Venda de ingressos para o carnaval 2022 no Rio começa hoje

A venda de ingressos para o primeiro desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro desde o início da pandemia de covid-19 foi aberta hoje (14). Os valores variam de R$ 115 para cadeiras numeradas no setor 12 (dispersão) a R$ 500 para arquibancada numerada no setor 9 (meio do Sambódromo).

O carnaval do ano que vem será nos dias 26 (sábado), 27 (domingo), 28 de fevereiro (segunda-feira) e 1º de março (terça-feira).

Os desfiles do grupo especial estão marcados para os dias 27 (domingo) e 28 de fevereiro. Também é possível garantir vaga no desfile das campeãs, que será no dia 5 de março, sábado. Os ingressos estão sendo vendidos pela internet.

Desfiles

Os bilhetes para os desfiles de domingo valem da noite do dia 27 até a madrugada do dia 28. Nesse primeiro dia, passam pela Marquês de Sapucaí as escolas de samba Imperatriz Leopoldinense, Estação Primeira de Mangueira, Acadêmicos do Salgueiro, São Clemente, Unidos do Viradouro, Beija-Flor de Nilópolis.

Já os ingressos para a segunda-feira valem da noite do dia 28 até a madrugada do dia 1º.  Para esse dia, estão previstos os desfiles de Paraíso do Tuiuti, Portela, Mocidade Independente de Padre Miguel, Unidos da Tijuca, Acadêmicos do Grande Rio, Unidos de Vila Isabel.

 

Fonte: O São Gonçalo

Redes municipal e estadual de ensino do Rio iniciam hoje o ano letivo

As redes de ensino estadual do Rio de Janeiro e municipal da capital fluminense iniciam hoje (8) o ano letivo. As escolas municipais da capital inicialmente terão apenas ensino a distância. Nos primeiros dias, as aulas serão transmitidas pela TV Escola (canal 2.3), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 20h30.

A partir de 23 de fevereiro, começa a funcionar o ensino remoto através do aplicativo Rio Educa em Casa. Além disso, será oferecido aos alunos material impresso.

As aulas presenciais começam no dia 24 para os alunos da pré-escola e dos 1º e 2º anos do ensino fundamental. As demais séries voltarão nas semanas seguintes, de acordo com calendário da Secretaria Municipal de Educação.

Na segunda etapa, duas a três semanas depois, devem retornar os alunos de parte das creches e do 3º, 4º, 5º, 9º e parte do 6º ano. E duas a três semanas depois da segunda etapa, voltam às aulas presenciais os estudantes de parte das creches e do 6º ano, além dos 7º e 8º anos, da educação de jovens e adultos (Peja) e das classes especiais.

No entanto, o retorno presencial não é obrigatório para os alunos. Profissionais de educação que façam parte do grupo de risco para a covid-19, como idosos e pessoas com comorbidades, não voltarão às atividades presenciais enquanto não forem vacinados.

Apenas escolas que possam adotar os protocolos de segurança contra a covid-19 reiniciarão as aulas. As demais terão que receber adaptações em suas instalações e comunicarão à comunidade a data do retorno.

Rede estadual

Já a rede estadual inicia o ano letivo, mas ainda sem aulas. Em fevereiro, as escolas do estado receberão os alunos – em grupos e horários pré-agendados – para fazer uma avaliação socioemocional. A ideia é fazer um diagnóstico para saber o que os alunos esperam da escola depois de um ano fora da sala de aula.

As aulas só serão retomadas no dia 1º de março no modelo híbrido, ou seja, presencial e também remoto. O ensino presencial será feito com revezamento das turmas, em dias alternados.

 

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Volta nesta terça-feira a circução do BRT após a paralisação

Depois de um dia inteiro de paralisação, os serviços do BRT voltaram a funcionar e os ônibus trafegam de maneira normal nesta terça-feira (2).

Desde o início da manhã, já havia fila de passageiros na estação de Santa Cruz, Zona Oeste da cidade.

Na Estação do Mato Alto, também na Zona Oeste, era possível ver, na manhã desta terça, uma estrutura de segurança montada nas proximidades do terminal. Homens da Guarda Municipal e da Polícia Militar faziam a proteção do local.

O retorno do funcionamento do BRT também marcou a volta de imagens comuns aos usuários do serviço: passageiros aglomerados em ônibus lotados.

