Maricá publica decreto que permite reabertura de casas de festas

Um novo decreto publicado em Maricá permite a reabertura de casas de festas e sítios para eventos familiares. A normativa tem algumas regras, como por exemplo, os ambientes fechados podem ter no máximo 50% da capacidade do local e os abertos no máximo 60% de sua capacidade.

A Prefeitura de Maricá informou que com as novas regras doceiras, cozinheiras, garçons, fotógrafos especializados em eventos, além de centenas de pessoas que reforçam o orçamento doméstico confeccionado enfeites para decoração, sem contar os proprietários de casas de festas e sítios, veem nesta mudança do decreto a oportunidade de recuperar o tempo em que ficaram sem poder trabalhar.

REGRAS:

  • Redução da capacidade
  • Uma mesa a cada 10 m²
  • O encerramento do evento deve ser até a 1h da manhã
  • Tempo total de no máximo 6 horas por festa

“Apesar dos cuidados que não podemos deixar de tomar diante de uma pandemia que ainda está entre nós, entendemos que estamos em um momento que permite que avancemos na liberação parcial e monitorada de algumas atividades. O setor de eventos foi um dos que mais sofreu na pandemia e o seu reaquecimento é importante na geração de emprego e renda para a população local”, contou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Comércio, Indústria, Petróleo e Portos, Igor Sardinha.

 

Fonte: atribunarj.com.br

Prefeitura do Rio quer vacinar 90% da população adulta do município até o fim de outubro

A Prefeitura do Rio espera vacinar 90% da população adulta do município até o fim de outubro, segundo o calendário de imunização divulgado esta semana. “Chegando a essas condições, vamos ter réveillon e carnaval”, afirmou o prefeito Eduardo Paes, em coletiva nesta sexta-feira (14).

Na quarta (12), Paes compartilhou o cronograma da aplicação da primeira dose para o público em geral. A previsão é vacinar, até o fim de maio, todas as pessoas com comorbidades — para, então, iniciar o atendimento a qualquer um com menos de 60 anos.

Serão três dias para cada idade, chegando a 18 anos em 23 de outubro.

“A boa notícia, se eu pudesse definir em uma frase, é que vamos ter carnaval. Chegando nestas condições, a gente pode ter réveillon, pode ter carnaval, as pessoas podem voltar a se abraçar”, afirmou o prefeito.

“Não custa lembrar que isso tudo depende da chegada do imunizante. A gente tem tido nos últimos tempos uma estabilidade na entrega da vacina, principalmente da AstraZeneca”, pontuou Paes.

Paes citou a diretriz dos EUA da dispensa de máscara para vacinados: quem tomou todas as doses não precisa mais usar máscaras na maioria dos ambientes.

“Ontem eu vi na a repórter em Washington tirando a máscara. Vamos poder olhar para a cara dos outros sem máscara. Este é o objetivo a que a gente quer chegar. A gente precisa, quando olha para o futuro, ter o mínimo de previsibilidade. Qual o nosso tempo? Qual a nossa expectativa? Como a gente constrói coesão social para que a gente possa superar esta fase difícil? Acho que este calendário divulgado esta semana permite isso”, explicou.

Decreto vai liberar eventos

O prefeito antecipou que nos próximos dias vai editar um decreto flexibilizando ainda mais as regras contra a Covid.

“Falta acertar detalhes, mas muito provavelmente na segunda-feira (17) devemos publicar um decreto com a volta de eventos — com uma série de protocolos”, disse.

Paes citou os shows-teste “com todas as pessoas testadas no dia e ‘retestadas’ um período depois”. “Um conjunto de regras, neste primeiro momento, que a gente não espera que fique por tanto tempo”, explicou.

“O decreto deve estabelecer parâmetros bem claros para que algumas atividades possam voltar com segurança”, destacou.

“À medida que a gente vai aumentando a imunização e os números vão melhorando a gente pode ir flexibilizando”, continuou.

 

Rio poderia vacinar mais

 

Paes também disse que a prefeitura está vacinando menos do que gostaria, em razão da restrição dos grupos prioritários, determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“A gente vacina menos do que a gente teria capacidade em razão desta regra das prioridades”, afirmou.

Há uma semana, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) suspendeu a vacinação para os profissionais de educação, segurança pública, motoristas e cobradores de ônibus, transporte escolar e serviços de limpeza urbana.

A prefeitura então atendia a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a ordem de vacinação de grupos prioritários.

Paes acrescentou que continua defendendo que professores deveriam se vacinar antes.

“Lamentamos não estarem neste grupo também os profissionais de educação. Vamos fazer este esforço para programar e acelerar essa vacinação para eles. Nossas crianças têm que voltar de vez para as aulas”, ponderou.

 

Fonte: g1.globo.com

Prefeitura de Silva Jardim publicou decreto que proíbe festas e aglomeração durante o Carnaval

A Prefeitura de Silva Jardim, publicou nessa quarta-feira (10), um decreto suspendendo as comemorações de Carnaval no município, como medida para prevenir a transmissão do novo coronavírus. De acordo com a Prefeitura, barreiras sanitárias devem ser instaladas nas vias de acessos aos distritos e bairros, onde se concentram maior número de visitantes.

