Ex-jogador Kaká e Fábio Silva fazem live de arrecadação de fundos para combate à fome

Sarah Rodrigues, do projeto Justiça e Misericórdia Amazon, e Firmino, do Haja, duas das iniciativas que serão contempladas pelas doações, também participam da ação

Sobre a arrecadação

Hoje, dia 6 de abril às 20h, o empreendedor Social Fábio Silva, fundador do Movimento Transforma Brasil, e o ex-jogador de futebol Kaká, realizam uma live no Instagram @transforma.brasil, com o objetivo de convocar pessoas e empresas a fazerem doações para a campanha “Tamo Junto na Luta”, que tem como o objetivo financiar cestas de alimentação para comunidades carentes do Brasil.

Além de Kaká e Fábio, Sarah Rodrigues, responsável pelo projeto “Justiça e Misericórdia Amazon”, e Pedro do Borel, do “Haja”, duas das iniciativas que serão contempladas com as doações, participarão da live para contar a realidade da fome das comunidades vulneráveis do país.

A campanha, desenvolvida pelo Transforma Brasil, movimento que tem como objetivo estimular o voluntariado e engajamento cívico no país, já arrecadou quase R﹩ 2 milhões em pouco mais de uma semana. O valor será destinado à compra de cestas de alimentação para mais de 50 mil famílias atendidas pelos 4 mil projetos sociais cadastrados na base do movimento em todo o Brasil.

Até o final do mês de abril, o objetivo é levantar fundos para alimentar mais de 100 mil famílias. A iniciativa chama atenção para a necessidade de retomada das doações tanto pela sociedade civil quanto pelas empresas, já que desde o segundo semestre do ano passado o volume de doações despencou.

Kaká é entusiasta da causa do voluntariado no Brasil e, no início da pandemia, em 2020, procurou Fábio Silva, fundador e idealizador do Transforma Brasil, para ajudar na arrecadação e mobilização de recursos para o assistencialismo. Também mobilizou sua rede para se engajar na ação. Agora o ex-atleta se junta novamente à causa para ajudar a angariar recursos para o combate à fome, principal consequência da pandemia para as comunidades carentes.

ANP divulga arrecadação de petróleo nas principais cidades Leste Fluminense

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgou a previsão de arrecadação que o país deverá ter até 2023 em receitas de royalties de petróleo. Promissor, o pré-sal vem sendo explorado e poderá render valores na casa dos bilhões de reais para um município do Leste Fluminense.

A ANP prevê que o país deva receber, ainda em 2019, até R$ 26,6 bilhões. A arrecadação aumentará nos próximos anos. Até 2023, a União receberá mais de R$ 130 bilhões em royalties.

Outra arrecadação que passa da casa dos bilhões é a do estado do Rio de Janeiro. Até o final desse ano, deve entrar nos caixas Fluminenses R$ 5,2 bilhões. Ano que vem, o estado vai receber R$ 6,3 bilhões. A partir daí, a cada ano, a arrecadação aumentará em R$600 milhões até 2022 (2021 – R$ 6,9 bi; 2022 – R$ 7,5 bi), e chegará à casa dos R$ 7,9 bi em 2023.

Maricá, a partir de 2022, também terá a bagatela de R$ 1 bilhão pra chamar de sua. Até lá, as cifras são na casa dos milhões. Até o fim desse ano, a cidade deve receber, ao todo, R$ 715.061.400,00 (setecentos e quinze milhões, sessenta e um mil e quatrocentos reais). Para 2020, a previsão é de pouco mais de R$ 917 milhões. Em 2021, entrarão nos caixas maricaenses R$ 931.801.000,00 (novecentos e trinta e um mil, oitocentos e um reais).

No ano seguinte, a cidade entra no “clube dos bilionários” e terá, a sua disposição, R$ 1.030.637.400,00 (um bilhão, trinta milhões, seiscentos e trinta e sete mil e quatrocentos reais). As cifras aumentam para 2023, quando Maricá receberá R$ 1.128.837.800,00 (um bilhão, cento e vinte e oito milhões, oitocentos e trinta e sete mil e oitocentos reais).

Outra observação interessante é a de que Niterói perderá o posto de “princesa dos Royalties” a partir de 2022. Entretanto, a arrecadação continuará acima dos R$ 500 milhões. Até o fim de 2019, a cidade receberá pouco mais de R$ 530 milhões. A maior arrecadação em um ano nos próximos cinco anos será em 2020: a cidade receberá R$ 588.227.000,00 (quinhentos e oitenta e oito milhões e duzentos e vinte e sete mil reais). A partir daí, percebe-se uma leve queda: em 2021, serão R$ 559.445.200,00 (quinhentos e cinquenta e nove milhões, quatrocentos e quarenta e cinco mil e duzentos reais); em 2022, R$ 550.664.600,00 (quinhentos e cinquenta milhões, seiscentos e sessenta e quatro mil e seiscentos reais); em 2023, R$ 531.166.700,00 (quinhentos e trinta e um milhões, cento e sessenta e seis mil e setecentos reais).

Quem deve assumir o posto de Niterói é a Capital Nacional do Surf, Saquarema. A previsão de recebimento de royalties cresce a cada ano que passa. Em 2019, a previsão é pouco maior que R$ 300 milhões. Em 2020, a ANP prevê que a cidade receba R$ 490.525.400,00 (quatrocentos e noventa milhões, quinhentos e vinte e cinco mil e quatrocentos reais). No ano seguinte, 2021, a arrecadação será de R$ 544.298.800,00 (quinhentos e quarenta e quatro milhões, duzentos e noventa e oito mil e oitocentos reais).

Em 2022, Saquarema receberá R$ 640.665.200,00 (seiscentos e quarenta milhões, seiscentos e sessenta e cinco mil e duzentos reais). Para 2023, deve entrar nos caixas saquaremenses R$ 678.683.600,00 (seiscentos e setenta e oito milhões, seiscentos e oitenta e três mil e seiscentos reais).

Cidades não litorâneas, Itaboraí e São Gonçalo também possuem previsões de recebimento de royalties, entretanto, as cifras chegam a, no máximo, pouco mais de R$ 35 milhões. Ao todo, nos cinco anos (2019 a 2023), cada cidade deve receber R$ 153.228.400,00 (cento e cinquenta e três milhões, duzentos e vinte e oito mil e quatrocentos reais).

Todos os valores acimas estão sujeitos a alteração.