Suspeito de matar idosa após acidente de trânsito em Cabo Frio vai ficar mais tempo preso

O montador de churrasqueira Rogério Oliveira da Silva, de 32 anos, teve a prisão em flagrante convertida para preventiva na última terça-feira (18/01) pelo juiz Antonio Luiz da Fonsêca Lucchese, da 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). Ele é acusado de estrangular até a morte uma idosa de 68 anos depois de um acidente de trânsito, em Cabo Frio, Região dos Lagos. Ao perceber que seu irmão, que conduzia o veículo no qual estava, estaria preso nas ferragens, Rogério teria descido do automóvel, ido em direção ao outro carro e puxado Maria Augusta Baião pelo pescoço, provocando esganaduras fatais.

Na audiência realizada na Central de Audiência de Custódia de Benfica, o magistrado considerou ser necessária a prisão preventiva de Rogério destacando que os fatos imputados ao custodiado são tipificados como crimes graves.

“Em razão da gravidade em concreto do crime, considerando que existem indicativos de que o indiciado se encontrava embriagado e, após o acidente de trânsito, teria tentado arrancar a motorista do outro automóvel, causando-lhe esganaduras fatais, tratando-se de uma idosa de 68 anos, o que inclusive se caracteriza como causa de aumento, considero que nenhuma das medidas cautelares diversas da prisão previstas no artigo 319 do CPP, aplicadas isoladas ou cumulativamente, são suficientes para garantir a ordem pública, ou a aplicação da lei penal. Além disso, por conveniência da instrução criminal.”

 

Crédito: Assessoria de Imprensa TJRJ

Estrangulamento, morte a marretadas e filhos assassinados pela mãe: semana no Rio é marcada por crimes violentos

A semana foi marcada por crimes violentos no Rio de Janeiro. Entre segunda e a última quinta-feira, o estado registrou casos de filicídio, morte a marretadas, suicídio na Ponte Rio-Niterói e estrangulamento de mãe e filha. Em Guapimirim, uma mãe matou os dois filhos, de 6 e 3 anos, a facadas. Em São Gonçalo, uma mulher foi morta a tiros e golpes de marreta pelo ex-marido, que não aceitava o fim da relação e, em seguida, se jogou da Ponte Rio-Niterói. Já em Magé, Baixada Fluminense, corpos de mãe e filha foram encontrados com suspeita de estrangulamento.

Stephany Ferreira Peixoto, de 36 anos, que, segundo a polícia, matou seus dois filhos, Bruno, de 6 anos, e Arthur, de 3, tentou se matar em seguida, no bairro Paiol, em Guapimirim, cortando os dois pulsos. O crime ocorreu na última segunda-feira. A briga ocorrida entre a dona de casa e o marido é o principal ponto de investigação da polícia para chegar ao motivo do filicídio. Era a quinta tentativa de reconciliação.

Antes de matar as crianças, Stephani mandou um áudio para o pai anunciando que cometeria o crime e iria se matar. Os peritos apreenderam dois celulares: o da suspeita e o do filho de 15 anos, que ela usava para falar com o marido após a morte dos meninos. Os agentes também encontraram a faca utilizada no crime. A dona de casa vai responder, segundo a polícia, por homicídio qualificado com dois agravantes: motivo fútil e impossibilidade de defesa das vítimas.

Em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, Bruna Araújo de Souza, de 31 anos, foi morta a tiros e golpes de marreta pelo ex-marido, Haroldo da Silva Amorim, de 41 anos, na manhã da última quinta-feira, dia 13. Ele teria cometido o crime por não aceitar o fim da relação e, em seguida, furtado um carro em uma oficina próxima da residência do casal, no bairro Rio do Ouro, fugido e se jogado da Ponte Rio-Niterói.

Mesmo separada há quatro meses, Bruna temia pela sua vida e de sua filha mais velha, de 17 anos. O motivo, segundo familiares, eram as ameaças que sofria do ex-marido. O casal ficou junto por 14 anos.

Na última quarta-feira, dia 12, os corpos da copeira Ester Silva e da filha Yasmin foram encontrados em uma casa em Magé, Baixada Fluminense. De acordo com o Samu, não havia sinais de violência externa nos corpos. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, que investiga o caso, a suspeita é de que as vítimas tenham sido mortas por estrangulamento, mas só o laudo da necropsia poderá confirmar a causa.

Para amigos e familiares, o ex-marido de Ester é o principal suspeito. Uma ex-colega de trabalho da copeira, Graziele dos Santos, relata que as brigas com ele eram constantes mas que nunca ouviu sobre agressões.

 

Crédito: Jornal Extra

Por não achar tampa de marmita, homem tenta estrangular a mulher com barra de ferro

Um homem de 39 anos foi preso nesta segunda-feira (22) por agredir e tentar estrangular a companheira com um barra de ferro no município de Guapimirim por não achar a tampa de uma marmita. Ele foi detido por policiais civis da 67ª DP (Guapimirim) na Rodovia RJ-122, estrada que liga àquela cidade ao município de Cachoeiras de Macacu.

Segundo informações dos agentes, o homem, que não foi identificado, agrediu a mulher com socos e chutes, fez ameaças e ainda tentou a estrangular com uma barra de ferro. As cenas foram testemunhadas por uma vizinha do casal, que ajudou a vítima a fugir.

O motivo da agressão, de acordo com a vítima, foi o fato do autor não ter encontrado a tampa da marmita que ela havia feito para ele, o que resultou em uma discussão. A mulher disse, ainda, que essa não foi a primeira vez que o companheiro a agrediu. Ela, no entanto, nunca chegou a fazer uma denuncia na delegacia.

 

 

Fonte: rlagosnoticias