Somente em agosto o processo contra Gabriel Monteiro deve chegar ao plenário da Câmara

No Conselho de Ética da Câmara, já é consenso que a denúncia por quebra de decoro parlamentar contra Gabriel Monteiro (PL) só vai chegar ao plenário em agosto — após o recesso parlamentar. A última testemunha será ouvida no dia 21, deixando pouco tempo hábil para a apresentação e votação do relatório dentro do próprio colegiado. E ainda há o prazo para recurso do vereador.

Bolsonaro diz que ‘pelo que tudo indica’ não haverá reajuste para servidores públicos neste ano

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (7) que “pelo que tudo indica” não haverá reajuste para servidores públicos neste ano.

O presidente deu a declaração durante uma entrevista para o SBT. Desde o início de 2022, ano eleitoral, o governo federal tenta encontrar uma maneira para dar reajuste aos servidores públicos, mas tem esbarrado no aperto das contas públicas.

Bolsonaro chegou a dizer que priorizaria o aumento de categorias policiais, uma de suas principais bases de apoio, o que gerou uma onda de insatisfação das demais classes de servidores.

No fim do mês de maio, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que poderia ser dado um aumento de 5% para todas as categorias do Executivo Federal. Agora, Bolsonaro indica que nem mesmo essa porcentagem será possível.

“Lamento, pelo que tudo indica não será possível dar nenhum reajuste para os servidores no corrente ano. Mas já está na legislação nossa, a LOA [Lei Orçamentária Anual], etc., de que para o ano que vem teremos reajustes e reestruturações”, afirmou o presidente.

Nesta segunda-feira (6), o governo anunciou que desistiu de manter no Orçamento a reserva de R$ 1,74 bilhão para pagar uma parte do reajuste dos servidores do Executivo Federal.

Com isso, o governo reduziu o bloqueio que faria nos orçamentos dos ministério. O valor seria de R$ 8,2 bilhões, mas diminuiu para R$ 6,96 bilhões após a desistência da reserva para o reajuste dos servidores.

Teto de gastos

Bolsonaro afirmou que deixará para depois das eleições, marcadas para outubro, a avaliação de possíveis mudanças no teto de gastos públicos, emenda à Constituição aprovada no governo de Michel Temer, que determina que a maior parte das despesas não podem crescer acima da taxa de inflação do ano anterior.

“Algumas coisas você pode mexer no teto de gastos, como já tem a proposta que saiu da própria equipe do Paulo Guedes. Mas a gente vai deixar para discutir isso para depois das eleições. Você poderia tirar alguma coisa do gasto obrigatório, poderia. Você pode ver, nós tivemos excesso de arrecadação ano passado em R$ 330 bilhões. Não fizemos nada com esses recursos, foi para abater dívida interna nossa. Uma coisa ou outra você poderia mexer”, disse.

Crédito: g1

Jogos Estudantis de Rio Bonito começam dia 11 de junho

O espírito esportivo vai tomar contar da Escola Municipal Professor Honesto Almeida de Carvalho (EMPHAC), na Mangueirinha, que vai receber, a partir do dia 11 de junho, os Jogos Estudantis das Escolas Municipais (JEMs), que acontecem em parceria entre as secretarias de Esporte e de Educação. As modalidades esportivas como handebol, xadrez, tênis de mesa, atletismo, voleibol, futsal, além de vôlei sentado e goalball, serão disputados por alunos das escolas municipais Astério Alves de Mendonça, Emphac, Raulbino Pereira de Mesquita, Kingston Motta, Governador Roberto Silveira, Professora Maria Thereza Chehab de Carvalho, Professora Anitta de Souza Moraes, Romulo Tude, Posse, Maria Lídia Coutinho, Mauricio Kopke e Castro Alves.

A abertura dos jogos acontece às 8 horas, com a presença do prefeito Leandro Peixe, e dos secretários municipais Adalmir Cardoso (Educação) e Bernardo Oliveira (Esporte), entre outras autoridades. Logo em seguida, a bola vai rolar com a disputa das partidas de handebol masculino e feminino.
O retorno dos Jogos Estudantis Municipais (JEMs) é um dos destaques do Calendário Esportivo lançado este ano pela secretaria de Esporte e Lazer. O objetivo principal JEMs é incentivar a interação entres os alunos de todas as escolas participantes, já que o primeiro contato de uma criança no esporte é na escola. A abertura e todas as competições acontecerão no Emphac.

Crédito: Secom Rio Bonito – Denilson Santos.

 

Vereador de cidade da Bahia agride presidente da Câmara durante sessão; veja o vídeo

Um vereador agrediu o presidente da Câmara de Acajutiba, cidade que fica a cerca de 185 km de Salvador, durante uma sessão realizada na noite de quarta-feira (7).

Reginaldo Neres (PSD) decidiu fazer a eleição da mesa diretora apenas com membros da própria chapa, o que provocou confusão e muita gritaria na Câmara. Questionado por um dos vereadores sobre a medida, Neres disse que não poderia fazer nada a respeito.

Em seguida, ele pediu respeito pela decisão dele, o que revoltou os outros edis. Um deles, José Edson Dias (MDB), foi até o plenário, pegou documentos, rasgou e acabou desferindo tapas contra o presidente da Câmara, que revidou e o empurrou.

A reportagem tentou contato com a Câmara de Vereadores, com Reginaldo Neres e José Edson Dias, mas ainda não obteve retorno.

Crédito: Portal g1

Moro classifica programas sociais como exploração por política

O pré-candidato à presidência da República, Sérgio Moro (Podemos), classificou programas de renda básica no Brasil como “exploração da pobreza” em troca de popularidade eleitoral. Moro ainda criticou os ajustes feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para criar o Auxílio Brasil, com objetivo de aumentar sua aprovação entre os mais pobres.

O ex-ministro lembrou que o Bolsa Família foi uma extensão do Bolsa Escola, criado pelo governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

“Começou com FHC como bolsa escola e depois o PT veio com o bolsa família. Por que mudar o nome? Agora se troca o nome bolsa família para Auxílio Brasil por questões meramente eleitorais. Isso é deplorável”, disse, em entrevista à CBN de Caruaru (PE).

“Queremos fazer algo diferente, a gente não pode explorar politicamente a pobreza das pessoas com programas de auxílio ou transferência de renda. O que a gente vê nesse governo, e antes, é a exploração da pobreza do povo para fins eleitorais”, concluiu Moro.

Sérgio Moro ainda defendeu a criação de uma agência de combate à fome e pobreza. Na visão do pré-candidato, a medida não influenciará decisões políticas e forçará a retomada econômica do país.

“Vamos manter os programas, mas a gente quer um pouco mais. Além do projeto de retomada de renda e emprego, a gente quer uma atuação mais individualizada contra as causas da pobreza. Estou falando em fazer isso em forma de uma agência nacional, fora da política partidária, como uma força-tarefa nacional com o objetivo de identificar quem são as pessoas que mais precisam. Combater as causas da pobreza para resgatar essas pessoas com dignidade e sem exploração política”.

 

Crédito: O Dia