Caixa anuncia calendário de pagamentos de novembro e dezembro do Auxílio Brasil

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou nesta terça-feira (16) o calendário de pagamentos do Auxílio Brasil, benefício substituto do Bolsa Família, dos meses de novembro e dezembro.

Guimarães disse que 14,5 milhões de famílias serão atendidas. Os pagamentos começam nesta quarta-feira (17). Serão utilizados os mesmos cadastros dos beneficiários do Bolsa Família.

O presidente da Caixa informou que no aplicativo Caixa Tem poderão ser consultadas informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas.

No novo aplicativo Auxílio Brasil, que já substitui o do Bolsa Família, também é possível consultar informações sobre o benefício, como calendário de pagamentos e saldo disponível.

Guimarães anunciou ainda o calendário de pagamentos de novembro e dezembro. O Auxílio Brasil manteve as datas de depósitos do Bolsa Família, que funcionam de acordo com o fim do Número de Inscrição Social (NIS). Veja abaixo:

Novembro

  • NIS com final 1: 17 de novembro
  • NIS com final 2: 18 de novembro
  • NIS com final 3: 19 de novembro
  • NIS com final 4: 22 de novembro
  • NIS com final 5: 23 de novembro
  • NIS com final 6: 24 de novembro
  • NIS com final 7: 25 de novembro
  • NIS com final 8: 26 de novembro
  • NIS com final 9: 29 de novembro
  • NIS com final 0: 30 de novembro

 

 

Guimarães confirmou ainda que todos os meses o Ministério da Cidadania vai selecionar novos beneficiários para o Auxílio Brasil. O fato de a família estar inscrita no Cadastro Único, com dados atualizados e elegíveis, não resulta na imediata concessão do Auxílio Brasil. A família estará numa lista reserva, que será executada à medida que o governo tenha recursos no orçamento.

Quem vai receber?

  • Se já tinha o Bolsa Família: Auxílio Brasil será pago automaticamente
  • Se está no CadÚnico, mas não recebia o Bolsa Família: vai para a lista de reserva
  • Se não está no CadÚnico: é preciso buscar um Cras para registro, sem garantia de receber

 

 

Crédito: g1.globo.com

PIX completa 1 ano com novas medidas de segurança para os usuários

O PIX, o sistema de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), completa 1 ano de funcionamento no país e ganha nesta terça-feira (16) um conjunto de novas medidas de segurança.

Entre as novas medidas, estão o bloqueio preventivo dos recursos em caso de suspeita de fraude, notificações obrigatórias de transações rejeitadas e devolução de valores pela instituição recebedora, em casos de fundada suspeita de fraude ou falha operacional nos sistemas das instituições participantes.

As novas medidas foram anunciadas no final de setembro. Segundo o Banco Central, os mecanismos “criam incentivos para que os participantes aprimorem cada vez mais seus mecanismos de segurança e de análise de fraudes”.

O PIX é um mecanismo de transferência de recursos que opera em tempo real, 24 horas por dia.

Atualmente já são quase 350 milhões de chaves cadastradas, sendo 334 milhões delas de pessoas físicas. Segundo o Banco Central, mais de 104 milhões de usuários pessoas físicas já realizaram alguma transação via PIX.

Neste 1 ano de PIX, o Banco Central estima que mais de 45 milhões de pessoas que não realizavam transações eletrônicas agora fazem PIX com frequência e que o sistema já conseguiu reduzir em quase R$ 5 bilhões os custos bancários para as empresas.

