Família de banqueiro vende terreno na Barra da Tijuca por R$ 370 milhões

As herdeiras do banqueiro Aloysio de Andrade Faria venderam o espaço onde deve ser construído um condomínio de luxo
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Terreno é vendido por R$370 milhões na Barra da Tijuca - Foto: Reprodução/ TV Globo

Herdeiras vendem terreno por R$370 milhões. A compra de um terreno de 30 mil metros quadrados na Avenida Lúcio Costa, na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em conjunto por duas empreiteiras chamou a atenção do mercado imobiliário pelo valor pago às donas do espaço: R$ 370 milhões. O lugar será usado na construção de um condomínio de “altíssimo padrão”.

Atualmente, em Rio Bonito, o setor imobiliário também está aquecido no bairro Viçosa. Veja nesta matéria.

A negociação foi divulgada pela coluna do jornalista Lauro Jardim no Jornal O Globo, que afirmou que se trata do maior negócio imobiliário do Rio no século XXI.

Assim que foi divulgada, a venda foi confirmada pela Tegra Incorporadora, que comunicou a compra ao mercado e aos acionistas na segunda-feira (4). O terreno foi adquirido em conjunto com a Construtora São José.

O espaço fica ao lado de um condomínio de alto padrão já instalado: o Golden Green.

Imagens feitas pelo helicóptero na manhã desta terça-feira (5) mostram o terreno, que possui uma área verde, e fica na esquina com a Avenida Peregrino Júnior.

Herdeiras do banqueiro

Herdeiras vendem terreno por R$370 milhões. No local, que fica na Barra da Tijuca, será construído um condomínio de luxo
O banqueiro Aloysio de Andrade Faria, em entrevista à TV Globo Minas em 2017. Herdeiras vendem terreno por R$370 milhões — Foto: Reprodução TV Globo

O local foi vendido pelas herdeiras do banqueiro Aloysio de Andrade Faria, que morreu em 2020, aos 99 anos. Quando morreu, ele era o integrante mais antigo da lista de pessoas mais ricas do país da Forbes, com patrimônio estimado em R$ 8,32 bilhões.

Aloysio tinha cinco filhas, acionistas da organização.

Quando morreu, o banqueiro estava afastado da gestão das empresas há mais de 20 anos. O trabalho era feito por executivos de carreira do grupo.

Conglomerado no terreno

Nascido em Belo Horizonte, Aloysio morreu em uma fazenda em Jaguariúna, no interior de São Paulo. As empresas, reunidas no Conglomerado Alfa, contavam com empresas do segmento financeiro, de inovação, agronegócio, materiais de construção, hotelaria e lazer, entre outras.

Aloysio se formou em medicina, entretanto optou por seguir a carreira no mercado financeiro pouco tempo após a formatura. Ele se consolidou no banco que havia sido fundado pelo pai e expandiu os negócios.

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Fonte: Portal g1

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