Carro de segurança de vereador é fuzilado em Duque de Caxias; Veja o vídeo

Um vídeo divulgado pela Polícia Civil mostra um carro de um homem sendo fuzilado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Glaucio Ferreira, conhecido como Kevin, morreu. Segundo testemunhas, ele era assessor e segurança do vereador Cláudio Thomaz.

O crime aconteceu no dia 10 de dezembro. Segundo a polícia, o carro foi atingido por 63 tiros.

No vídeo, é possível ver que o atirador sai de um Onix Preto, clonado, e atira contra a BMW blindada da vítima usando um fuzil 5,56 e uma pistola .45.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o caso.

Crédito: g1

Vereador de Duque de Caxias, Carlinhos da Barreira, é preso suspeito de chefiar quadrilha de agiotas

O vereador de Duque de Caxias Carlinhos da Barreira e mais dois policiais militares são presos pela Polícia Civil acusados de integrar uma organização criminosa que pratica agiotagem e extorsão. O parlamentar ainda responde por lavagem de dinheiro e fraude à licitação

Ao todo, a Operação Barreira Petrópolis cumpre 17 mandados de busca e apreensão, inclusive na Câmara Municipal de Duque de Caxias.

Segundo o Ministério Público do Rio, o vereador oferecia empréstimos e depois fazia a cobrança de forma violenta, com ameaças de morte, se as pessoas que receberam dinheiro não conseguissem honrar com os pagamentos. Os PMs davam apoio nas ameaças.

A denúncia oferecida à Justiça também relata a prática de fraude à licitação por parte do vereador, sócio da empresa Sodré Serviços de Transportes Locação de Máquinas e Equipamentos.

A empresa Madasa Comércio e Locações de Máquinas e Veículos manteve vínculo contratual com a Prefeitura de Duque de Caxias de 2013 a 2016, tendo repassado à empresa do vereador o mais de R$ 8,5 milhões em 109 diferentes operações bancárias.

Outras três empresas também celebraram contratos administrativos com a Prefeitura de Duque de Caxias, entre 2017 e 2018, e repassaram um total de quase R$ 4,2 milhões para as contas da Sodré Serviços de Transportes Locação de Máquinas e Equipamentos.

As investigações também apontaram que, entre janeiro de 2015 e agosto de 2020, Carlinhos da Barreira dissimulou a origem de mais de R$ 62,3 milhões provenientes das práticas criminosas denunciadas.

 

 

Crédito: http://bandnewsfmrio.com.br/

Vereador de Duque de Caxias é assassinado

Foi assassinado na manhã de hoje (13), a tiros de fuzil, o vereador Alexsandro Silva Faria, conhecido como Sandro do Sindicato, de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Segundo a Polícia Militar, agentes do 15º Batalhão (Duque de Caxias) foram acionados para uma ocorrência no bairro Pilar, onde havia um homem ferido por disparos de arma de fogo.

“A vítima não resistiu aos ferimentos e foi encontrada dentro de um veículo. O local foi isolado e a perícia da Polícia Civil acionada. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF)”, diz a nota da Polícia Militar.

A Polícia Civil confirmou que a DHBF foi acionada e os agentes se dirigiram ao local. A ocorrência ainda está em andamento.

Sandro é o terceiro vereador de Duque de Caxias assassinado este ano. No mês passado, Joaquim José Quinze Santos Alexandre, conhecido como Quinzé, foi morto na Avenida Estácio de Sá, no Parque Novo Rio, em São João de Meriti, também na Baixada.

E em março, Danilo Francisco da Silva, o Danilo do Mercado, foi assassinado ao lado do filho, Gabriel da Silva, de 25 anos.

 

Fonte: Agência Brasil

Vereador é morto a tiros em bar, em Santo Estêvão, na Bahia

O vereador Sivaldo Alves Barreto (PSD), da cidade de Ipecaetá, a cerca de 165 km de Salvador, foi morto a tiros dentro de um bar, na noite de quinta-feira (7). O crime aconteceu na Rua Alcides Gesteira, na cidade vizinha de Santo Estêvão.

Conhecido como “Bagaceira”, Sivaldo tinha 36 anos. Até a manhã desta sexta-feira (8), ninguém havia sido preso. O caso está sob investigação da delegacia de Santo Estêvão, que apura o que motivou o crime.

Sivaldo foi eleito com 603 votos. Ainda não há detalhes sobre o sepultamento do vereador.

Crédito: https://g1.globo.com/

Decisão Judicial mantém Eduardo Soares na presidência, mas Comissão ainda investiga sua conduta

O vereador Eduardo Soares segue na presidência da Câmara de Vereadores de Rio Bonito. Ele foi mantido na função após a decisão do desembargador Alcides da Fonseca Neto, que não entendeu haver irregularidades em seus atos. Porém, paralelamente, uma comissão permanente foi criada para investigar suas ações dentro da Casa, o que pode resultar na perda da presidência.

Em entrevista à Folha da Terra logo após a decisão do Judiciário, Eduardo disse que apesar de não fazer uma “política de troca”, mas sim uma “política transparente”, percebeu que nos últimos meses “começou a incomodar”.

“Fomos alvos de medidas não democráticas, onde tentaram tomar o poder à força. As turbulências começaram desde o dia 13 de maio, quando uma matéria estava em pauta. Essa matéria previa antecipadamente a eleição da presidência para o segundo biênio da Casa, e à pedido da autora do projeto, tentamos tirar essa matéria de pauta, foi quando iniciou um alvoroço, com xingamentos e quebra de decoro. Dentro do Regimento, artigo 156, diz claramente que eu estava dentro da prerrogativa de presidente, que tenho direito de tirar as matérias de pauta”, explicou.

No entendimento do vereador Dudu, vice-presidente da Câmara, também ouvido pela reportagem da Folha, e de outros edis, Eduardo infringiu o artigo 16 do Regimento Interno, que prevê que o “membro que for omisso, ineficiente e exorbite suas atribuições, é passível de ser investigado”. Para o vereador Dudu, e segundo ele, para outros sete edis, a retirada da matéria da pauta, “fere o Regimento Interno”.

O vereador Dudu disse ainda que não se alegra com a situação em que as relações na Casa estão, “quero que acabe logo isso para voltar a atender as demandas e os projetos de lei”.

 

Investigação

O Legislativo espera agora o resultado da Comissão que investiga a conduta de Eduardo para votação e aprovação ou não, do relatório. Sobre esse resultado, o presidente disse que respeitará a decisão. “Estou aqui pronto para respeitar qualquer decisão que venha a ser justa e dentro dos regulamentos”.

O vereador vê ainda “questões políticas para tentar derrubar a presidência”, e indaga, “por que será que nós incomodamos tanto?”.

 

 

 

 

Lívia Louzada