A Patrulha Maria da Penha de Rio Bonito está completando um ano de atuação no município. Neste período, mais de 500 atendimentos e 12 prisões foram realizadas. A equipe – composta por 10 guardas municipais – é responsável por auxiliar mulheres vítimas de violência doméstica na cidade, através de ações de proteção, acompanhamento e monitoramento. Para comemorar a marca, um evento foi organizado nesta terça-feira (21), no Auditório da Prefeitura. Os moradores que precisarem acionar os agentes, ou realizarem alguma denúncia, podem contatar a Patrulha através do número (21) 97175-2358.
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Atualmente, 234 mulheres estão sendo acompanhadas pela Patrulha. O acompanhamento promovido pela equipe inclui a fiscalização de medidas protetivas, rondas preventivas nos endereços das assistidas e em seus locais de trabalho, o acompanhamento do registro de ocorrência e o encaminhamento para o Centro de Atendimento à Mulher (CEAM), ou ainda atendimentos médicos ou o Instituto Médico Legal (IML) de Araruama.

A coordenadora da Patrulha de Rio Bonito, Ingrid Belgues, detalhou as ações realizadas neste período e, comentou sobre um caso que marcou a equipe.
“Nós fizemos 12 prisões em flagrante, por descumprimento de medida protetiva, e vários conduções para a Delegacia. Ao longo deste período, fizemos mais de 500 atendimentos e, atualmente, estamos acompanhando 234 mulheres. Dentre várias ações, um caso que me marcou foi uma importunação sexual, denunciado por conhecidas da vítima, que estavam desesperadas. Rapidamente, nós conseguimos prender o acusado em flagrante. O caso realmente marcou nossa equipe”, explica.

Ao redor do estado, cerca de 20 cidades também possuem equipes da Patrulha Maria da Penha. Uma delas é Rio das Ostras, coordenada pela guarda municipal Tamiris Miranda, que reforçou a importância da presença do grupamento no território fluminense.
“A implementação da Patrulha Maria da Penha nos demais municípios é de extrema importância para ajudar que a Lei Maria da Penha seja efetivada e que mulheres se sintam seguras, protegidas, e saibam que têm um ponto de apoio”, reforçou.
Por Clara Egger (Estagiária sob supervisão)
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