Em Madureira, na Zona Norte, as plataformas de embarque estavam cheias. Alguns passageiros reclamam de atrasos de meia hora, mas os ônibus estavam em funcionamento.

Fonte: g1.globo.com

Ex-vereador do município de Duque de Caxias foi preso hoje (19) por desvio de combustível

Um ex-vereador do município de Duque de Caxias, Baixada Fluminense, e ex-policial militar Alexsandro Mendonça Rosa, o Alex Rosa (PSL), foi preso hoje (19) na segunda fase da Operação Pit-Stop, deflagrada por policiais civis da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados do Rio de Janeiro. O homem é apontado como chefe da organização criminosa que atua em um esquema de desvio de combustíveis. Também foram presas outras quatro pessoas, que segundo a Secretaria de Polícia Civil do Rio, são envolvidas com ele. De acordo com a secretaria, todos são investigados no esquema de desvio de combustíveis.

Além de Duque de Caxias, os mandados se estendem à cidade do Rio de Janeiro. As investigações apontam que o lucro líquido da organização criminosa alcança cerca de R $1,5 milhão por mês.

A secretaria informou que a investigação começou em junho de 2020. Na época, houve uma ação em um depósito em Campos Elíseos, em Duque de Caxias, que fazia a receptação de combustível. De acordo com a pasta, no local havia quatro tanques com capacidade para 15 mil litros cada, lacres de transporte, dois caminhões-tanque e veículos do restaurante que pertencia ao então vereador.

Na primeira fase da Operação Pit-Stop, realizada em agosto de 2020, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, inclusive na residência e no gabinete do ex-vereador na Câmara de Duque de Caxias. Os policiais apreenderam telefones celulares, computadores e documentos que indicaram a participação dos envolvidos no esquema de desvio de combustível conhecido como Bica ou Baldinho. Nele, motoristas desviavam parte do material transportado para depósitos clandestinos de abastecimento.

A Polícia Civil afirmou que os depósitos clandestinos eram “estrategicamente localizados próximos às distribuidoras em Duque de Caxias, para não configurar desvio de rota”. Na avaliação da polícia, os depósitos funcionavam  “como uma espécie de Pit-Stop para os motoristas, que furtam partes fracionadas do material transportado, adulterando o lacre e ludibriando o destinatário final da entrega. O combustível desviado é redistribuído em postos de gasolina do investigado, onde é revendido a preço de mercado”.

 

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Avião com a vacina contra a covid-19 chega no Aeroporto Santos Dumont em Rio de Janeiro

Após quatro horas de atraso, o voo com a vacina contra a Covid-19 chegou às 17h no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Uma aeronave comercial trouxe parte do primeiro lote, e o governo confirmou que a imunização começa ainda nesta segunda-feira (18). O lote será encaminhado para o Centro de Distribuição de Niterói, mas ainda não tem previsão de chegada.

Outros dois voos estão previstos, segundo a companhia aérea Azul para trazer os outros lotes. O primeiro voo sai de Guarulhos às 18h15 e pousa no Galeão às 19h30. O segundo sai de Guarulhos às 3h40 e pousa no Galeão às 4h45 de terça (19).

O Ministério da Saúde reservou 487.520 doses ao RJ.

Duas mulheres serão as primeiras a receber a vacina no estado

Uma idosa que vive em um abrigo e uma profissional da saúde serão as primeiras vacinadas na campanha contra a Covid-19 na cidade do Rio de Janeiro.

Terezinha da Conceição, de 80 anos, e Dulcinea da Silva Lopes, 59 anos, vão receber a dose da Coronavac em um ato simbólico no Cristo Redentor, marcando o começo da distribuição das vacinas.

Terezinha foi acolhida pela prefeitura em 2015. Ela estava em situação de vulnerabilidade e risco social, pois sua casa foi demolida pela Defesa Civil. A residência, no Bairro Santo Cristo, na Zona Portuária, não tinha saneamento básico e estava próxima à ribanceira.

Já Dulcinea trabalha na linha de frente do combate à Covid-19 há 8 meses. Ela é técnica de enfermagem do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, unidade de referência da Prefeitura do Rio no tratamento da doença. Ela também trabalhou por 8 anos como agente comunitária de saúde.

 

Fonte: atribunarj.com.br