Decreto regulamenta mercado de carbono no país

O governo federal publicou na última sexta (20) no Diário Oficial da União (DOU) um decreto para regulamentar as regras do mercado de baixo carbono no país. Ele estabelece procedimentos para a elaboração de planos setoriais de mitigação das mudanças climáticas para diversos setores da economia e também institui o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa. A medida atende a uma determinação da legislação ambiental.

Em vigor desde 2009, a legislação que instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima diz que cabe ao governo editar norma com os procedimentos para os planos setoriais “visando a consolidação de uma economia de baixo consumo de carbono” para atender metas gradativas de redução de emissões de gases do efeito estufa em decorrência da atividade humana.

Essa política deverá ser aplicada – considerada a especificidade de cada setor – na geração e distribuição de energia elétrica, no transporte público urbano e nos sistemas modais de transporte interestadual de cargas e passageiros.

Além desses setores, ela também tem que ser feita na indústria de transformação e na de bens de consumo duráveis, nas indústrias químicas fina e de base, na indústria de papel e celulose, na mineração, na indústria da construção civil, nos serviços de saúde e na agropecuária.

 

Crédito: O São Gonçalo

Após alívio em janeiro, preço da carne deve voltar a subir. Cotação da arroba no atacado já aumentou 13% este ano

Ao fazer compras, o preço da carne pesou bastante no bolso do consumidor no ano passado. Depois de uma alta de quase 18% em 2020, o custo do alimento parece ter se estabilizado em janeiro, com um pequeno recuo de 0,08%, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brsail de Gerografia e Estatística (IBGE) na última terça-feira (dia 9). Segundo analistas, isso já reflete uma demanda menor com o fim do auxílio emergencial. Mesmo assim, a projeção para este ano ainda é de elevação, por outros fatores.

O clima mais seco em 2020, com a pior estiagem em dez anos (o que prejudica os pastos), e a alta das exportações explicam o aumento dos preços nos últimos meses. O preço da carne continua pressionado no atacado.

Na segunda-feira passada, o preço do arroba bovino chegava a R$ 301,50, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea Esalq/USP)  um recorde histórico. Somente neste ano, a cotação já subiu 13%.

Os frigoríficos, com o aumento dos preços (no exterior) e a maior demanda das exportações, estão trabalhando com estoques menores, o que eleva os preços nos mercados — diz o presidente da Bolsa de Gêneros Alimentícios do Estado do Rio de Janeiro (BGA-RJ), Humberto Margon.

Segundo uma projeção da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), no período de janeiro a novembro de 2020, as exportações somaram 1,84 milhão de toneladas, um aumento de 9% em relação ao mesmo período de 2019.

Desse total, 780 mil toneladas foram apenas para a China, cuja recuperação da economia aumenta a demanda por proteínas animais.

Por outro lado, houve queda no consumo de carne no Brasil. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o consumo brasileiro de carne bovina foi de 29,3 quilos por habitante em 2020, uma queda de 5% em relação ao ano anterior.

Para os próximos meses, Margon, da BGA-RJ, acredita que, mesmo com o menor consumo, o preço da carne deve seguir elevado:

Se a oferta de animais continuar baixa, e a exportação abrir com força, a tendência é o mercado continuar com preços em alta.

 

 

Fonte: extra.globo.com

Gerente e segurança de mercado são indiciados por racismo

A Polícia Civil indiciou nesta sexta-feira (27), o gerente e um segurança por crime de racismo, em um hipermercado em São Gonçalo, na região metropoliana do Rio.

De acordo com a polícia, a vítima foi constrangida quando entrou no mercado pelo segurança da loja, que começou a segui-lo durante sua permanencia no local.

Após pagar as compras, o homem se sentiu constrangido pelo fato e procurou o atendimento ao cliente para reclamar da conduta do segurança. Em seguida, chegou o gerente e disse que não se tratava de racismo, que o segurança apenas caminhava pela loja.

Ao sair do hipermercado, a vítima relatou ter sido chamado de “ladrãozinho” pelo segurança que voltou para procurar o gerente novamente.

Por fim, ao saber do fato, o gerente regional da loja fez apurações internas e desligou os funcionários envolvidos nas condutas criminosas.

 

Fonte: r7.com

Encontro de libras vai debater a questão do surdo e o mercado de trabalho

O surdo e o mercado de trabalho: expectativa x realidade. Esse o tema do II Encontro de Surdos e Ouvintes Usuários de Libras de Rio Bonito, que acontece no dia 29 de maio, no auditório do Centro Administrativo da prefeitura (Rodovia BR 101, Km 266 – Praça Cruzeiro), a partir das 13 horas. O público alvo do evento, que é gratuito, são surdos e ouvintes usuários de libras, além de cursistas, familiares e outros interessados em Língua Brasileira de Sinais. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site da prefeitura (www.riobonito.rj.gov.br).

O evento, organizado pelo Departamento de Educação Inclusiva da secretaria de Educação,  tem como objetivo divulgar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e a cultura surda, além de possibilitar o compartilhamento de informações e conquistas da comunidade surda. Os interessados em participar deste encontro devem ter o mínimo de conhecimento em libras, já que o evento será transmitido totalmente em Língua Brasileira de Sinais, inclusive com a participação de palestrantes surdos.

Acesse o link e faça a sua inscrição para o Encontro de Surdos e Ouvintes