Brincadeiras, histórias falsas e pegadinhas marcam o 1º de abril, tradicionalmente conhecido como “Dia da Mentira”. Apesar de ser comum em diversos países, o motivo não é de conhecimento geral. Uma das versões mais aceitas teve início no século XVI, na França, quando o calendário gregoriano – usado atualmente – foi adotado pelo rei Carlos XI.
Na época, a comemoração do Ano Novo acontecia no fim de março, com festividades que se estendiam até 01/04. Com a mudança, a virada de ano passou a ser celebrada em 1º de janeiro. A alteração, no entanto, não foi imediatamente aceita por toda a população. A partir de então, essas pessoas começaram a receber para convites de festas inexistentes, entregas de presentes sem valor e outras brincadeiras feitas justamente no dia 1º de abril.
Leia também: Motociclista grava o próprio acidente no Rio
Em uma época sem comunicação rápida ou padronização de informações, muitos continuaram seguindo o calendário antigo e celebrando o Ano Novo no final de março e início de abril. Essas pessoas passaram a ser alvo de piadas. Aos poucos, a prática de pregar peças nessa data se popularizou, consolidando a associação do dia com a mentira e o engano bem-humorado.
Com o passar do tempo, a tradição ultrapassou as fronteiras francesas e se espalhou por outros países da Europa, chegando posteriormente a diferentes partes do mundo.
Atualmente, o chamado “Dia da Mentira” é marcado por brincadeiras leves — embora, em tempos de redes sociais, também levante debates sobre os limites entre humor e desinformação, com a presença das famosas “fake news”.
Assim que ler a matéria, deixe seu comentário e nos siga nas redes sociais.
[…] Leia também: Por que o 1º de abril é conhecido como o “Dia da Mentira”? […]