Maricá promove Dia D de Multivacinação para crianças e adolescentes neste sábado

A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza neste sábado (16/10) o Dia “D” de Mobilização Nacional da Campanha Nacional de Multivacinação, para atualizar o cartão de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estiverem com alguma vacina em atraso. A imunização acontecerá em todas as Unidades de Saúde da Família (USF) do município, das 8h às 17h.

A secretária municipal de Saúde, Solange Oliveira, convocou a população para comparecer aos postos.

“O Dia D é uma oportunidade àqueles que não podem comparecer a um posto durante a semana. Se é o seu caso, procure um dos postos de vacinação neste sábado e ajude o município a atingir a meta de vacinação da população”, convocou a secretária.

A Campanha Nacional de Multivacinação vai até o dia 29 de outubro com todas as vacinas disponíveis pelo SUS para essa faixa etária nas 24 USF, de segunda a sexta-feira, de 8 às 17h.

Dentre as vacinas que estarão disponíveis nos postos na campanha estão: BCG, Hepatite A e B, Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente, VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VRH (Vacina Rotavírus Humano), Meningocócica C (conjugada), VOP (Vacina Oral Poliomielite), Febre amarela, Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba), Tetraviral (Sarampo, rubéola, caxumba, varicela), DTP (tríplice bacteriana), Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).

Rio faz campanha para proteção de crianças contra o tabagismo

A prefeitura do Rio de Janeiro lançou a campanha Diga não às iscas, da indústria do tabaco, com o objetivo de proteger crianças e adolescentes do contato com produtos derivados, que podem levar à dependência.

A campanha, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde, pretende mostrar, por exemplo, que é infração colocar produtos do tabaco perto de doces e brinquedos em pontos de venda, além de alertar comerciantes para as sanções a que estão sujeitos com a prática.

A psicóloga Ana Helena Rissin, assessora do Programa de Controle do Tabagismo da SMS, destacou nesta quinta (29), em entrevista à Agência Brasil, que não se trata apenas de alertar pais e responsáveis para que percebam as estratégias que a indústria usa para atrair crianças e jovens para começarem a consumir cigarros, “mas é importante também que os comerciantes entendam”.

Antes de 2011, a propaganda foi liberada apenas para a parte interna dos comércios. Em 2011, a lei foi aperfeiçoada e proibiu a propaganda de cigarros no país, inclusive na parte interna dos pontos de venda. “Você não podia mais ter aquele painel colorido, com luz fosforecente, piscando, chamando a atenção para o cigarro”, observou a psicóloga.

Finalmente, em 2018, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou a Resolução da Diretoria Colegiada nº 213, que estabeleceu que a partir de maio de 2020, “os produtos fumígenos derivados do tabaco devem ser expostos o mais distante possível de balas, gomas de mascar, bombons, chocolates, gelados comestíveis e brinquedos, de modo a não facilitar a visibilidade por crianças e adolescentes”.

Entretanto, nem sempre bancas de jornais, lojas de conveniências, lanchonetes, bares e padarias estão seguindo a norma. “É preciso alertar os comerciantes que a legislação está aí”, afirmou Ana Helena. Muitos recebem maços de propaganda, que não são vendidos, mas chamam a atenção do público infanto juvenil.

As multas estabelecidas pela Anvisa para quem descumprir a lei vão de R$ 5 mil para micro empreendedor individual (MEI) e pessoa física, até R$ 75 mil para empresas de grande porte, caso sejam primários. Se os infratores forem reincidentes, as multas sobem para R$ 6 mil (MEI e pessoa física) e R$ 100 mil (empresas).

Treinamento

Em março do ano passado, a Secretaria de Saúde reuniu 200 fiscais da Vigilância Sanitária da capital fluminense para mostrar fotografias de pontos de venda com exposição irregular de cigarros, painéis coloridos, maços de propaganda e a falta de advertências sanitárias contra o fumo. Representantes da Anvisa e do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) participaram do treinamento.

