Na Grécia, turista tenta tirar selfie ao desembarcar de helicóptero e morre atingido pela hélice

Um turista de 21 anos do Reino Unido morreu atingido pela hélice de um helicóptero em que ele havia viajado de Atenas para Mikonos, na Grécia, na segunda-feira (25).

Jack Fenton, a vítima, morreu na hora. De acordo com o jornal “The Guardian”, ele estava tirando uma selfie no heliponto e foi atingido por uma hélice traseira segundos depois do pouso.

Os pais dele estavam em um outro helicóptero. O piloto foi avisado da tragédia, e voou de volta para Atenas.

Ele era um estudante na universidade Oxford Brookes. O corpo vai ser levado ao Reino Unido.

Prisões

O piloto e dois engenheiros de pista foram detidos, segundo o “Guardian”. Um inquérito foi aberto para investigar se houve negligência. As hélices deveriam estar paradas para que os passageiros pudessem desembarcar.

O piloto pode ser acusado de homicídio culposo.

Destino dos ricos

Mykonos, na Grécia, tornou-se um destino para as pessoas muito ricas. Elon Musk, o sócio da Tesla, esteve lá neste mês.

A empresa de transporte aéreo do incidente, a Superior Air, faz o trajeto entre Atenas e Mykonos com regularidade.

 

Crédito: g1

Idosa morre após ataque de pitbull em Nilópolis, na Baixada Fluminense

Uma mulher, identificada como Joselina Serqueira, de 81 anos, morreu depois de ser atacada por um pitbull na manhã desta sexta-feira (15) em Nilópolis, na Baixada Fluminense. A vítima passava pela estrada Elizeu Alvarenga, altura do número 2245, no bairro Olinda, quando sofreu o ataque.

Bombeiros do quartel de Nilópolis foram acionados. Porém, quando chegaram no local, a mulher já estava morta. O proprietário do animal e uma testemunha foram conduzidos à 57ª DP (Nilópolis).

Outros ataques

Diversos outros ataques ocorreram no Rio de Janeiro em 2022, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, e também em Laranjeiras, na Zona Sul.

Outro caso foi registrado em Niterói, na Região Metropolitana, quando uma menina foi atacada em janeiro.

Na segunda-feira, um pitbull também matou um porco em Campo Grande, na Zona Oeste. O dono do cachorro se justificou:

“Eu fiquei chateado com o que houve. O bichinho foi a óbito, mataram o porquinho aí, da vizinha aí, eu mesmo irei conversar com o dono do porquinho pra ver o que pode ser feito. Mas lembrando que é a cadeia alimentar, né, é instinto do cachorro, mas graças a Deus não aconteceu um fato aí grave, entendeu?”.

 

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James Caan, ator de ‘O poderoso chefão’, morre aos 82 anos

O ator James Caan, que interpretou Sonny Corleone em “O Poderoso Chefão”, morreu na quarta-feira (6) aos 82 anos. A notícia foi confirmada nesta quinta-feira (7) através do perfil oficial do ator no Twitter.

A causa da morte não foi confirmada.

“É com grande tristeza que informarmos a vocês a morte de Jimmy (apelido de James) na tarde de 6 de julho. A família aprecia as demonstrações de amor e condolências e pede que vocês continuem a respeitar a privacidade deles durante este período difícil”, diz o comunicado.

James Caan foi indicado ao Oscar de ator coadjuvante por seu papel como Sonny Corleone, o filho mais velho de Vito Corleone (Marlon Brando) no primeiro filme da trilogia “O poderoso chefão”, de 1972.

Ele também está no elenco do segundo filme da saga, de 1974.

O ator nascido em Nova York começou a atuar em peças de teatro fora do circuito da Broadway e estreou na TV série “Naked City”, de 1961.

Seu primeiro papel no cinema foi em “Irma la Douce”, de Billy Wilder, de 1963.

Logo antes de “O poderoso chefão”, James Caan se destacou e foi indicado ao Emmy pelo filme “Glória e Derrota”, de 1971.

O ator americano também ficou conhecido por filmes como “Louca obsessão” (1990), “Profissão: Ladrão” (1981) e “Rollerball: Os Gladiadores do Futuro” (1975).

Entre os filmes mais recentes em que ele atuou estão “Dogville” (2003), “Um Duende em Nova York” (2003) e “Agente 86” (2008) e a série “Las Vegas”. O último filme lançado com ele foi a comédia “Queen bees” de 2021.

James Caan participou do filme “Gun Monkey”, em fase de pós-produção e previsto para ser lançado em 2023, dirigido por Phillip Noyce, ao lado de Pierce Brosnan e Morena Baccarin.

