Vereador de Duque de Caxias é assassinado

Foi assassinado na manhã de hoje (13), a tiros de fuzil, o vereador Alexsandro Silva Faria, conhecido como Sandro do Sindicato, de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Segundo a Polícia Militar, agentes do 15º Batalhão (Duque de Caxias) foram acionados para uma ocorrência no bairro Pilar, onde havia um homem ferido por disparos de arma de fogo.

“A vítima não resistiu aos ferimentos e foi encontrada dentro de um veículo. O local foi isolado e a perícia da Polícia Civil acionada. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF)”, diz a nota da Polícia Militar.

A Polícia Civil confirmou que a DHBF foi acionada e os agentes se dirigiram ao local. A ocorrência ainda está em andamento.

Sandro é o terceiro vereador de Duque de Caxias assassinado este ano. No mês passado, Joaquim José Quinze Santos Alexandre, conhecido como Quinzé, foi morto na Avenida Estácio de Sá, no Parque Novo Rio, em São João de Meriti, também na Baixada.

E em março, Danilo Francisco da Silva, o Danilo do Mercado, foi assassinado ao lado do filho, Gabriel da Silva, de 25 anos.

 

Fonte: Agência Brasil

Vereador é morto a tiros em bar, em Santo Estêvão, na Bahia

O vereador Sivaldo Alves Barreto (PSD), da cidade de Ipecaetá, a cerca de 165 km de Salvador, foi morto a tiros dentro de um bar, na noite de quinta-feira (7). O crime aconteceu na Rua Alcides Gesteira, na cidade vizinha de Santo Estêvão.

Conhecido como “Bagaceira”, Sivaldo tinha 36 anos. Até a manhã desta sexta-feira (8), ninguém havia sido preso. O caso está sob investigação da delegacia de Santo Estêvão, que apura o que motivou o crime.

Sivaldo foi eleito com 603 votos. Ainda não há detalhes sobre o sepultamento do vereador.

Crédito: https://g1.globo.com/

Decisão Judicial mantém Eduardo Soares na presidência, mas Comissão ainda investiga sua conduta

O vereador Eduardo Soares segue na presidência da Câmara de Vereadores de Rio Bonito. Ele foi mantido na função após a decisão do desembargador Alcides da Fonseca Neto, que não entendeu haver irregularidades em seus atos. Porém, paralelamente, uma comissão permanente foi criada para investigar suas ações dentro da Casa, o que pode resultar na perda da presidência.

Em entrevista à Folha da Terra logo após a decisão do Judiciário, Eduardo disse que apesar de não fazer uma “política de troca”, mas sim uma “política transparente”, percebeu que nos últimos meses “começou a incomodar”.

“Fomos alvos de medidas não democráticas, onde tentaram tomar o poder à força. As turbulências começaram desde o dia 13 de maio, quando uma matéria estava em pauta. Essa matéria previa antecipadamente a eleição da presidência para o segundo biênio da Casa, e à pedido da autora do projeto, tentamos tirar essa matéria de pauta, foi quando iniciou um alvoroço, com xingamentos e quebra de decoro. Dentro do Regimento, artigo 156, diz claramente que eu estava dentro da prerrogativa de presidente, que tenho direito de tirar as matérias de pauta”, explicou.

No entendimento do vereador Dudu, vice-presidente da Câmara, também ouvido pela reportagem da Folha, e de outros edis, Eduardo infringiu o artigo 16 do Regimento Interno, que prevê que o “membro que for omisso, ineficiente e exorbite suas atribuições, é passível de ser investigado”. Para o vereador Dudu, e segundo ele, para outros sete edis, a retirada da matéria da pauta, “fere o Regimento Interno”.

O vereador Dudu disse ainda que não se alegra com a situação em que as relações na Casa estão, “quero que acabe logo isso para voltar a atender as demandas e os projetos de lei”.

 

Investigação

O Legislativo espera agora o resultado da Comissão que investiga a conduta de Eduardo para votação e aprovação ou não, do relatório. Sobre esse resultado, o presidente disse que respeitará a decisão. “Estou aqui pronto para respeitar qualquer decisão que venha a ser justa e dentro dos regulamentos”.

O vereador vê ainda “questões políticas para tentar derrubar a presidência”, e indaga, “por que será que nós incomodamos tanto?”.

 

 

 

 

Lívia Louzada

 

Por complicações da Covid-19, morre o vereador Irmão Lázaro

Morreu, na noite de sexta-feira (19), o vereador, cantor gospel e ex-integrante do Olodum, Irmão Lázaro (PL), de 54 anos, vítima de complicações da Covid-19. Ele estava internado há quase um mês na UTI de um hospital de Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador. A informação foi confirmada pela assessoria do vereador.

De acordo com o último boletim médico divulgado na noite de sexta-feira, Irmão Lázaro apresentava um quadro clínico muito delicado.

No dia em que foi internado, em fevereiro, ele seria transferido para outra unidade particular, só que em Salvador, mas teve agravamento do quadro de saúde e os médicos, por precaução, preferiram suspender a transferência. Já no dia 27 de fevereiro, Irmão Lázaro chegou a melhorar o nível de oxigenação.

De acordo com familiares, Irmão Lázaro tinha sido diagnosticado com a Covid-19 no dia 15 de fevereiro e desde então fazia o tratamento em casa. No entanto, no dia 22 de fevereiro, ele sentiu desconforto, febre e procurou o médico. Ao chegar no hospital, foi comprovado que ele estava com metade dos pulmões comprometidos e ficou internado em um leito clínico. Três dias depois, o vereador e cantor gospel precisou ser transferido para a UTI.

Nas redes sociais, a filha do vereador, Marta Silva, fez uma postagem de despedida.

“Hoje a pessoa mais importante da minha vida se foi, o homem que eu mais amei e continuarei amando o resto da vida!! O cara mais honesto e bondoso que já conheci, que me ensinou a amar a Deus acima de todas as coisas e que me amou como ninguém nunca amou!! O meu maior alívio é saber que ele tá ao lado de Deus e que o céu está em festa nesse momento. Ele foi o meu maior exemplo de fé, meu melhor amigo, meu pastor, meu confidente, meu cantor favorito kkk ELE ERA MEU TUDO e agr meu tudo se foi! PAI, fica juntinho de Deus ai que já já estaremos juntos, eu te amo mais do posso expressar e imaginar!”

Fonte: g1.globo.com

Morre vereador de Saquarema Ivan Mello vitima da COVID-19

Morreu na manhã de quarta-feira (13), o vereador Ivan Mello (PSDB), em Saquarema.

Ivan foi eleito vereador da cidade no dia 15 de novembro de 2020 ele tinha 53 anos, e estava internado após contrair a covid-19.

De acordo com a casa legislativa, Ivan foi eleito duas vezes, mas infelizmente o destino só permitiu que ele exercesse seus mandatos de vereador por pouco tempo. Eleito na última eleição com mais de 1600 votos, Ivan Melo lutava contra esse vírus.

A família ainda não divulgou horário do sepultamento.

 

Fonte: rlagosnoticias.com.br