Terceiro dos quatro suspeitos de estupro coletivo no Rio se entrega à Polícia

O suspeito é filho de um ex-subsecretário do Estado, que foi exonerado nesta semana
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Foto: Reprodução/ SBT

O terceiro dos quatro suspeitos de terem participado de um estupro coletivo contra uma menina de 17 anos, em Copacabana, no Rio, se entregou à Polícia, na manhã desta quarta-feira (4). O acusado é filho de um ex-subsecretário do Governo do Estado, que foi exonerado na última terça-feira (3). Além disso, a promotoria do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apontou que não há necessidade de apreender o menor envolvido no caso, que já é investigado por dois casos de estupro coletivo.

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Sobre a exoneração do subsecretário, a pasta estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos divulgou uma nota.

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos informa que o subsecretário José Carlos Simonin será exonerado nesta terça-feira, 3 de março. A medida foi adotada no âmbito administrativo, visando resguardar a integridade institucional e assegurar a condução responsável dos fatos noticiados. As investigações seguem sob responsabilidade das autoridades competentes. A Pasta reafirma seu compromisso com a dignidade humana e a preservação da vida”.

O terceiro dos quatro suspeitos chegou à 12ªDP (Copacabana) acompanhado do seu advogado. Na mesma delegacia, na última terça-feira (3), dois dos quatro acusados já haviam se entregado. Agora, apenas um dos acusados segue foragido.

Último suspeito de participar de estupro coletivo no Rio é preso

Poucas horas após o terceiro se entregar, o último suspeito de participar do crime se entregou na 54ª DP (Belford Roxo). Ele é o último adulto investigado a ter o mandado de prisão cumprido.

De acordo com a Polícia Civil, com a repercussão do caso, outras vítimas se sentiram encorajadas e procuraram a Delegacia de Copacabana para denunciar outros crimes vinculados aos envolvidos. Pelo menos dois novos inquéritos foram abertos para apurar os fatos.

Justiça do Rio autoriza apreensão de menor investigado no caso

A Justiça do Rio autorizou a apreensão do menor investigado. Segundo a Polícia, ele seria a “mente por trás” do caso. Com a repercussão, uma outra vítima procurou a Delegacia de Copacabana e também acusa o jovem pelo mesmo crime.

Agentes foram até a residência do jovem, mas ele ainda não foi localizado.

A decisão aconteceu após uma mudança do Ministério Público (MP). Inicialmente, o órgão havia apontado que não havia “necessidade” de internar o adolescente. No entanto, nesta quinta-feira (5), a determinação foi outra. De acordo com o MP, a mudança foi resultado do surgimento de novas denúncias.

*Com informações do G1.

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