Projeto CTAV será inaugurado neste sábado (12/06) em Tanguá

Nesta sábado (12/06) será inaugurado o projeto CTAV em Tanguá às 09h, que tem por objetivo transformar a realidade de crianças e adolescentes de 4 à 17 anos, por meio do esporte e outras oficinas.

Seu principal intuito é trazer uma melhor qualidade de vida física, emocional, social e espiritual para aqueles que participam.

As modalidades esportivas ofertadas são Muay Tha, Kickboxing, Jiu Jitsu, Tae-Kwon-Do, Capoeira e Futebol.

O CTAV situado hoje na cidade de Rio Bonito, interior do Estado do Rio de Janeiro, firma parceria com a Igreja Metodista Central em Tanguá, para criar um polo do projeto na cidade.

O projeto vai abrir 150 vagas para crianças matriculadas em escolas públicas da cidade.

Local: Igreja Metodista Central em Tanguá, Rua Gabriela Antunes Manhãs Nº 203, Centro – Tanguá/RJ CEP 24890-000

Contato: (21) 99998-4351

Alerj aprova projeto ‘Supera Rio” que prevê auxílio emergencial de até R$ 300

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou ontem, terça-feira 23 de Fevereiro, de forma unânime, um projeto de lei que prevê a criação de um auxílio emergencial de até R$ 300 para a população em vulnerabilidade social no RJ.

O projeto Supera Rio, estabelece ainda uma linha de crédito de até R$ 50 mil para os microempreendedores e autônomos. A proposta é do presidente da Casa, deputado André Ceciliano (PT).

O PL 3.488/20 segue para a aprovação do governador em exercício do estado, Cláudio Castro (PSC), com prazo de 15 dias úteis.

As despesas do programa ´SuperaRio’ serão custeadas a partir de algumas fontes de renda:

  • superávit financeiro do orçamento de 2020;
  • recursos do Programa Especial de Parcelamento de Créditos Tributários;
  • pelo pagamento da dívida ativa; e
  • pelos fundos estaduais, como o Fundo de Combate à Pobreza.

De acordo com o programa, o benefício mínimo será de R$ 200 e as famílias poderão receber R$ 50 extras por cada filho – sendo no máximo 2. Os beneficiados deverão comprovar renda de até R$ 178 e, de preferência, estarem inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais (Cadúnico).

As famílias com crianças de 0 a 15 anos terão prioridade. O projeto recebeu emendas parlamentares e votado nesta terça-feira (23) em discussão única.

Projeto recebe apoio do Executivo

A proposta, agora aprovada, foi discutida em audiência pública na quinta-feira (18) com a participação de secretários de governo, representantes da sociedade e parlamentares. Foi consenso a necessidade de uma política pública para apoiar as populações mais vulneráveis neste momento de pandemia e com a economia fortemente impactada pela crise.

“A iniciativa é necessária e o governador em exercício, Cláudio Castro, vem demonstrando este interesse. Sabemos que não temos folga do ponto de vista financeiro no Caixa Estadual, por isso precisamos pensar em opções de financiamentos, como a substituição de despesas já existentes”, afirmou o secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Guilherme Mercês.

Mercês disse ainda na segunda-feira (22) que a pasta já trabalhava em parceria com a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para encontrar estudo das realocações de recursos para viabilizar o programa, bem como em mecanismos para que o projeto não interfira no Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

Fonte: g1.globo.com

Projeto que prevê fim das UPPs começa a ser discutido na Alerj

Um Projeto de Lei, do deputado Rosenverg Reis (MDB) começa a tramitar na Alerj. Em pauta, o fim das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPP), implementadas no governo do ex-governador Sérgio Cabral. A ideia, segundo a proposta, é fazer cerca de nove mil policiais, destacados paras as bases instaladas nas 38 unidades criadas, voltarem a patrulhar nas ruas.

O deputado estadual Luiz Paulo (PSDB) acredita que o projeto nem deveria ter sido implantado.

“Quando a UPP estava na ‘crista da onda’ e o Beltrame (ex-secretário de Segurança) era quase um herói do Rio e Cabral era aplaudido, eu já me posicionava de forma crítica. Mas o tempo passou, os projetos se revelaram para a sociedade e as UPPs vieram abaixo. Mesmo assim, o Poder Legislativo não pode determinar um governador que acabe com a UPP. Não foi criada por lei e sim por decreto. O governador que pode revogar. Está aqui sendo votado em primeira, teremos ajustes, eu mesmo irei propôr emendas. mas o Witzel que tem rever isso. O projeto é inconstitucional de ‘cabo a rabo’. Não sei se a Alerj vai aprovar”, disse Luiz Paulo.

Já o petista Waldeck Carneiro questiona a política de segurança implementada à época.

“Não cabe o legislador a criar ou vetar o UPP, mas sim discutir o que poderia ter representado esse dispositivo. Havia essa expectativa que as UPPs pudessem ser uma mudança na política de segurança, mas o que se viu foi o aumento da violência. E teve muito mais interesse em blindar a cidade no período dos grandes eventos esportivos que aqui tivemos, onde muitos criminosos migraram para outros locais. Continuamos a ter essa política violenta de matar negros, pobres, policiais e a juventude popular. Aqui vamos debater sobre o que poderia ter sido representada essa política de segurança”, disse.

Fonte: Portal Eu, Rio!