estão não vender bebidas a clientes sentados e manter os conjuntos de mesas e cadeiras a 1,5 metro de distância uns dos outros. Também não é permitida a apresentação de música ao vivo. Já as boates só podem funcionar com 1/4 da capacidade de público, sem pista de dança nem música ao vivo.

Na noite de sábado e madrugada de domingo, fiscais conferiram denúncias de eventos na Barra da Tijuca, no Recreio dos Bandeirantes, em Ipanema, na Gávea e na Lagoa. Também houve fiscalização no Leblon e na Tijuca.

O resultado foi a aplicação de sete multas e a interdição de quatro estabelecimentos, além da apreensão de equipamentos de som em três casos. Em um bar no Joquei Club, os fiscais flagraram um baile de carnaval com centenas de pessoas, que foram dispersadas após a interdição da casa e a apreensão dos equipamentos de som. Já no Recreio, os fiscais coibiram aglomerações na Praça Seis, onde dois estabelecimentos e um food truck foram interditados.

No Leblon, agentes da Guarda Municipal precisaram fazer a desobstrução da Rua Dias Ferreira, que vem repetidamente registrando aglomerações durante a pandemia. Caixas de som foram apreendidas, bares receberam autuações de infrações sanitárias e até uma banca de jornal que vendia bebidas alcóolicas teve o material apreendido.

A operação de prevenção a aglomerações no carnaval seguirá até o dia 22 de fevereiro. Escolas de samba e blocos de carnaval oficiais se comprometeram a não promover aglomerações este ano. Os blocos que desrespeitarem as medidas de prevenção serão descredenciados do carnaval de 2022.

 

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br