Em briga, policial militar de São Paulo mata síndico e comete suicídio

Um policial militar matou um síndico e cometeu suicídio na manhã desta terça-feira (15), em Jundiaí (SP). O crime foi registrado na Avenida Dr. Adilson Rodrigues, no Jardim Samambaia.

Segundo a polícia, o PM também foi síndico no mesmo condomínio e a motivação da briga de condomínio foi por desentendimentos em questões administrativas.

Ainda conforme a polícia, os envolvidos começaram a discutir ainda no condomínio, que fica no mesmo bairro, quando os dois saíram de carro e começaram a se fechar no trânsito.

Na sequência, o PM atirou contra o síndico, que não resistiu aos ferimentos. Após o crime, o policial voltou para casa, onde se matou.

A mulher do atual síndico foi socorrida em estado de choque e levada a um hospital da cidade. O PM não estava trabalhando no momento do crime.

Policiais civis e peritos foram até o condomínio e a rua onde ocorreram os disparos. O delegado do 5º DP, responsável pela investigação, começou a ouvir testemunhas e pediu imagens de câmeras de segurança do condomínio.

A arma usada pelo policial foi apreendida e o caso foi registrado como homicídio seguido de suicídio.

Crédito: Portal g1

Morta a marretadas pelo ex-marido estava separada há quatro meses e sofria ameaças, afirmam familiares

Mesmo separada há quatro meses, a orientadora de trânsito Bruna Araújo de Souza, de 31 anos, temia pela sua vida e de sua filha mais velha, de 17 anos. O motivo, segundo familiares, eram as constantes ameaças que sofria do ex-marido, Haroldo da Silva Amorim, de 41 anos. Nesta quinta-feira, seu maior medo se concretizou. Ela foi morta a tiros e golpes de marreta pelo ex-marido, na residência onde viveu com ele, no bairro Rio do Ouro, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio. Em seguida, Haroldo furtou um carro, fugiu e se jogou da Ponte Rio-Niterói. Ele também não resistiu. Segundo a polícia, ele teria cometido o crime por não aceitar o fim da relação

— Ele ameaçava ela e a filha, de 17 anos. Nunca prestou. Xingava ela de tudo quanto era nome, na frente de todo mundo, só tratava ela mal. Ele já estava atrás dela com armas dizendo que, se ela não ficasse com ele, iria matá-la. Essas ameaças eram frequentes. Vivia perseguindo ela — contou uma prima que preferiu não se identificar.

O casal ficou junto por 14 anos e teve uma filha, hoje com 12. A familiar contou que Bruna não tinha rede social por imposição do ex-marido. Após separar-se de Haroldo, Bruna foi morar com familiares em Inoã, em Maricá. Há seis meses, trabalhava como orientadora de trânsito na Secretaria de Trânsito de Maricá (Sectran). Mesmo distante, vivia com medo.

— Era linda, só viva sorrindo. Por quatro meses, viveu os dias mais felizes da vida dela. Hoje (nesta quinta-feira), ele mandou uma mensagem para ela ir na casa deles pegar as coisas dela. Disse que iria trabalhar e não estaria em casa. Quando ela chegou lá, foi uma armadilha. Ele estava com duas arma que ele vendeu o carro para comprar e matá-la. Fez tudo pensado — revelou a familiar.

De acordo com policiais militares do 7ºBPM (São Gonçalo), uma equipe foi acionada por populares e isolou a área. Bombeiros de Itaipu também foram ao local, por volta de 10h15, mas Bruna já estava morta. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí investiga o caso.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Haroldo se jogou do chamado Vão Central da Ponte Rio-Niterói. Ele chegou a ser levado em estado grave para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, mas não resistiu.

 

Crédito: Jornal Extra

Homem mata esposa e tira a própria vida em seguida em São Gonçalo

Uma mulher foi vítima de feminicídio na manhã desta quinta-feira (13), no Rio do Ouro, em São Gonçalo. Bruna Araújo Carvalho, de 27 anos, foi morta em casa pelo ex-marido, identificado como Haroldo da Silva Amorim, por não aceitar o fim do relacionamento, que acabou há cerca de 4 meses. Segundo informações, o acusado fugiu e, após roubar um carro, cometeu suicídio.

