Feira de adoção de cães e gatos consegue lar para 21 animais

A Prefeitura de Maricá, por meio da Coordenadoria de Proteção Animal, realizou no domingo (21/11) mais uma edição da Feira de Adoção de cães e gatos, conseguindo um novo lar para 21 animais (13 cães e 8 gatos) dos 59 disponíveis para a adoção. O evento ocorre sempre no terceiro domingo de cada mês na área externa do shopping Boulevard, no Centro.

Coordenador da Proteção Animal de Maricá, Fabiano Novais antecipou algumas novidades que serão implementadas em 2022. Uma delas é o projeto de socialização de cães com os novos donos, que visar ensinar técnicas básicas de adestramento para quem participa das campanhas.

“Temos planos também de expandir a feira no próximo ano, realizando duas edições mensais em vez de apenas uma como fazemos hoje. Estamos avaliando também levar o evento para outros bairros de acordo com a demanda. Aqui no Centro já virou tradição, com um público consolidado, por isso precisamos manter”, ponderou.

Uma das pessoas que levou um cãozinho para casa foi Diana Cunha, de 43 anos. Ainda sem decidir o nome para o novo pet, ela disse que a feira é importante para os próprios bichinhos. “É melhor levá-los para casa do que deixá-los na rua”, afirmou.

Morador de Ubatiba, o pedreiro Ismael Francisco, de 48 anos, contou que apenas passava pelo local quando viu os animais expostos para adoção e acabou levando para a casa a vira-lata Pretinha. “Agora vou ter de juntá-la com os dois pinshers que já tenho. É bom para não deixar os bichinhos largados por aí”, avaliou.

Campanha de adoção de animais em Maricá acontece neste domingo (21/11)

A Prefeitura de Maricá realiza neste domingo (21/11) a sétima edição da Campanha de adoção de cães e gatos, idealizada pela Coordenadoria Especial de Proteção Animal, que acontece das 13h às 17h, no estacionamento do Shopping Boulevard Maricá, no Centro. Ao todo, 50 animais, entre filhotes e adultos, estarão disponíveis para a adoção.

O responsável pela coordenadoria, Fabiano Novaes, afirmou que a campanha é uma grande oportunidade para aquelas pessoas que buscam um animalzinho de estimação. “Participam da campanha protetores e moradores que realizaram o resgate ou são donos de cadelas que tiveram filhotes não programados, evitando, assim, o abandono, além de dar oportunidade a estes animais terem um lar para toda a vida.”, disse.

Todos os animais doados saem do local castrados ou com a garantia de castração gratuita, oferecida pela Coordenadoria Especial de Proteção Animal.

Os interessados em adotar precisam ter mais de 18 anos, apresentar uma cópia da identidade, CPF e comprovante de residência. A ação respeita todos os protocolos sanitários de enfrentamento à pandemia da Covid-19, como distanciamento entre as pessoas, oferta de álcool em gel, entre outros.

Serviço: Feira de Adoção de Animais

Local: Shopping Boulevard Maricá – Avenida Roberto Silveira, 93 – Centro
Dia: 21/11 – Domingo
Horário: 13h às 17h

Documentação: Maiores de 18 anos, apresentar uma cópia da identidade, CPF e comprovante de residência.

 

 

Voluntários organizam bazar para ajudar gatinhos abandonados em Cabo Frio

Voluntários de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, estão organizando um bazar beneficente para ajudar gatinhos que estão abandonados no Canto do Forte, na Praia do Forte.

O bazar Bigodinhos do Forte será realizado nesta sexta-feira (12) e sábado (13), das 11h às 19h, em uma loja na rua Maria Nogueira Machado, número 81, no Centro da cidade.

Durante o evento, serão vendidos acessórios, roupas, lingeries, calçados e bolsas. O objetivo da campanha é arrecadar dinheiro para fazer resgates, vacinação, castração e cuidados médicos dos animais.

Ainda de acordo com os organizadores, o projeto está convocando novos voluntários, madrinhas e padrinhos que possam colaborar com as atividades de proteção aos animais.

Mãe desiste de entregar filha para adoção, mas bebê é levado do Hospital Municipal Miguel Couto

Uma gravidez não programada e a falta de apoio do parceiro levaram a dona de casa Rita Gabrielle Pereira, de 25 anos, a pensar na adoção. Uma amiga indicou o serviço de psicologia da 3ª Vara da Infância, Juventude e Idoso do Fórum de Madureira, na Zona Norte do Rio de Janeiro, onde o processo de tutela foi iniciado. Mas Rita mudou de ideia antes do parto e decidiu ficar com o bebê.

A dona de casa entrou em trabalho de parto no dia 16 de março e foi levada por familiares para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Zona Sul. Na unidade, ela informou ao serviço de Assistência Social que havia desistido do processo de adoção.

“Minha mãe foi ao Fórum explicou que eu era uma boa pessoa, mas que eu estava muito triste, não me encontrava bem. Só que ela ia pegar a guarda da criança. No hospital, quando eu fui ver todo o processo, já estávamos de alta há muito tempo. Só que a juíza disse que eu podia sair a hora que quisesse, menos a minha filha. Em nenhum momento eu fui preparada psicologicamente”, conta Rita.

A criança nasceu, foi amamentada durante uma semana pela mãe. Na sexta (22/03), um episódio inusitado pegou Rita de surpresa. Ela foi informada por uma enfermeira que havia uma pessoa querendo falar com ela no corredor da unidade. No local, Rita não encontrou ninguém e retornou para a enfermaria, mas a sua filha já havia sido levada. Imediatamente, o hospital deu alta e Rita voltou para casa sem a sua bebê no colo.

“Quando eu vi o Conselho Tutelar já tinha pego a criança. Eu nem sei quem foi, porque não vi. Só sei o nome porque eu vi no processo. Ninguém me informou onde a criança estava, onde eu tinha que ir. Eu me machuquei porque eu saí correndo do hospital. A assistente social foi muito rude com a gente, mandou minha mãe procurar os direitos dela”, diz Rita.

A dona de casa explica que depois de uma semana do ocorrido, ela conseguiu ver a filha, mas não pode levá-la para casa. “A audiência para eu ver se consigo a guarda da minha filha está marcada para 26 de maio. Agora não sei como vai ser, porque eu registrei minha filha, mas eles (o Conselho Tutelar) pegou minha certidão de nascimento. Eu fui pedir para amamentar minha filha, porque a juíza disse que eu tinha esse direito, eles não deixaram”, lamenta.

Em nota, a assessoria de imprensa do Hospital Miguel Couto disse que a direção da unidade apenas cumpriu ordem judicial. A audiência para Rita saber se recupera a guarda da filha, foi adiantada para o mês de abril.

Fonte: TV Portal Eu, Rio!