Gusttavo Lima é processado por dona do número de telefone em música cantada por ele

A música “Bloqueado” tem causado problemas na vida de uma arquiteta desde agosto de 2021, quando a faixa foi lançada na voz de Gusttavo Lima. De acordo com Ancelmo Góis, do O Globo, a mulher está processando o cantor por usar o seu número de celular na letra da canção.

Com mais de 21 milhões de visualizações no YouTube, a música conta com um tal telefone bloqueado de um amor não correspondido. O detalhe é que a arquiteta passou a receber ligações e mensagens, sendo perturbada por essa história.

Na ação da 24ª Vara Cível de SP, ela diz ser casada há 12 anos e nunca ter conhecido o cantor Gusttavo Lima. Por conta disso, a mulher pede indenização de, no mínimo, R$ 105 mil.

Além do dinheiro, ela pede que a música deixe de ser veiculada e que a letra seja alterada com a retirada de seu número de telefone. A equipe do artista sertanejo ainda não se pronunciou sobre o assunto.

 

Crédito: br.noticias.yahoo.com

Marília Mendonça é homenageada e família recebe troféu no Prêmio Multishow 2021

Marília Mendonça foi uma das homenageadas do Prêmio Multishow 2021, que aconteceu na noite da última quarta-feira (8). No palco, Ivete Sangalo, Iza e Luisa Sonza cantaram alguns hits da artista.

Além disso, a sertaneja foi eleita como cantora do ano, categoria que concorria ao lado de Iza, Ivete Sangalo, Luísa Sonza e Anitta, após o acidente aéreo que causou a morte de Marília aos 26 anos, em novembro.

Dona Ruth e João Gustavo, mãe e irmão de Marília Mendonça, e Wander Oliveira, empresário da cantora, foram os responsáveis por subir ao palco e receber o troféu em nome da artista.

“É motivo de muita honra estar aqui representando a minha filha hoje. Agradecer pelo carinho de todos vocês, o carinho do Brasil e do mundo com ela, com a gente, pelas orações. A gente segue forte porque nós podemos compartilhar essa dor com vocês. E dedicar esse prêmio ao rebanho de fãs, que ela sempre amou e a gente ainda ama”, afirmou Ruth, passando, em seguida, o microfone ao filho.

“A Marília queria ver todo mundo feliz. Todos que estão aqui hoje, tenho certeza que puderam dividir um pouco alguma experiência com a Marília, algum ensinamento, e sei que você guardam isso no coração”, afirmou João Gustavo.

A premiação, que foi comandada por Iza e Tatá Werneck, também contou com uma homenagem a Paulo Gustavo. O humorista apresentou várias vezes a premiação e morreu de Covid-19, aos 42 anos, em maio.

Outra homenageada da noite foi Cássia Eller. Chico Chico, filho da artista, cantou a música “Mãe”, no evento, marcando os 20 anos de morte da cantora.

A noite ainda contou com números musicais de Ivete Sangalo e Carlinhos Brown, Barões da Pisadinha, Emicida, Juliette, Duda Beat, Marina Sena, Juliette, Luísa Sonza, entre outros artistas.

Já a lista de premiados contou com a cantora Anitta e a dupla Israel e Rodolffo, levando dois troféus pra casa cada. Marina Sena, Luan Santana e Lagum também estão entre premiados.

Veja a lista de indicados nas principais categorias:

Música do ano – ‘Girl From Rio – Anitta

Clipe TVZ – ‘Girl From Rio’ – Anitta

Cantor do ano – Luan Santana

Cantora do ano – Marília Mendonça

Experimente (revelação) – Marina Sena

Grupo do ano – Lagum

Performance do ano – Ivete Sangalo

Hit do ano – ‘Batom de Cereja’ – Israel & Rodolffo

Dupla do ano – Israel & Rodolffo

 

Categorias do Superjúri

Revelação do ano – Marina Sena

Canção do ano – ‘Crash’ – Juçara Marçal

Álbum do ano – ‘Delta Estácio Blues’ – Juçara Marçal

 

 

Crédito: g1.globo.com

Quase 100 composições registradas de Marília Mendonça ainda não foram gravadas

Marília Mendonça registrou 98 composições que não foram lançadas por ela nem por outros artistas. As obras estão registradas no Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), mas nunca se transformaram em uma gravação comercial (fonograma).

