Rio Bonito: Empresário vira réu por morte de pedreiro soterrado

Um empresário de Rio Bonito e um funcionário dele, no interior do Rio de Janeiro, se tornaram réus por homicídio doloso, no processo que investiga a morte de um pedreiro, ocorrida em agosto do ano passado. A vítima morreu soterrada, após um deslizamento de terra na obra em que trabalhava, no Centro da cidade.

As investigações revelaram que a obra não tinha acompanhamento de equipe técnica e nem autorização da Prefeitura para ser executada. De acordo com o inquérito da Polícia Civil, o empresário André Luis Oliveira Cardozo e o funcionário dele, identificado como Ailton Soares, sabiam do risco do acidente e mesmo assim não se importaram.

“As investigações demonstraram que essas pessoas previram o resultado e não se importaram com a ocorrência desse resultado, ou seja, eles se lixaram pro resultado, tanto é que o rapaz morreu, por isso, que eles foram responsabilizados pelo crime de homicídio doloso, na modalidade simples”, afirmou o delegado responsável pelas investigações do caso, Luiz Henrique Guimarães, em reportagem divulgada pelo SBT.

Se forem condenados, os réus podem pegar entre seis e vinte anos de reclusão.

O ACIDENTE:

Na época, o pedreiro Carlos Jorge de Aguiar de 42 anos, vítima do acidente,  havia sido contratado para fazer uma obra emergencial no imóvel do empresário, localizado Rua Getúlio Vargas. No dia 11 de agosto do ano passado, o pedreiro e um ajudante faziam a escavação de uma barreira, que ameaçava a parte dos fundos do prédio, quando houve um deslizamento de terra.

Testemunhas relataram que o ajudante, um adolescente de 16 anos, conseguiu correr e escapou ileso, mas o pedreiro acabou morrendo soterrado no local. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou asfixia mecânica como a causa da morte, devido a uma compressão do tórax.

O técnico de segurança do trabalho e gestor de recursos humanos, Wesley Toledo, afirma que, em obras como a que estava sendo realizada, é fundamental a atuação de profissionais da área, como engenheiros civis e geólogos. “Eles vão estudar a estrutura do solo, complementando a segurança do trabalho, com uma empresa qualificada, com profissionais qualificados, que vão dar uma orientação, um norte, para esses empresários, no sentido de evitar que esses acidentes do trabalho venham acontecer”, destacou.

O QUE DIZEM OS CITADOS

O advogado de defesa do empresário, Marcello Ramalho, nega as acusações apontadas do inquérito. “O Ministério Público foi seduzido, embalado por uma investigação tendenciosa que concluiu que os acusados sabiam dos riscos e não se importaram com o acidente, o que é um verdadeiro absurdo. Temos notícias dos autos que a Defesa Civil, na época, foi acionada e nunca compareceu no local”, disse.

Por meio de nota, a Prefeitura de Rio Bonito disse que a Defesa Civil compareceu ao local apenas após o ocorrido, contraponto o que alegou a defesa do empresário. O município acrescentou ainda que, na delegacia responsável pelas investigações do caso, existe um documento com a declaração do ex-chefe da pasta confirmando o fato.

 

 

 

 

 

 

Fonte: informerj.com.br

‘Atravessou meu caminho’ diz gamer de 18 anos que matou a facadas amiga rival na vida real

O jovem Guilherme, de 18 anos, que matou a amiga Ingrid Oliveira Bueno da Silva, de 19 anos, a facadas e golpes de espada disse à polícia que ela “atravessou o seu caminho”. Os dois jogavam videogame juntos. Ele gravou e confessou o crime e afirmou que estava planejando a ação há duas semanas. “Minha sanidade mental tá completamente apta. Eu quis fazer isso”, falou o jovem aos policiais no momento da prisão.

O crime chocou a família e os moradores do bairro. Segundo a mãe do jovem, Maria Rita Alves, ele era um bom filho e todos gostavam dele. “Sem palavras, todo mundo aqui gostava dele. O filho que eu criei não foi esse, não foi”, revelou em entrevista à Record TV.

Após o assassinato, Guilherme divulgou um vídeo confessando o crime: “Vocês tão achando que é tinta, montagem, mas não é. Eu realmente matei ela. Eu tenho um livro também. Pedi pra um pessoal divulgar”.

O livro é um diário com 52 páginas, onde ele escreve sobre a vida, os objetivos e diz que não gosta de ninguém.  Em um vídeo, ele destaca que pretendia atacar o cristianismo em seu próprio nome.

O acusado está desempregado e conheceu a vítima pela internet há cerca de um mês. Eles costumavam jogar uma série de games eletrônicos de guerra, ação e tiros. À mãe, o jovem disse que a amiga era de Santana, na zona norte.

Já Ingrid teria pedido um atestado no trabalho na data do crime para poder se encontrar com o suspeito. Os pais dela não sabiam. Ela revelou ao ex-namorado que iria para a casa de um amigo, mas não disse o nome dele.

O encontro foi na última segunda-feira (22) na casa do jovem na região de Pirituba, na zona norte de São Paulo. Ao se recusar a executar um ataque, Ingrid foi morta e a ação filmada. A família não ouviu gritos de socorro ou qualquer outro barulho. Nem mesmo o cachorro latiu.

Histórico familiar

Guilherme morava na mesma casa desde o nascimento com a mãe e os irmãos. A mãe limpou o quarto onde o crime aconteceu e ainda está em choque. Ela saiu para trabalhar e recebeu o telefonema de um dos filhos e da nora dizendo para ela retornar à casa. Maria Rita acreditava ter acontecido alguma coisa com o outro filho que trabalha de moto e foi surpreendida com a cena.

