Prefeitura do rio confirma que Réveillon vai acontecer sem restrições com 75% da população total e 90% dos adultos com esquema vacinal completo

A Prefeitura do Rio afirma que se a cidade atingir a taxa de 75% da população total e 90% dos adultos imunizados com o esquema vacinal completo, o Réveillon vai acontecer sem restrições. A realização do Carnaval também está condicionada à essas taxas.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, o cenário atual da capital fluminense é favorável à realização do evento de virada do ano. Segundo ele, o Rio registra a menor taxa de transmissão desde o início da pandemia: 0,69%.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (21), dia em que a cidade voltou a aplicar a dose de reforço em mulheres com 67 anos ou mais. As pessoas com 68 anos ou mais também podem receber a terceira dose, assim como as pessoas imunodeprimidas com 12 anos ou mais, e os profissionais da saúde que tomaram a segunda dose até o dia 31 de março.

Durante a agenda, Soranz afirmou que a cidade tem doses suficientes para aplicação da terceira dose até esta sexta-feira (26), o que pode paralisar novamente a campanha da aplicação da dose de reforço. A expectativa é a de que o Ministério da Saúde entregue uma nova remessa até a sexta-feira (22).

Daniel Soranz também falou sobre a retirada da obrigatoriedade do uso de máscara em locais abertos. Ele disse que a Secretaria Municipal de Saúde mantém a meta de 65% da população total vacinada com o esquema vacinal completo para liberar o uso do equipamento em locais abertos. A pasta acredita que a taxa seja atingida na próxima semana.

 

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Prefeitura do Rio autoriza capacidade máxima em cinemas, teatros, shoppings e museus

A Prefeitura do Rio libera 100% de ocupação da capacidade máxima em espaços como cinemas, teatros, shoppings e museus, sem necessidade de distanciamento de um metro entre uma pessoa e outra.

O uso de máscara obrigatório está mantido.

Estádios de futebol ainda não estão inclusos no decreto. A Secretaria Municipal de Saúde prevê liberar a capacidade máxima nesses espaços quando 65% de toda a população da capital fluminense estiver com o esquema vacinal completo. Máscaras em ambientes abertos também vão deixar de ser obrigatórias.

 

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Especialistas apontam parâmetros para realização de Carnaval seguro no Rio

Um relatório elaborado por especialistas ouvidos pela Câmara Municipal do Rio aponta que para ter um Carnaval considerado seguro, a cidade precisa ter 80% da população completamente vacinada contra a covid-19. O documento, recebido pela Comissão Especial de Carnaval, já foi enviado para a Secretaria Municipal de Saúde.

No ofício são apresentados alguns indicadores para que as festividades ocorram. Entre eles, além do esquema vacinal, também são mencionados números em relação a oferta de atendimento, assistência e testagem. De acordo com o relatório, a porcentagem de diagnósticos positivos para a covid-19 no município deve estar abaixo de 5% em um período de sete dias.

É citado ainda que a taxa de contágio da cidade, que determina o potencial de propagação do vírus, deve estar abaixo do nível 1. Outro tópico aborda a garantia de segurança sanitária entre profissionais que trabalham no Carnaval.

Para o pesquisador da Fiocruz Hermano Castro, responsável pelo ofício, é inviável que as festas aconteçam com distanciamento, mas é necessário analisar a situação em relação ao cenário da pandemia. Ele destacou que além de questões como a exigência do chamado passaporte de vacinação, o controle de fronteiras também deve ser levado em consideração para um Carnaval seguro.

Hermano assina o documento ao lado do epidemiologista Roberto Medronho, da UFRJ. O presidente da Comissão Especial de Carnaval da Câmara, o vereador Tarcísio Motta, afirma que o relatório pode servir de inspiração para outros carnavais.

De acordo com o secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, a maioria dos parâmetros colocados no documento já foi alcançada pela cidade em setembro, restando apenas atingir a cobertura vacinal em 80%, o que segundo ele, deve ocorrer em novembro.

 

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Justiça suspende decreto do prefeito de Duque de Caxias e uso de máscara volta a ser obrigatório na cidade

A Justiça determinou a suspensão do decreto da Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que permitia o fim do uso de máscaras no município. A decisão é de quinta-feira (7), da juíza Elizabeth Maria Saad, da comarca do município.

O pedido de suspensão do decreto foi feito pelo Ministério Público e pela Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro.

Segundo a magistrada, a cidade precisa apresentar dados técnicos que mostrem que a retirada das máscaras não comprometerá a estratégia de combate à Covid-19 no município.

“Até que o município apresente relatório técnico devidamente embasado em evidências científicas e em análises sobre as informações da cobertura vacinal no município, no qual deve ser apontado um razoável percentual de vacinas aplicadas (tanto da dose 1 como da dose 2), em especial nos grupos prioritários, apto a justificar tecnicamente a dispensa do uso de máscaras em locais públicos; bem como apresente estratégias em saúde, vigilância sanitária, mobilidade urbana, segurança pública e assistência social, demonstrando que a situação epidemiológica atual aponta para o controle da pandemia”, afirma a decisão.