Segundo a psicóloga, nos locais de venda de produtos do tabaco é preciso ter as advertências sanitárias padrão, com imagens de impacto, em tom amarelado, que devem ocupar 20% do espaço em que o cigarro está exposto. Os mações devem trazer a advertência de que é proibida a venda para menores de 18 anos de idade.

“A gente vê muitos produtos do tabaco expostos sem advertência. Em locais que têm advertência, ela é errada,  apresentando carinhas de animais, chamando atenção para o sabor variado dos cigarros. A resolução fala que produto do tabaco deve ficar o máximo possível distante de produtos que atraem o olhar de crianças. Podemos perceber nos pontos de venda é que os cigarros são postos colados com produtos como balas e bombons, por exemplo”.

Dependência

De acordo com Ana Helena,  o mês passado, o Inca e a Anvisa começaram a treinar fiscais da vigilância sanitária estadual para estender a capacitação para todo o país. A Anvisa já está fiscalizando o cumprimento da lei.

No município do Rio, as denúncias podem ser feitas por meio do número 1746. Na Anvisa, o canal  da ouvidoria pode ser acessado. Antes de multar, o objetivo é dialogar com comerciantes e alertar sobre o risco de punição. “Essa é a estratégia para eles poderem se proteger e para que a população fique de olho”, disse a psicóloga.

O tabagismo é considerado uma doença pediátrica pela Organização Mundial da Saúde (OMS), porque 90% dos fumantes experimentam o primeiro cigarro e se tornam dependentes até os 19 anos de idade. Estudos demonstram a vulnerabilidade do cérebro dos adolescentes à dependência do tabaco, que tende a se instalar logo nos primeiros contatos com o cigarro. A nicotina é uma droga que causa dependência em cerca de 50% a 70% das pessoas que a experimentam, informou a secretaria, por meio de sua assessoria de imprensa.

Para a coordenadora do programa, alertou ainda para os diferentes tipos de cigarros eletrônicos, também chamados vaporizadores, cuja comercialização é proibida no Brasil, além de narguilés, que constituem um grande desafio para a saúde das novas gerações.

Coordenação

Coordenada pela Superintendência de Promoção da Saúde, a campanha é feita em conjunto com Parceria por Cidades Saudáveis, da rede global de cidades Vital Strategies. São municípios comprometidos em salvar vidas por meio da prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs).

A iniciativa é financiada pela Bloomberg Philanthropies, que apoia as cidades no planejamento de políticas e ações que contribuam para redução de doenças. O Rio de Janeiro se uniu à iniciativa em 2017, e conta também com apoio da ACT Promoção da Saúde, organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública

 

Fonte: agenciabrasil

Medidas preventivas são pouco adotadas por crianças, aponta estudo

Menos da metade das crianças com idade entre 7 e 11 anos que vivem em comunidades vulneráveis e estão matriculadas na rede pública de ensino disseram adotar quatro das principais medidas preventivas à covid-19. A constatação é da pesquisa A Voz dos Alunos, divulgada no dia 16 de Julho, pela organização não governamental (ONG) Visão Mundial em nove estados e 15 municípios.

O levantamento, feito entre março e abril deste ano, aponta também que 8% das crianças ouvidas dizem conviver com conflitos familiares, e que isso prejudica os estudos. A maior incidência dos problemas foi observada entre crianças negras.

Com relação à adoção das quatro medidas de prevenção citadas na pesquisa – aplicação de distanciamento social, uso de máscara, utilização de álcool gel e utilização de produtos de limpeza – apenas 40% relataram adotá-las. Outras 28% declararam adotar apenas uma das medidas de prevenção.

A ONG explica que, “diante de toda essa crise imposta pela pandemia, as crianças ainda não haviam sido ouvidas, apesar de serem prejudicadas de distintas formas”, e que, por esse motivo, é preciso escutar esse grupo, a fim de melhor entender quais foram as ferramentas encontradas por elas para superarem esse momento, como se sentem longe da escola e como seu tempo é ocupado durante esse período.