Saiba mais sobre as composições registradas por Marília Mendonça:

  • Marília Mendonça tem 331 composições registradas no Ecad.
  • Dessas 331, 152 foram gravadas por outros artistas. Elas são da época em que Marília era apenas compositora, entre 2012 e 2016.
  • Depois, Marília se lançou como cantora e gravou 58 músicas que ela mesma escreveu.
  • O g1 analisou cada obra e encontrou 23 registros duplicados ou com nomes diferentes para a mesma composição.
  • As outras obras são as 98 que têm registro de composição, mas não de fonograma.
  • A lista dessas composições está na “Mariliateca”, que também mostra todas as 440 músicas já escritas ou gravadas por ela.

Autora frenética

Quase todas essas composições sem fonogramas são de antes de 2017, quando Marília deu uma pausa na escrita para se dedicar à carreira de cantora. Antes disso, ela tinha um volume impressionante de produção para outros artistas.

Marília tinha parceiros nesta criação frenética. O principal deles era Juliano Tchula, coautor de quase todas as músicas desta fase. Os dois escreveram 224 músicas juntos.

Quase todos os grandes artistas sertanejos gravaram ao menos uma música deles: Henrique e Juliano, Jorge e Mateus, Gusttavo Lima, Zé Neto e Cristiano, Luan Santana, Cristiano Araújo, Matheus e Kauan, Lucas Lucco, Israel e Rodolffo…

A dupla Mendonça-Tchula também emplacou composições no forró, no brega e no pop, como Márcia Fellipe, Wesley Safadão, Joelma, Gabriel Diniz, Aviões do Forró, Solange Almeida e Claudia Leitte.

Produção intensa, sobras fartas

Com tanta produtividade, é natural que parte fique na gaveta, explica Renno Poeta, autor de hits gravados por Marília como “Todo mundo vai sofrer” e “Esqueça-me se for capaz”. “É normal. Claro que a gente, como autor, queria que tudo que produzisse fosse gravado. Mas nem sempre acontece”.

“Às vezes ela acaba mostrando para outros artistas, vai passando, vai passando, e acaba que cai no esquecimento. A gente compõe, deixa a música na gaveta, esquece dela, até vir um repórter do g1 e descobrir novamente”, ele brinca.

Empresa ainda cataloga – e pode ter mais inéditas…

Todas as composições de Marília Mendonça são registradas pela Workshow, empresa de Goiânia que cuidava de toda a carreira da artista, inclusive da edição das músicas. A empresa informou ao g1 que está catalogando o material deixado por ela e que há um grande volume, sem informar a quantidade.

Ao “Fantástico”, o advogado da Workshow disse ter retirado do local do acidente um caderno com anotações de Marília, em que pode haver composições. O caderno foi entregue à mãe da artista e seu conteúdo ainda não foi divulgado por ela.

O g1 conferiu os dados do Ecad com o banco de obras da Abramus, associação de compositores à qual Marília Mendonça era filiada. Este banco informa a data de registro das músicas – mas não é possível saber se ela compôs muito antes de fazer o cadastro formal.

No site da Abramus há nove músicas registradas por ela em 2021 que não foram gravadas: “Calúnia Difamação E Injúria”, “De Um Jeito Antigo”, “Deixa Que A Luz Eu Apago”, “Esquecido E Enterrado”, “Esse Cara Não Presta”, “Ta Chegando A Hora”, “Porta Dos Fundos”, “Isso Você Não Vai Ter” e “Imagina”

A Workshow não diz se esse material pode ser lançado de alguma forma ou se houve algum tipo de registro na voz de Marília ou outros músicos. Os fãs vão ter que esperar…

Crédito: g1.globo.com

Morre MC Jotinha aos 17 anos; carreira começou aos 4 anos no funk

Jonathan Gomes de Araújo, o MC Jotinha, começou cedo no funk, teve grandes sucessos e viveu a história incomum de um hit que demorou cinco anos entre ser gravado e estourar nacionalmente. O artista foi morto a tiros em Duque de Caxias na terça (16).

Jotinha queria ser cantor de funk, e foi levado pelo empresário ao estúdio do MC Roba Cena, que estava gravando a música “Poxa vida, hein, uol”.

Ele começou a cantar aos 4 anos, em 2008, e foi descoberto em 2011 pelo MC PR, que era cantor em empresário em Duque de Caxias, onde os dois moravam.