A juíza afirma ainda que, caso os dados sejam positivos em relação à retirada das máscaras, a Prefeitura de Duque de Caxias deve consolidar um plano de retomada das atividades, com transparência nos critérios técnicos utilizados para a tomada de cada decisão.

Decreto

A Prefeitura de Duque de Caxias publicou, na última terça (5), um decreto desobrigando o uso de máscara facial em todo o município.

No decreto, o prefeito Washington Reis (MDB) determinou o fim da obrigação na cidade considerando o “alto número de pessoas vacinadas contra o novo coronavírus (Covid-19) no município”.

No texto, ele menciona ainda o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a autonomia dos municípios na tomada de decisões para combate à Covid.

O texto dizia ainda que a regra não se aplica a pessoas infectadas ou com suspeita de estarem contaminadas com o coronavírus durante o período de transmissão.

A prefeitura informou que aplicou mais de 900 mil doses da vacina contra Covid na cidade. O número de aplicações da primeira dose ultrapassou a marca de 70% da população alvo, e a segunda dose alcançou, até o momento, 46,8% do público alvo.

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Exigência do ‘passaporte de vacinação’ é obrigatória em locais de uso coletivo, em Maricá

A Prefeitura de Maricá reforça que é obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação contra Covid-19 em locais públicos ou privados com 15 pessoas ou mais simultaneamente. A determinação segue o decreto municipal n° 739/2021 e foi retomada na última sexta-feira (01/10) após o Supremo Tribunal Federal (STF) suspender a decisão que havia cassado a exigência do comprovante.

Os estabelecimentos que descumprirem essa determinação (e outros protocolos sanitários presentes no decreto) estarão sujeitos a sanções e multas estabelecidas pela Lei Municipal 2.945/2020, conforme determinado no Inciso V do artigo 2º. As multas podem variar de R$ 50 a R$ 500.

 

População apoia a medida

No Shopping Boulevard Maricá, região central da cidade, os frequentadores aprovaram a exigência do comprovante de vacinação e as medidas de combate à Covid-19. A técnica de nutrição Ana Cláudia Fernandes, de 52 anos, passeava pelo estabelecimento com os filhos e garantiu que a iniciativa traz mais segurança a todos.

“Eu sou super a favor da apresentação do comprovante de vacinação nos estabelecimentos. Muitas pessoas ainda não se vacinaram e isso estimula a imunização, nos deixando mais à vontade e seguros ao entrar nesses locais”, reforçou.

Em visita à Maricá, o morador de Petrópolis Marco Aurélio de Medeiros, de 45 anos, achou positiva a obrigatoriedade do documento e espera que seu município adote protocolos similares.

“É correta essa medida e traz mais segurança a todos que estão circulando na cidade. Em Petrópolis, não há essa exigência como em Maricá e acho que deveriam seguir o exemplo, ajudando a estimular a economia de forma segura”, pontuou.

O Restaurante Mistura Grill, no Centro, é outro exemplo de local que segue o decreto municipal. A esteticista Sabrina Gomes, de 29 anos, moradora de Araçatiba, enfatiza que o espaço é um exemplo de consciência e cuidado que deve ser seguido.

“Só venho almoçar em locais que respeitem os decretos e nesse restaurante sempre é pedida a apresentação do comprovante de vacinação”, disse.

 

Exercícios físicos com segurança

Na academia SmartFit de Maricá, todas as pessoas que chegavam para se exercitar nesta quinta-feira (07/10) estavam com o comprovante de vacinação e usavam máscaras de proteção.

A unidade permite, inclusive, que os alunos anexem o registro das doses em um sistema digital, mostrando o rigor com os protocolos sanitários, fator destacado pelo gerente do espaço, Maicon Oliveira.

“Eu acho uma medida muito acertada a obrigatoriedade do passaporte de vacinação. Vivemos um momento muito complicado e não podemos amenizar a pandemia. As pessoas já estavam se vacinando, mas o passaporte estimula esse processo”, frisou

 

O que vale como comprovante de vacinação?

Moradores e visitantes de Maricá podem apresentar os seguintes documentos para comprovar que estão em dia com a vacinação contra a Covid-19:

– Certificado de vacinas digital, disponível na plataforma do Sistema Único de Saúde, o Conecte SUS (https://conectesus.saude.gov.br);

– Comprovante (ou caderneta ou cartão de vacinação) impresso em papel timbrado, emitido no momento da vacinação pela Secretária de Saúde de Maricá ou por institutos de pesquisa clínica e outras instituições governamentais nacionais ou estrangeiras.

 

Exigência de máscara e distanciamento permanece

O uso de máscara continua obrigatório nas ruas, nos meios de transporte público e nos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços. Outra exigência que se mantém é a do distanciamento mínimo de um metro entre as pessoas.

As lojas, consultórios e repartições têm que disponibilizar álcool em gel 70% na entrada e na saída e fazer a higienização frequente das superfícies e de equipamentos que sejam tocados por muitas pessoas, como, por exemplo, máquinas de cartão e telefones. Continuam sendo exigidas a limpeza e a desinfecção frequentes dos sistemas de ar-condicionado, assim como a circulação do ar com, no mínimo, uma porta ou uma janela aberta.

 

Foto: Marcos Fabrício