“Escutá-las nos dará uma dimensão sobre o impacto da pandemia e ajudará os governos a elaborarem as estratégias necessárias para apoiá-las”, avalia o coordenador de Advocacy da Visão Mundial, Reginaldo Silva.

De acordo com a organização, 688 crianças foram ouvidas. Com relação às dificuldades enfrentadas por elas durante a pandemia, cerca de 58% relataram que têm dificuldade de acessar a internet para assistir às aulas, e 34% disseram enfrentar problemas com relação a materiais escolares.

Sobre o retorno às aulas presenciais, 45% delas disseram ter preocupações com o risco de serem contaminadas pelo novo coronavírus, bem como em não conseguir acompanhar os conteúdos apresentados pela escola.

“Dentre as crianças ouvidas, cerca de 60% relataram que necessitam do apoio da escola para proteção pessoal contra uma possível contaminação com o vírus e necessitam de materiais escolares para uso diário”, aponta o levantamento. Outro dado preocupante é o pouco acesso que as famílias têm a produtos de limpeza e higiene.

Subsídios

Diante desse cenário, e visando a um futuro melhor para essas crianças, a ONG ressalta a necessidade de mais investimentos na educação, além de canais que possibilitem dar voz a esse público, para que se manifeste.

Segundo de Advocacy da ONG Visão Mundial, Reginaldo Silva, é preciso “criar ferramentas que deem subsídios para que elas [as crianças] possam assumir protagonismo na transformação das suas realidades e de suas comunidades”.

“Esse processo começa escutando cada uma delas e garantindo que as mesmas tenham acesso à educação de qualidade”, complementa o coordenador da Visão Mundial.

“O estudo mostra que professores e professoras estão trabalhando bastante na pandemia e que a maioria das crianças recebeu acompanhamento durante as aulas remotas, apesar de todas as dificuldades. Mesmo com toda essa dedicação, nossa recomendação é que professoras e professores intensifiquem o acompanhamento das crianças, para buscar garantir que não aumente a evasão escolar e para que as crianças voltem a se reconhecerem dentro ambiente da escola. É urgente garantir condições de saúde, segurança e de prevenção contra o coronavírus, e isso inclui a disponibilização de itens de higiene e limpeza, o distanciamento social e o uso adequado de máscaras.”

O levantamento foi feito nas seguintes cidades: Anori (AM), Boa Vista, Camaçari (BA), Caraúbas (RN), Contagem (MG), Fortaleza, Jaboatão dos Guararapes (PE), Manacapuru (AM), Manaus, Nova Iguaçu (RJ), Olinda (PE), Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís.

Vacina para crianças a partir de 12 anos é autorizada pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a indicação da vacina Comirnaty, da Pfizer, para crianças com 12 anos de idade ou mais. Com isso, a bula da vacina passará a indicar essa nova faixa etária para o Brasil.

De acordo com a agência, a ampliação foi aprovada após a apresentação de estudos desenvolvidos pelo laboratório que indicaram a segurança e eficácia da vacina para esse grupo. Os estudos foram desenvolvidos fora do Brasil e avaliados pela Anvisa.

Antes, a vacina Comirnaty estava autorizada para pessoas com 16 anos de idade ou mais. Até o momento, esta é a única entre as vacinas autorizadas no Brasil com indicação para menores de 18 anos.

A vacina da Pfizer foi a primeira a receber o registro definitivo para vacinas contra covid-19 no Brasil

 

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Jovem de 18 anos ataca creche com facão e mata professora e crianças

Tragédia

Um jovem de 18 anos atacou uma creche de Saudades na cidade no oeste de Santa Catarina, matou crianças e uma professora com um facão na manhã desta terça-feira 4 de Maio.

O Corpo de Bombeiros Militar confirmou a informação.

Segundo a corporação, duas crianças e uma professora morreram e ainda há outros feridos.

“É uma tragédia”, disse o comandante do 2º BPM de Chapecó.

O autor do ataque tentou suicídio, ficou gravemente ferido e foi conduzido ao município de Pinhalzinho, a 11 km do município de Saudades.

Fonte: r7