De acordo com a Prefeitura, as medidas foram estabelecidas no Decreto nº 2272/2021, que busca suspender as atividades que possam gerar aglomeração de pessoas, em espaços públicos ou privados de uso coletivo. Ainda segundo o documento, fica proibido durante o período carnavalesco, a entrada e permanência de veículos com placas de outros municípios, bem como de ônibus de turismo e ou excursão, micro-ônibus, vans e similares, nos distritos e bairros turísticos.

O município também impôs outras restrições, como: eventos, quaisquer que sejam, ruas, avenidas, praças, entre outros; eventos ou reuniões em clubes, salões e afins; shows de música com banda ou grupo, nos ambientes internos ou externos, de pista de dança, nos espaços referidos; blocos carnavalescos ou eventos de pré-carnaval e carnaval; utilização de veículos com equipamento, fixo ou móvel.

Ainda segundo o decreto, permanece obrigatória a utilização de máscaras por todos os cidadãos que tiverem a necessidade de transitar em espaços públicos e em espaços particulares de acesso público. Segundo a Prefeitura, a edição do decreto considera a necessidade de manutenção das medidas restritivas para evitar a disseminação da Covid-19.

Força-tarefa dos Bombeiros terá reforço para fiscalizar eventos no Réveillon

A força-tarefa do Corpo de Bombeiros contra a Covid-19 ganhará reforço no período das festas de Réveillon. Desta quarta-feira (30 de dezembro) a 4 de janeiro, a corporação vai aumentar em 40% o efetivo empenhado e em 100% o período de fiscalização. Quarenta e três equipes de intervenção rápida vão realizar vistorias em locais com eventos de reunião de público, das 13h às 5h.

– O Corpo de Bombeiros RJ segue na missão de salvar vidas. Estamos fazendo a nossa parte, ampliando a fiscalização e divulgando as orientações de prevenção contra a doença. Mas essa é uma responsabilidade compartilhada. A sociedade tem que abraçar a causa para ajudar a frear o avanço do coronavírus – afirmou o comandante-geral do CBMERJ e secretário de Estado de Defesa Civil, coronel Leandro Monteiro.

Desde 25 de novembro, o Corpo de Bombeiros já realizou mais de 637 procedimentos administrativos – entre emissão de notificações, autos de infrações e interdições em todo o Estado do Rio de Janeiro. Neste período, ocorreram 147 interdições. Até o momento, foram registradas 365 denúncias relacionadas a aglomerações em eventos.

De acordo com o decreto 47.345 de 5 de novembro, os produtores de eventos devem garantir o distanciamento social, o uso de máscara facial, a utilização de álcool 70% e a lotação máxima de 50% da capacidade total.

Lembrando que cabe aos administradores das edificações e aos produtores de eventos estar em conformidade com as determinações e cumprir a legislação.

 

Fonte: rj.gov.br

Registros de eventos na capital com aglomerações ignoram a pandemia

No dia em que o Rio registrou a triste marca de 25 mil mortes por conta da Covid-19, milhares de jovens decidiram sair de casa e descumprir as determinações das autoridades de saúde. Pelo menos duas festas, na Zona Sul e Região Central da capital, registraram aglomeração. Nas últimas 24 horas, foram 69 mortes e 4.585 novos casos da doença.

Apesar dos números, as pessoas insistem em se reunir nas ruas e em casas de shows. Muitas usam as redes sociais para divulgar os eventos.

Na Lapa, um evento musical na casa de shows Stret Lapa atravessou a madrugada e reuniu mais de duas mil pessoas, todas sem máscara de proteção e desrespeitando o distanciando social. Segundo moradores do bairro, o som foi desligado às 10h da manhã desta quarta-feira (30).

Nas redes sociais, a Stret Lapa convida os frequentadores para uma festa de Réveillon. O evento oferece três ambientes, bebidas de graça e até café da manhã para quem amanhecer o dia no local.

O DIA tentou contato com os responsáveis da Stret Lapa, mas até a matéria ter ido para o ar não houve retorno.

A Vigilância Sanitária disse que convocou os responsáveis da casa de shows para prestarem esclarecimentos sobre o evento.

Na Zona Sul, uma operação da Prefeitura do Rio com o Corpo de Bombeiros interditou um evento de música eletrônica no Faro Beach Clube, na Avenida Niemeyer, no Leblon. A ação contou com o apoio da Polícia Militar.

Segundo a Prefeitura, o evento não tinha autorização para acontecer. A casa de eventos recebeu três multas de aproximadamente R$ 15 mil cada.

O Faro Beach Clube foi procurado, mas não se pronunciou sobre o incidente. Ainda segundo a Prefeitura, essa não é a primeira vez que a casa é autuada. Em novembro, a Vigilância Sanitária do município esteve no local após um evento ilegal.

NÚMEROS ATUALIZADOS

O Brasil atinge a marca de 192.681 mortes por Covid-19 e 7.563.551 casos da doença. Dezembro foi o mês que o Brasil registrou o maior número de mortes por conta da doença, desde setembro, com 18.570 óbitos.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o Rio de Janeiro está na bandeira vermelha desde a semana passada. Essa, segundo especialistas, é a fase mais complicada de contaminação.

Por conta do aumento da doença na capital, a Prefeitura do Rio decidiu restringir os eventos na virada do ano.

A prefeitura montou barreiras sanitárias em pontos principais da cidade.

 

Fonte: odia.ig.com.br