 

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Motorista morre em acidente na Avenida Brasil; congestionamento na cidade chega a 120 km

Um motorista morreu após um caminhão tombar na Avenida Brasil, na altura do Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, na pista sentido Centro, na madrugada desta terça-feira (14).

Às 8h, os engarrafamentos em toda a cidade já somavam 120 quilômetros, segundo informações do Centro de Operações Rio. A média das demais terças-feiras na cidade é de 62 quilômetros.

O tempo chuvoso e, principalmente, o acidente na via expressa, são as principais causas do congestionamento.

O caminhão transportava sacos de terra e adubo para plantas e a perícia no local já foi realizada.

Por volta das 7h20, a pista estava interditada e o trânsito sendo desviado para a via lateral.

 

Crédito: g1

Milton Gonçalves, ícone da TV brasileira, morre aos 88 anos

O ator e diretor Milton Gonçalves, ícone da TV brasileira, morreu no Rio nesta segunda-feira (30), aos 88 anos.

Conhecido por trabalhos marcantes em novelas como “O bem-amado” (1973), “Pecado capital” (1975) e “Sinhá Moça” (1986), ele morreu em casa por volta de 12h30, segundo a família, por consequências de problemas de saúde decorrentes de um AVC sofrido em 2020.

Na ocasião, o ator ficou três meses internado e precisou de aparelhos para respirar.

O velório acontecerá nesta terça-feira (31) no Theatro Municipal, no Centro da cidade. O horário ainda não foi divulgado.

O ator também venceu preconceitos e lutou pelo reconhecimento do trabalho dos negros, como lembrou o filho e também ator Mauricio Gonçalves.

Nascido em 9 de dezembro de 1933, na pequena cidade de Monte Santo, em Minas Gerais, Milton Gonçalves fez mais de 40 novelas só na Globo, onde também atuou em programas humorísticos e minisséries de sucesso, como as primeiras versões de “Irmãos Coragem” (1970); “A Grande Família” (1972); e “Escrava Isaura” (1976).

Outros trabalhos de destaque do ator foram as séries “Carga Pesada” (1979) e “Caso Verdade” (1982-1986).

Sua atuação como Pai José na segunda versão da novela “Sinhá Moça” (2006) lhe valeu a indicação para o prêmio de Melhor Ator no Emmy Internacional. Na cerimônia, apresentou o prêmio de Melhor Programa Infanto-juvenil ao lado da atriz americana Susan Sarandon. Milton foi o primeiro brasileiro a apresentar o evento.

A última novela que o ator Milton Gonçalves participou na TV Globo foi “O Tempo Não Para” (2018), quando interpretou o catador de materiais recicláveis Eliseu.

Ainda criança, Milton se mudou com a família para São Paulo, onde foi aprendiz de sapateiro, de alfaiate e de gráfico. Ele fez teatro infantil e amador. Sua estreia profissional acorreu em 1957, no Arena, na peça “Ratos e Homens”, de John Steinbeck.

Junto com Célia Biar e Milton Carneiro, Gonçalves formou o primeiro elenco de atores da Globo. Ele chegou à emissora a convite do ator e diretor Otávio Graça Mello, de quem fora companheiro de set no filme “Grande Sertão” (1965), dos irmãos Geraldo e Renato Santos Pereira.

“Não tinha inaugurado nada ainda. Os três estúdios, aquele auditório, pareciam para mim os estúdios da Universal. O primeiro salário foi 500 cruzeiros. E eu fiquei feliz”, recordou Milton em um depoimento para a TV Globo.

Ator lutou por bons papéis para negros

O filho de Milton Gonçalves, o também ator Maurício Gonçalves, lembrou que o pai venceu preconceitos e lutou pelo reconhecimento do trabalho dos negros.

“Esse Milton que as pessoas não conhecem, batalhador. Nunca deixou cair a peteca no que tange aos filhos. O maior ensinamento meu pai me passou: ser guerreiro, nunca abaixar a cabeça a não ser para os sábios, mas lutar o tempo todo”.

Maurício disse que sempre teve o pai como herói. Quando criança, quando viu a personagem Zelão das Asas voando na novela ficou ainda mais impressionado.

“Ele sempre voou e gerou esses frutos. A gente tenta fazer o melhor possível, a gente tenta honrar essa memória do meu pai. A gente tenta fazer o melhor, mas é lutar para tentar chegar perto”, disse Maurício.

Outras personagens como Rainha Diaba também foram muito marcantes. Era a época da ditadura, e Maurício diz que não deve ter sido fácil fazer um fora da lei, negro e homossexual, num tempo difícil, cheio de preconceitos.