Miliciano é preso em Itaboraí acusado de matar duas pessoas

No início da manhã de hoje (7) a Força Tarefa do DGPE, através dos policiais civis da DC-Polinter (Delegacia de Polícia Interestadual – Divisão de Capturas) prenderam a Rafael Torres do Nascimento,  , integrante da milícia que atua nos bairros Visconde, Porto das Caixas e Areal, em Itaboraí, em decorrência de  mandado de prisão preventiva pela prática de dois crimes de  homicídio qualificado.

As investigações demonstraram que em junho de 2018, após terem participado de uma festa que acontecia em Itaboraí, duas vítimas foram abordadas por três milicianos, que usavam colete a prova de balas e portavam pistolas e fuzis, e foram obrigados a deitar no chão. As testemunhas correram e se esconderam no mato, presenciando quando as duas vítimas foram colocadas na mala de um veículo e levadas para outro local. No dia seguinte, os corpos das duas vítimas foram localizados, com várias marcas de tiro em diversas regiões corporais.

Um dos autores foi identificado como Rafael, miliciano local, conhecido pela sua agressividade excessiva. O criminoso andava sempre portando uma pistola calibre .45, que havia recebido dos chefes da milícia local. Sua função era fazer a segurança dos integrantes da milícia responsáveis pela cobrança da chamada “taxa de segurança”, que era exigida de moradores e de comerciantes locais. As testemunhas, inclusive, relataram que o motivo da morte teria sido que uma das vítimas não concordava com essas cobranças e se negava a pagá-las.

Rafael estava foragido desde o início do ano, quando teve sua prisão preventiva decretada. O criminoso foi preso em uma comunidade de Itaboraí, em operação policial sem que fosse disparado nenhum tiro, garantindo a segurança dos policiais civis envolvidos na operação e da população em geral. Ele será encaminhados à Seap, onde ficará à disposição da Justiça.

A Polícia Civil vem fazendo diversas operações visando a prisão de milicianos. A Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter) continuará participando dessas operações, visando a prisão desses criminosos, o que impactará na diminuição dos índices de diversos crimes. Qualquer informação poderá ser repassada ao Disque- Denúncia da DC-Polinter, através do WhatsApp (21)96587-1592 – o anonimato é garantido!

 

Fonte: osaogoncalo.com.br

Acusado de roubar cargas na Região dos Lagos é preso

Policiais Civis da 125ª DP (São Pedro da Aldeia) cumpriram mandado de prisão, expedido pela Justiça, contra um homem acusado de roubo de carga, en São Pedro da Aldeia, na última sexta-feira (21). A ação aconteceu após o autor ser preso em flagrante pelo crime de receptação por agentes da 74ª DP (Alcântara) em São Gonçalo.

De acordo com os agentes, o homem foi reconhecido pela vítima como autor do crime ocorrido, no dia 12 deste mês, em São Pedro da Aldeia. Ele já era investigado em outros inquéritos que apuram diversos roubos de carga na Região dos Lagos.

O acusado foi encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

 

Fonte: osaogoncalo.com.br

Ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella vira réu acusado de corrupção

A 1ª Vara Criminal Especializada do Rio de Janeiro aceitou ontem (3) denúncia contra o ex-prefeito carioca Marcelo Crivella e outros 25 acusados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção. Crivella foi preso em dezembro de 2020 e afastado do cargo dias antes de encerrar seu mandato.

Ele é acusado de participar de um esquema de recebimento de propina para beneficiar empresários. A Justiça considerou o conteúdo de colaborações premiadas, trocas de mensagens entre os acusados, planilhas, cheques e fotografias.

De acordo com as investigações, o esquema contava com operadores que agilizavam pagamentos para empresas específicas e interferiam nos processos de licitação, de forma a beneficiar aqueles empresários que assentiam em pagar propina aos acusados.

O caso inicialmente foi analisado pelo Primeiro Grupo das Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio, mas com a perda do foro privilegiado de Crivella, devido ao fim de seu mandato, o processo foi remetido à 1ª Vara Criminal Especializada do Rio.