A polícia cercou a área e Guilherme foi preso. Ele demonstrou frieza e confessou o assassinato da jovem: “Meu objetivo era ficar com a moça e matar”, revelou na delegacia.

O caso

Policiais militares foram chamados para atender uma ocorrência de mulher esfaqueada. No local, acharam a vítima com diversas facadas. O óbito foi constatado por uma equipe do resgate.

Após ferir a vítima, o estudante fugiu. O irmão dele contou que chegou em casa e encontrou a jovem já desmaiada. Ele não a conhecia. O estudante disse aos seus familiares que iria cometer suicídio, mas seu irmão conseguiu convencê-lo a se entregar.

Os agentes conseguiram uma cópia do suposto livro escrito por Guilherme, que foi anexada ao inquérito policial. O celular foi apreendido. O caso foi registrado como homicídio qualificado no 87º DP, na Vila Pereira Barreto.

 

Fonte: noticias.r7.com

 

Fuzileiro Naval é enterrado em Itaboraí

O corpo do fuzileiro naval Matheus Filipe Coelho da Silva de 24 anos, foi enterrado na manhã desta quinta-feira (18). Estava desaparecido desde o último dia 11, e foi encontrado carbonizado, no último domingo (14), em Monjolos, São Gonçalo.

O sepultamento aconteceu às 9h, no Cemitério Parque da Paz, em Itaboraí. A despedida ocorreu um dia após agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo, confirmarem que o corpo carbonizado era do jovem.

A família do jovem estava bastante transtornada e, alguns, inclusive passaram mal no cemitério.

Fabiana Fortunato, de 24 anos, está grávida de 9 meses do fuzileiro. “Quando eu recebi a notícia, foi o pior dia da minha vida. O Matheus tinha me mandado uma mensagem de manhã, no dia em que ele desapareceu, e estava tudo bem. Depois, a mãe dele mandou uma mensagem perguntando se eu estava com ele e eu respondi que não. Nunca mais tivemos notícias dele”, disse ela que mantinha um envolvimento amoroso com o Matheus.

O jovem fuzileiro estava animado com o nascimento de sua filha. A partir de agora, ela pensa como será o futuro da filha do casal, Maria Júlia. “Completei nove meses recentemente e agora ele não vai ver mais o nascimento dela”, contou Fabiana.

Matheus Filipe também é pai de uma menina de 4 anos. Ester Novaes, de 23 anos, mãe da criança, disse que não sabe como contará essa notícia para a menina.

“Foi um choque para mim, nunca imaginei que isso ia acontecer. Não tenho nenhuma teoria sobre o caso. Ainda não sei também como vou contar isso para nossa filha”, contou ela, que estava há cerca de 3 anos separada do fuzileiro.

Sobre a relação de Matheus com sua filha, Ester afirma que ele era muito presente. “Ela era a princesinha dele, os dois eram muito agarrados”, disse ela.

De acordo com o delegado Mário Lamblet, responsável pela investigação, a identificação do cadáver foi realizada através de exames odontológicos, fornecidos pela Marinha do Brasil.

Ainda conforme o delegado, existem algumas linhas de investigações, mas ainda é cedo para descartar qualquer caminho.

“Temos algumas linhas mais fortes, mas é  uma investigação recente. Estamos buscando e analisando todos os caminhos”, contou o delegado.

Caso – Matheus desapareceu após sair de casa, na noite de quarta-feira (11), e não foi mais visto com vida.

No último domingo um corpo foi localizado, carbonizado, no banco traseiro  de um veículo, em Monjolos, São Gonçalo, mas a confirmação da identificação do cadáver saiu nesta quarta-feira (17), após exames.

Matheus era descrito como uma pessoa boa e muito trabalhador. Ele deixou uma filha de quatro anos.

 

 

 

 

Fonte: osaogoncalo.com.br

Sequestro em Cabo Frio acaba em morte

Gabriel da Silva Lima de 18 anos e Kauã Silva Vieira de 16 anos, foram sequestrados na tarde de domingo (07), em Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio.

De acordo com a civil, os jovens estavam passando próximo do cemitério do Jardim Esperança quando foram sequestrados, três homens em um carro que seguiu sentido a Estrada Velha de Búzios.

Ainda de acordo com a civil, por volta das 18h a delegacia recebeu o comunicado de um homicídio, onde um jovem foi encontrado com varias marcas de tiros e sinais de espancamentos. O jovem foi identificado como Kauã da Silva de 16 anos ele foi localizado no bairro Colinas do Peró, sendo uns dos jovens sequestrados.

Já Gabriel ainda não foi localizado a família não sabe se ele está vivo ou morto, a policia segue investigado o caso buscado câmeras de segurança da localidade.

O caso foi registrado na 126ª DP de Cabo Frio.

 

Fonte: rlagosnoticias.com

Polícia Civil do Rio de Janeiro encontra corpo de jovem desaparecida

A Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou nesta quinta-feira (4) o corpo da jovem Jeniffer Capella do Amaral, de 18 anos, que estava desaparecida desde o dia 21 de janeiro. Em depoimento, o ex-namorado confessou ter assassinado Jeniffer.

O corpo da jovem vítima de feminicídio foi achado em um terreno ao lado da casa dele, em Magé, na Baixada Fluminense.

O suspeito está preso na Delegacia de Homicídios da Baixada (DHBF).

Jeniffer foi vista pela última vez, segundo a família, entrando em um carro de aplicativo, no bairro Fragoso, em Magé. Ela iria para casa de uma amiga, onde passaria a noite, mas não chegou ao destino.

Jeniffer foi vista pela última vez, segundo a família, entrando em um carro de aplicativo, em Magé, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução redes sociais

Fonte: g1.com