Saúde explica como se prevenir contra dengue, zika e chikungunya

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Ações simples e rotineiras como vistoria e limpeza de caixas d’água, tonéis, vasos de plantas, calhas, garrafas, lixo e bandejas de ar-condicionado são as medidas mais eficientes para o controle da dengue, zika e chikungunya, segundo orientações da Secretaria de Estado de Saúde. A prevenção e a mobilização são as palavras de ordem no verão para garantir a proteção contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor das doenças.

– A prevenção é sempre a melhor opção no controle ao Aedes, uma vez que 80% dos criadouros são residenciais. Por isso, a mobilização popular é fundamental no êxito das ações e, consequente, na eliminação de focos. Bastam apenas 10 minutos por semana para deixar o ambiente livre do mosquito – explicou o especialista e subsecretário de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

Além disso, Chieppe recomenda a colocação de telas em janelas e portas. Ele lembra que o Aedes aegypti é doméstico e vive perto do homem. Assim, também aconselha o uso de mosquiteiros, roupas compridas e repelente.

– O mosquito se alimenta de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. Por isso, é importante o uso de telas em janelas e portas, mosquiteiros, roupas compridas, além de passar repelente nas partes expostas do corpo, aumentando a área de proteção – disse Chieppe.

Sintomas e Diagnósticos

Segundo Chieppe, o diagnóstico das doenças, na maior parte dos casos, é clínico, ou seja, é feito com base nos sinais e sintomas relatados e observados por profissionais de saúde, que indicam o tratamento adequado para cada caso.

– A dengue apresenta febre alta e de início súbito e dores no corpo. A zika tem como principal característica as manchas vermelhas (exantema), que causam uma doença chamada febre da zika vírus, associada à febre baixa e dores pelo corpo. Já a chikungunya apresenta sintomas como febre alta e fortes dores nas articulações. O grande complicador destes casos é que um percentual das pessoas infectadas pode desenvolver a forma crônica da doença, ou seja, apresentar dores nas articulações por até mais de um ano após a infecção – detalhou Chieppe.

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