Veja os novos mecanismos

  • Bloqueio cautelar: medida vai permitir que o banco que detém a conta do usuário possa efetuar um bloqueio preventivo dos recursos por até 72 horas em casos de suspeita de fraude. Sempre que o bloqueio cautelar for acionado, a instituição deverá comunicar imediatamente ao cliente.
  • Notificação de infração: notificação de infração deixará de ser facultativa e passará a ser obrigatória. Mecanismo visa permitir que os bancos registrem uma marcação na chave PIX, no CPF/CNPJ do usuário e no número da conta quando há “fundada suspeita de fraude”. Essas informações serão compartilhadas com as demais instituições financeiras para aumentar aos mecanismos de prevenção a fraudes;
  • Ampliação do uso de informações para fins de prevenção à fraude: será criada uma nova funcionalidade que permitirá a consulta de informações vinculadas às chaves PIX. Assim, informações de notificação de fraudes estarão disponíveis para todos os participantes do PIX, que poderão utilizar essas informações em seus processos como, por exemplo, abertura de contas;
  • Mecanismos adicionais para proteção dos dados: mecanismos adotados pelos bancos devem ser, no mínimo, iguais aos mecanismos implementados pelo BC. Os bancos também terão de definir procedimentos de identificação e de tratamento de casos em que ocorram excessivas consultas de chaves PIX;
  • Devolução de valores em caso de fraude ou falha: a devolução poderá ser iniciada pelo prestador de serviço de pagamento do usuário recebedor, por iniciativa própria ou por solicitação do prestador de serviço do usuário pagador, em casos de fundada suspeita de fraude ou falha operacional nos sistemas das instituições participantes.
O Banco Central também mudou o regulamento do PIX para deixar claro que os bancos devem ser responsabilizados por “fraudes decorrentes de falhas nos seus próprios mecanismos de gerenciamento de riscos”.

Crédito: g1.globo.com

Pesquisa do Procon-RJ identifica variação de 37% no valor do arroz e do feijão; veja os preços da sua região

O Procon Estadual do Rio de Janeiro encontrou variações de até 37% nos valores cobrados por supermercados no arroz e no feijão em supermercados de um mesmo município. Confira todos os valores neste link.

A pesquisa foi solicitada pela Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor para monitorar os preços a fim de apurar se a isenção de ICMS concedida pelo estado sobre a circulação destes dois alimentos trará redução às famílias.

Os agentes identificaram variação de até 37% no arroz e de até 35% no feijão, quando comparado o produto de igual marca em diferentes supermercados da mesma cidade.

“Solicitei ao Procon-RJ que fizesse essa pesquisa para podermos realizar o monitoramento, e acompanhar se o desconto do ICMS de fato chegará até os consumidores e também estimular a concorrência entre os fornecedores”, afirmou Léo Vieira, secretário estadual de Defesa do Consumidor.

Óleo de soja, leite, ovos, açúcar, sal, fubá, macarrão, farinha de trigo e farinha de mandioca também foram pesquisados em 11 municípios das Regiões Metropolitana, Serrana, da Costa Verde dos Lagos, Norte e Sul Fluminense.

Os servidores coletaram os valores em 34 estabelecimentos localizados nos municípios do Rio de Janeiro, Niterói, Nova Iguaçu, Nilópolis, Magé, Macaé, Campos dos Goytacazes, Barra do Piraí, Mangaratiba, Cabo Frio e Nova Friburgo. A pesquisa e análise dos preços foram realizadas entre os dias 20 e 29 de outubro.

O presidente do Procon-RJ alerta que, apesar de a Lei Estadual 9.391/21 ter entrado em vigor no dia 2 de setembro, os efeitos da isenção incidirão a partir desta segunda-feira (1º), conforme regulamentado por decreto.

“Os levantamentos de preços realizados em outubro, juntamente com o que já havia sido feito em agosto, são muito importantes para o monitoramento dos valores. No mês de novembro outra pesquisa será realizada, para verificar se o desconto do ICMS de fato será repassado aos cidadãos. Os consumidores poderão usar a pesquisa atual como base para saber onde comprar mais barato”, observou Cássio Coelho.

Região Metropolitana

Na capital, os servidores identificaram a maior variação de preço de arroz de todo o estado. O mesmo produto de 1 kg foi encontrado por R$ 5,12 e R$ 6,99, uma oscilação de 37%. Já o feijão era vendido a R$ 8,19 e R$ 6,79, com diferença de 21%.

Em Magé, o mesmo arroz de 5 kg chegou a custar R$ 37,49 em um supermercado e R$ 29,98 no outro, ou seja, o consumidor economizaria R$ 7,51 se fizesse as compras em estabelecimentos distintos. O feijão também teve variação significativa de preço, de até 18%.

Nos municípios da Baixada, os nilopolitanos podem pagar até 30% mais caro pelo arroz e 22% pelo feijão. Já os moradores de Nova Iguaçu poderão economizar até 20% no arroz e perceberão uma diferença menor no preço do feijão, de 6%, com valores entre R$ 9,49 e R$ 8,99.

A oscilação do preço do feijão em Niterói foi a mesma que em Nova Iguaçu. O arroz vendido no município variou no máximo 18%, sendo a cidade que teve a menor alteração de preço do produto na Região Metropolitana.