Jotinha gravou uma parte do vocal da música de Roba Cena, que virou um grande sucesso no funk do Rio, tocada também em bailes em outros estados. O nome de Jotinha não costuma ser creditado em “Poxa vida, hein, uol”, mas sua voz ficou muito conhecida.

Em 2013, o MC PR resolveu colocar a voz de Jotinha em uma música que ele tinha gravado, chamada “Kika uma vez, kika de novo”. Ele colocou a voz no site Soundcloud, de forma aberta para que DJs pudessem fazer remixes.

Jotinha também teve sucesso no Rio, no Espírito Santo e em Minas Gerais com a música “Mentiroso”, lançada em 2014.

Depois disso, ele continuou cantando, mas ficou um tempo sem outro hit. Até que, em 2018, o vocal gravado de cinco anos de “Kika uma vez, kika de novo”, começou a ser bastante usado por DJs e começou a virar sucesso nacional.

Só uma versão de “Kika uma vez, kika de novo” feita pelo DJ Kurinin e lançada em 2019 já teve mais de 71 milhões de visualizações no YouTube.

Com isso, a carreira de Jotinha ganhou novo impulso. Ele chegou a se mudar para São Paulo em 2019. Ele e o MC PR gravaram um clipe de “Kika uma vez, kika de novo” para o canal KondZilla.

No início da pandemia, Jotinha teve que voltar de São Paulo para Duque de Caxias. Segundo o MC PR, ele estava trabalhando em um lava-jato para completar a renda, já que a música não era suficiente durante a quarentena.

Ele planejava voltar para São Paulo para voltar a se dedicar totalmente à música ainda em 2021. Mas o artista foi morto a tiros depois de tentar separar uma briga em um bar. Ele estava saindo do local quando foi alvejado na frente do pai, Jones de Araújo.

Crédito: g1.globo.com

 

Maricá Musical apresenta shows gratuitos com artistas da cidade

A Prefeitura lança o Maricá Musical, festival com shows de rock, jazz, blues e MPB interpretados por artistas da cidade. A mostra marca a retomada das atividades na Lona Cultural de Itaipuaçu e acontece de 5/11 (hoje) a 7/11 e de 12/11 a 14/11. O evento é gratuito, mas a entrada só será permitida com apresentação do passaporte da vacina. No local, todos terão a temperatura aferida e é obrigatório o uso de máscara.

Serão 24 bandas e mais de 200 artistas no palco. Haverá uma homenagem aos 40 anos do Rock Brasil, com a participação de Arnaldo Brandão, autor de “O Tempo Não Para”, em parceria com Cazuza, e “Totalmente Demais”, com Tavinho Paes, sucesso gravado por Caetano Veloso.

“O Maricá Musical é mais um projeto para incentivar e dar espaço aos artistas da cidade”, destaca o secretário de Cultura, Sady Bianchin.

A iniciativa é organizada pela Secretaria de Cultura, por meio do Programa Maricá das Artes. Não será permitida a entrada com garrafas, latas e objetos cortantes. O local estará sujeito a lotação, seguindo o Decreto Municipal.

Serviço:

Dias: 05, 06, 07 de novembro e 12, 13, 14 de novembro.

Local: Lona Cultural de Itaipuaçu – Avenida Zumbi dos Palmares (antiga Avenida Um) com a Rua Antônio Marques Mathias (antiga Rua 36) – Itaipuaçu.

 

05/11 – Sexta-feira – Noite de homenagem ao Rock Brasil

19h – Vivi Serrano

20h – Lalinha

21h – Paul Rock

22h – Arnaldo Brandão – Hanoi-Hanoi

 

06/11 – Sábado – Noite MPB

19h – Thiago Dantas

20h – Laranjeiras

21h – Jô Borges

22h – Mona Vilardo

 

07/11 – Domingo – Noite Rock

19h – Bruna Mandz

20h – Sem Coleira

21h – Madu On Route 63

22h – Thunderock

 

12/11 – Sexta-feira – Noite Blues

19h – Rose Lima

20h – Alma Black

21h – Cogumelo Band

22h – Vizinhos de Marte

 

13/11 – Sábado – Noite Rock

20h –  Banda Mamute

21h – Ações Tática

22h – Roller Coasters

 

14/11 – Domingo – Noite Jazz

18h – Orquestra Sinfônica Raul L. de Barro

19h – Aqui Jazz

20h – Cacá Colon Trio

21h – Guta Menezes Trio

22h – Wilson Meireles Trio