Garagem de ônibus pega fogo na Baixada Fluminense; vizinhos relatam até explosões veja o vídeo

A garagem de ônibus da Trel, no Km 815 da Rodovia Rio-Magé, na altura do Jardim Primavera, em Duque de Caxias, pegou fogo na madrugada desta quarta-feira (20). Pelo menos 50 veículos foram incinerados, mas ninguém se feriu.

As chamas atingiram as bombas de combustíveis da garagem, e vizinhos da viação relataram até explosões.

Bombeiros do quartel de Campos Elíseos foram acionados às 2h18. No fim da madrugada, o fogo já tinha sido debelado.

Até a última atualização desta reportagem, não se sabia o que causou o incêndio.

 

Crédito: g1

 

Idosa morre após ataque de pitbull em Nilópolis, na Baixada Fluminense

Uma mulher, identificada como Joselina Serqueira, de 81 anos, morreu depois de ser atacada por um pitbull na manhã desta sexta-feira (15) em Nilópolis, na Baixada Fluminense. A vítima passava pela estrada Elizeu Alvarenga, altura do número 2245, no bairro Olinda, quando sofreu o ataque.

Bombeiros do quartel de Nilópolis foram acionados. Porém, quando chegaram no local, a mulher já estava morta. O proprietário do animal e uma testemunha foram conduzidos à 57ª DP (Nilópolis).

Outros ataques

Diversos outros ataques ocorreram no Rio de Janeiro em 2022, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, e também em Laranjeiras, na Zona Sul.

Outro caso foi registrado em Niterói, na Região Metropolitana, quando uma menina foi atacada em janeiro.

Na segunda-feira, um pitbull também matou um porco em Campo Grande, na Zona Oeste. O dono do cachorro se justificou:

“Eu fiquei chateado com o que houve. O bichinho foi a óbito, mataram o porquinho aí, da vizinha aí, eu mesmo irei conversar com o dono do porquinho pra ver o que pode ser feito. Mas lembrando que é a cadeia alimentar, né, é instinto do cachorro, mas graças a Deus não aconteceu um fato aí grave, entendeu?”.

 

Crédito: g1

Ex-deputado federal e tabelião são alvos de ação contra fraude imobiliária

O ex-deputado federal e ex-secretário de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, Felipe Bornier, é alvo da terceira fase da Operação Lázaro, realizada nesta terça-feira (19), que investiga fraudes em cartórios de registro imobiliário na Baixada Fluminense. A ação da 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada dos Núcleos Duque de Caxias e Nova Iguaçu do Ministério Público do Rio (MPRJ) também mira o tabelião Josemar Francisco, titular do 5º Ofício, que acabou sendo preso em flagrante por posse de arma de uso restrito.

Os agentes pretendem cumprir 17 mandados de busca e apreensão contra nove acusados de envolvimento em uma fraude milionária na compra e venda de um terreno que tem área equivalente a 20 campos de futebol, localizado no Distrito Industrial de Queimados, às margens da Rodovia Presidente Dutra, a Via Dutra. A investigação teve início na primeira fase da operação, quando foi apreendida no 10º Ofício a escritura pública do terreno.

O MPRJ constatou que o documento era falso e conseguiu apurar que os denunciados, com a ajuda de Josemar Francisco, se apossaram e venderam o imóvel. A denúncia aponta ainda que depois, como o terreno continuava sem uso, o grupo repassou a propriedade para a empresa da família Bornier, a RF2 Empreendimentos Imobiliários. De acordo com a promotoria, a família sabia que era um terreno fraudulento e em troca dessa negociação, transferiu imóveis para os envolvidos no esquema, inclusive para o tabelião, por meio de simulações de compra e venda.

“Num primeiro momento, esse imóvel foi fraudado no 5º Ofício, por um grupo de pessoas que constam na denúncia, e foi vendido para um empresário que, de boa fé, investiu algo em torno de R$ 3 milhões. A ideia era que ele comprasse o imóvel e fizesse uma estrutura que funcionaria como uma espécie de pátio de caminhão. Ele comprou o imóvel, mas ficou descapitalizado e resolveu esperar um pouco para continuar investindo no terreno. O grupo, não satisfeito com isso, sem a concordância do empresário, vendeu mais uma vez esse imóvel, que já tinha sido falsamente adquirido pelo empresário que foi vítima, para o grupo Bornier”, explicou a promotora do MPRJ, Elisa Pitarro, em entrevista ao ‘BDRJ’ da TV Globo.