A reportagem entrou em contato com a defesa de Crivella e aguarda uma resposta. No dia em que foi preso, em 22 de dezembro, o ex-prefeito disse estar sendo vítima de perseguição política e afirmou que combateu a corrupção na prefeitura.

 

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Homem é preso após confessar ter matado e esquartejado a estudante Matheusa Passareli

Foi preso na manhã desta terça-feira (28) o autor do assassinato da estudante universitária de Rio Bonito, Matheusa Passareli, no Morro do Dezoito, em Água Santa, Zona Norte do Rio. O homem, identificado como Manuel Avelino de Sousa Junior, confessou o crime e deu detalhes do homicídio, que ocorreu há mais de um ano, no dia 28 de abril de 2018. O acusado foi detido por agentes da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA)
Manuel Avelino, conhecido também como “Peida Voa” e “Cão Açougueiro”, é o esquartejador do tráfico. Ele não possuía passagens pela polícia e trabalhava como porteiro em um condomínio próximo à comunidade onde Matheusa foi morta.
“Ele foi o autor do disparo e também o esquartejador, confessando o crime. Ele é chamado de “Cão Açougueiro” porque é o “esquartejador oficial” dos traficantes. Quando não se tem o corpo a prisão é de extrema importância a confissão. Isso também tranquiliza a família”, explica a delega Elen Souto, responsável pelo caso.
Acusado confessou o crime (Foto: Divulgação)
Um mandado de prisão foi expedido contra o acusado pela 1ª Vara Criminal da Capital por homicídio e ocultação de cadáver. Elel seria responsável pelo esquartejamento de outras vítimas no Morro do Dezoito. “É uma pessoa extremamente cruel, responsável pelos esquartejamentos no Morro do Dezoito. É uma prisão de extrema importância”, afirma a delegada.

‘Cão açougueiro’ deu detalhes do crime
O assassino confesso da estudante, que nasceu e foi criada em Rio Bonito, afirmou em depoimento ser segurança do gerente do tráfico Genilson Madson Dias Pereira, o GG. Ele estaria de plantão na comunidade no dia em que Matheusa apareceu, por volta das 2h. Ele foi acionado e lhe foi informado de que a universitária não apresentava comportamento agressivo, estando apenas desorientada e nua, sem conseguir se comunicar. Um dos gerentes do tráfico na comunidade ordenou que “dessem uma surra” em Matheusa e logo depois a dispensassem. Porém, o Cão Açougueiro foi acionado novamente quando, supostamente, a estudante surtou e tentou invadir a casa de um morador. Foi o momento em que ele agarrou a jovem pelo pescoço e disparou em seu abdômen com um tiro de fuzil.
Matheusa ainda levou mais um tiro após cair no chão e, segundo informações, teria agonizado por meia hora no local. Os traficantes responsáveis pela função de “atividade” no local foram chamados para ocultar o corpo. Eles a levaram até o alto do morro, onde a vítima foi esquartejada com um facão e colocada em um tonel onde foi ateado fogo em seguida. Segundo o Cão Açougueiro, após o assassinato, todos os envolvidos voltaram às suas atividades normais no morro.
O assassino deu um tiro de fuzil em Matheusa, que caída no chão, ainda agonizou por cerca de 30 minutos no local. O gerente que havia mandado agredir a estudante determinou que “sumissem” com o corpo. Dois traficantes que exerciam a função de “atividade” no morro foram chamados e arrastaram a vítima até o alto do morro, onde usaram um facão para esquartejá-la.
“Conforme esquartejavam o corpo, foram colocando as partes em um tonel de aço. Após concluírem, o declarante ateou fogo no interior do tonel”, disse “Peida Voa” no depoimento à DDPA. Ele afirma que depois de queima

Matheusa era de Rio Bonito e estudava Artes Visuais na UERJ (Foto: Reprodução)

rem Matheusa, todos voltaram “normalmente” aos seus postos.