Norte Fluminense

Entre as duas cidades da região Norte Fluminense pesquisadas, Campos dos Goytacazes é o município que o consumidor precisa ficar mais atento em relação aos preços. Os agentes constataram variação de mais de 30% tanto no arroz, quanto no feijão. O mesmo arroz de 1 kg custa R$ 4,79 em um estabelecimento e R$ 6,39 em outro. Oscilação ainda maior foi identificada no feijão, custando entre R$ 7,79 e R$ 10,49, com variação de até 35%.

Já em Macaé, a diferença entre os valores cobrados por uma igual marca de arroz chegou a até 21% — entre R$ 6,79 e R$ 8,19-, enquanto pelo feijão, 16%, R$ 7,95 em um supermercado e R$ 9,19 num outro.

Crédito: g1.globo.com

Com os preços altos, mercados de São Paulo colocam alarmes em peças de carne para evitar furtos

Com o aumento do preço da carne bovina e o temor de furtos, supermercados da Grande São Paulo estão adotando diversas medidas de segurança em seus açougues. Além da prática de entregar bandejas de carne vazias aos clientes até que o produto seja pago no caixa, há redes que colocaram alarmes em peças de carne e relatos de seguranças dedicados apenas à área de açougue.

Os alarmes, antes restritos a produtos de maior custo, como bebidas importadas, por exemplo, vêm se tornando corriqueiros no setor de açougue de diversas redes.

Segundo funcionários entrevistados pela TV Globo, o equipamento tem sido adotada por conta do alto preço da carne, com peças que podem custar mais de R$ 100.

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), não há ilegalidade nas práticas da bandeja vazia e do alarme, e os mercados podem fazer isso com produtos que considerem muito visados.

No entanto, o Idec alerta que o cliente tem o direto de ver a carne, ou seja, escolher a peça, esperar que o açougueiro a corte na sua frente e aí receber, no caixa, o mesmo pacote.

“Faz parte do direito de escolha do consumidor analisar a peça antes de comprar. Isso é importante que seja respeitado e qualquer limitação nesse sentido não pode ocorrer. Também é importante que o consumidor verifique que o produto entregue é aquele que ele solicitou no momento da compra”, disse o representante do Idec, Igor Marchetti.

“Além disso, o fato da rede de supermercados somente nessa região aplicar tal conduta pode ser considerada atitude discriminatória, ferindo a isonomia que é preceito básico das relações de consumo”, completou Marchetti.

Procon também destacou que as medidas não podem ser discriminatórias. “É inaceitável critérios de discriminação, em razão do local ou porque qualquer outro critério”, disse o diretor da entidade, sobre o caso da bandeja vazia no Jardim Ângela.

Fios e alarme antifurto

Nesta terça (19), na unidade do Bom Retiro da rede Sam’s Club, na região central da capital, peças de carnes nobres como picanha e filé mignon estavam envoltas em uma rede de fios que se conecta a um alarme antifurto.

A mesma estratégia é feita no Carrefour da Casa Verde, na Zona Norte da cidade. No local, carnes de cortes mais baratos, como lagarto e contrafilé, também ficam protegidas por alarmes.

No atacadista Big da Barra Funda, na Zona Oeste da cidade, diversas peças de carne bovina também são embaladas com redes e alarmes individuais.

Segurança para carnes

Além dos alarmes, há relatos de clientes que identificaram equipes de seguranças específicas para o setor de carnes. Segundo usuários das redes sociais, a prática é adotada por lojas do atacadista Assaí.

Crédito: g1.globo.com

Nova Friburgo tem o gás de cozinha mais caro do estado do Rio

A cidade de Nova Friburgo, na Região Serrana, tem o gás de cozinha mais caro do estado. É o que consta em um levantamento da Agência Nacional de Petróleo. Concluído no sábado (9), mesmo dia em que o novo reajuste no preço do GLP anunciado pela Petrobras entrou em vigor, o estudo apontou que o preço médio do botijão de 13 kg no município é de R$ 107,24. O valor máximo encontrado na cidade foi de R$ 108.

Segundo o coordenador do Procon de Nova Friburgo, Alexssandro Gabetta, a autarquia já recebeu diversas denúncias de moradores por conta de suposto abuso de preço por parte de empresas revendedoras.

 

Crédito: https://bandnewsfmrio.com.br/