“Coincidentemente, no período em que a R2F adquire esse imóvel, o tabelião acabou adquirindo um sítio e outros imóveis que pertenciam à família Bornier, localizados na Barra da Tijuca. Esse grupo que está responsável pela fraude, no final disso tudo, foi beneficiado com uma gama de imóveis, a família Bornier transferiu para ele uma série de imóveis. Para cada imóvel, foi lavrada uma escritura, simulando compra e venda. Compra e venda cujo valor do imóvel estava muito abaixo do valor real”, completou a promotora.

Os denunciados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica e estelionato. A denúncia foi recebida e os mandados expedidos pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. A reportagem do jornal tentou contato com a defesa dos envolvidos.

 

crédito: Jornal O Dia

Polícia Civil prende acusado de fazer parte de milícia chefiada por Zinho

Um homem de confiança da milícia de Zinho e responsável pelos últimos confrontos na Zona Oeste do Rio e na Baixada Fluminense nos últimos meses, foi preso na madrugada da última segunda-feira (3).

Jairo Batista Freire aparece em vídeos nas redes sociais em que diversos homens comemoram um ataque a um território de um grupo rival utilizando roupas táticas e armamentos.

De acordo com a Polícia Civil, o criminoso foi encontrado em casa em Seropédica, na Baixada Fluminense. No local, os agentes encontraram o relógio que Jairo usava nos vídeos divulgados após o confronto entre os milicianos.

 

Crédito: bandnewsfmrio.com.br

Estudante de 23 anos foi torturada e mantida em cárcere privado durante três dias na Baixada Fluminense

“Foram três dias e três noites de tortura.” O relato é da estudante X., de 23 anos, que foi mantida em cárcere privado em uma casa em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, pelo homem com quem se relacionava há 2 meses. Acusado do crime, Ueligton Silva do Nascimento, de 40 anos, foi preso na última segunda-feira (6), por policiais da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Duque de Caxias.

Antes de se relacionar com o agressor, a vítima foi casada por cinco anos com um homem com quem teve dois filhos, hoje com 4 e 2 anos. Na época, Ueligton era vizinho do casal. Ela acabou seduzida por ele e decidiu largar o marido para iniciar um novo romance.

— Meu relacionamento estava desgastado, não tinha mais vida. Foi quando ele apareceu e eu acabei me encantando — afirma a jovem.

Com o tempo, no entanto, ela passou a se incomodar com os hábitos do homem, que segundo ela é usuário de drogas e consome bebida alcóolica em exagero. Arrependida do que fez, a estudante enviou uma mensagem de áudio a uma amiga dizendo que queria reconstruir sua família.

— Eu disse a ela que estava sentindo falta da família,porque como eu tinha tranquilidade em casa, uma paz — conta.

Ueligton ouviu a mensagem e ficou furioso. No último dia 29, por volta das 17h, segundo a vítima, ele deu início às agressões. Também trancou a porta e colocou lençóis nas janelas para que os vizinhos não vissem o que estava ocorrendo no interior da casa.

— Ele me deu socos, pontapés, usou uma faca para me furar. Também jogou meu filho contra a parede. Ele está traumatizado — diz a vítima.

Por causa dos hematomas, ela não consegue abrir o olho esquerdo e teme perder a visão. A estudante só conseguiu sair da casa na quarta-feira, quando uma prima do agressor foi até a casa e percebeu o que estava acontecendo.

De acordo com a delegada Fernanda Fernandes, titular da Deam de Duque de Caxias, a jovem procurou a unidade especializada na noite de quinta-feira para denunciar o caso.

— No dia seguinte, após diligências, foi representada pela prisão temporária e, desde esta data, o autor já foragido, vinha sendo procurado pela Polícia, sendo preso na data de hoje (ontem, segunda-feira), após trabalho de inteligência da Equipe da Deam Caxias — afirma a delegada.

O acusado vai responder pelos crimes de tortura e cárcere privado, e pode pegar até 13 anos de cadeia.

 

Crédito: extra.globo.com