Devido a grande repercussão do caso, Manuel Avelino deixou a comunidade na época. Porém, continuou sendo investigado pela DDPA. Outro fator que o levou a abandonar o tráfico foi o fato de que sua esposa estava grávida. Após deixar a comunidade, o acusado trabalhou informalmente em um ferro velho e, depois, como ajudante de pedreiro. Dois meses depois, conseguiu um emprego de carteira assinada no condomínio onde foi preso.
Relembrando o caso
Matheusa foi julgada pelo tribunal do tráfico e morta com um tiro de fuzil em abril do ano passado. Ela estudava Artes Visuais na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e chegou a ser dada como desaparecida após fugir de uma festa. Amigos e familiares estavam à sua procura, divulgando suas fotos e pedindo por informações na internet, antes de sua morte ser confirmada. A jovem, de Rio Bonito, foi capturada por traficantes após subir o morro nua e desorientada. Matheusa havia ido em uma festa no Encantado e deixou o local depois que a aniversariante, que seria tatuada pela riobonitense, cancelou o trabalho.
A estudante foi interrogada pelo GG e pelo Cão Açougueiro, e foi condenada pelo chefe do tráfico no local, Messias Gomes Teixeira, o Feio. A região onde ela foi executada é conhecida como Pedrão. Seus restos nunca foram encontrados. Também tiveram a prisão preventiva decretada o Genilson Madson Dias Pereira, o GG, e Messias Gomes Teixeira, o Feio. Ele foi preso. Já o GG acabou morto em confronto com policiais em março deste ano.

Exames revelam que acusado de espancar paisagista não tem problemas psiquiátricos

O estudante de Direito Vinícius Serra, de 27 anos, que estava preso preventivamente no Hospital Penal Psiquiátrico Roberto Medeiros, será transferido para uma unidade prisional normal. Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que o interno recebeu alta no início da tarde desta quarta-feira. Após última avaliação psiquiátrica, foi constatado estabilidade no quadro médico. Além disso, após resultados dos exames feitos durante a internação, não houve alteração do quadro clínico psicopatológico. Vinicius é acusado de espancar brutalmente a paisagista Elaine Caparroz, de 55 anos.

Depois de 11 dias do crime, que aconteceu no apartamento da vítima, na Barra da Tijuca, a paisagista foi ao Instituto Médico-Legal (IML), no Centro do Rio, na tarde desta quarta-feira para ser submetida a exame de corpo de delito. O objetivo é formalizar as provas técnicas das lesões causadas pelo aagressor, que vai responder por tentativa de feminicídio. Elaine chegou por volta de 12h20, acompanhada do advogado Evandro Bianor.

O estudante de Direito Vinícius Serra, de 27 anos, que estava preso preventivamente no Hospital Penal Psiquiátrico Roberto Medeiros, será transferido para uma unidade prisional normal. Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que o interno recebeu alta no início da tarde desta quarta-feira. Após última avaliação psiquiátrica, foi constatado estabilidade no quadro médico. Além disso, após resultados dos exames feitos durante a internação, não houve alteração do quadro clínico psicopatológico. Vinicius é acusado de espancar brutalmente a paisagista Elaine Caparroz, de 55 anos.

Depois de 11 dias do crime, que aconteceu no apartamento da vítima, na Barra da Tijuca, a paisagista foi ao Instituto Médico-Legal (IML), no Centro do Rio, na tarde desta quarta-feira para ser submetida a exame de corpo de delito. O objetivo é formalizar as provas técnicas das lesões causadas pelo aagressor, que vai responder por tentativa de feminicídio. Elaine chegou por volta de 12h20, acompanhada do advogado Evandro Bianor.

No depoimento, Elaine disse ter conhecido Vinícius no dia 27 de julho do ano passado, quando ele a adicionou no Instagram, após Rayron Gracie, publicar uma foto ao lado dela na rede social. A paisagista disse que não tem o histórico das conversas em seu perfil, porque Vinícius deletou a sua conta após espancar Elaine em sua residência.

As agressões ocorreram na madrugada do dia 16. Elas começaram por volta de 1h e se estenderam até quase 5h30. Foram socos e mordidas, entre outros golpes. Os dois se conheceram pela internet, conversaram durante oito meses e marcaram o encontro.

Fonte: Jornal Extra