De acordo com o tio da jovem, Haroldo, que tinha cerca de 30 anos, não aceitava o fim do casamento e o fato da ex-mulher estar em um outro relacionamento. Ainda segundo ele, a sobrinha decidiu se separar pois o ex-marido a agredia constantemente. De acordo com informações, Haroldo e Bruna brigavam constantemente. De acordo com o tio, o momento decisivo da jovem para optar pela separação foi um dia em que discutiram e ele a ameaçou com uma faca.

Na manhã desta quinta-feira, ela, a filha de doze anos e o tio foram na casa do acusado, na Rua Renato Girandi, para buscar alguns eletrodomésticos. No local, o homem já tinha feito uma emboscada para fazer a mulher de refém.

“Ela disse ontem que ia lá pegar as televisões dela. Ele disse que ela podia ir numa boa, que não estaria em casa. Eu achei melhor ir com ela, então fui eu, ela e a filha dela, de 12 anos. Quando a gente chegou lá, ouvi um barulho na garagem e falei: “Ele tá aqui.” Pegamos a televisão e quando olhei pra varanda tava ele subindo com duas armas na cintura”, disse o tio. “Depois, ele colocou eu, minha sobrinha e filha dela no quarto. Lá ele ficou ameaçando, colocando a arma na cara dela e dizendo que ia matar ela primeiro.”, completou.

Ainda segundo o tio, a filha, nervosa, abraçou o pai na tentativa de acalmá-lo. Foi neste momento que ele tentou conter o homem e a vítima tentou fugir.

A filha dele foi abraçar ele e eu fui agarrá-lo, aí ela tentou fugir. Nisso eu já pensei que eu estava morto, mas ele queria ela, não eu. Aí foi correndo atrás dela e atirando pela rua”

– Tio da vítima

Segundo vizinhos, a moça ainda estava viva na calçada, mas o assassino aproveitou o tempo de chegada da polícia para chegar ao local e desferiu golpes com uma marreta e outros itens que um vizinho tinha na oficina.

Após cometer o crime, o homem roubou um carro modelo Fiat Uno para cometer suicídio na Ponte Rio-Niterói. Ele chegou a ser resgatado com vida e levado para o Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, mas chegou morto na unidade hospitalar.

 

Agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHINSG) estiveram no local onde a vítima foi morta e fizeram perícia técnica. Após o trabalho policial, a Defesa Civil removeu o corpo, levando para o Instituto Médico Legal de Tribobó.

 

Crédito: O São Gonçalo

Em possível surto, homem entra em delegacia e ameaça se matar em Maricá

Um homem, identificado como um policial civil, invadiu a 82ª DP (Maricá), assustou os funcionários e tentou se matar na manhã desta segunda-feira (22). De acordo com as informações, ele estaria em um possível surto psicótico e pediu que todos saíssem da unidade policial para que atentasse contra a própria vida.

O homem ainda chegou a fazer um disparo para afastar as pessoas que tentavam se aproximar. Segundo as informações, o delegado Marcello Braga Maia, do 4° Departamento de Polícia de Área (DPA) da Polícia Civil, esteve no local para ajudar nas negociações, que foram bem sucedidas, tendo em vista que o homem aceitou se render e entregou a arma que estava na mão.

De acordo com informações da Polícia Civil, a situação foi controlada e o policial foi encaminhado a um hospital da região para receber atendimento médico.

Além das Policias Civil e Militar, a Guarda Municipal também foi acionada ao local, com intuito de parar o trânsito no entorno da delegacia. No entanto, com o episódio controlado, o fluxo já está liberado na região.

 

Fonte: O São Gonçalo

Homem é suspeito por matar a própria companheira e depois cometer suicídio

Nessa quarta-feira(27) um homem é suspeito de assassinar a própria companheira e cometido suicídio logo depois, na localidade de Tomascar, área rural, entre as cidades de Tanguá e Rio Bonito, na Região Metropolitana do Rio. O nome da vitima ainda não foi divulgado, até a hora desta reportagem.

O caso foi registrado na 70ª Delegacia Policial, em Tanguá, que abriu um inquérito para apurar as circunstâncias do ocorrido.