Cabeleireira depõe à polícia depois de denunciar que vídeo de sexo em show de Henrique e Juliano seria cena de estupro

A cabeleireira Géssica Gomes dos Santos, de 31 anos, que denunciou ter sido estuprada por um desconhecido durante o show da dupla Henrique e Juliano, em Goiânia, presta depoimento sobre o caso na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) nesta quarta-feira (22), acompanhada do advogado Gustavo Neves.

A mulher contou a reportagem que não se lembra de nada do que aconteceu e que descobriu que havia sido abusada por um desconhecido porque recebeu o vídeo do crime no dia seguinte ao evento, enviado por uma pessoa no intuito de avisá-la.

“Eu lembro de estar bebendo cerveja, depois de uma luz no meu rosto e de falar ‘apaga a luz’, mas não tinha noção do que estava acontecendo, muito menos de que tinha alguém filmando. […] Minha vida não é mais a mesma depois dessa exposição toda. Eu quero expor a minha versão”, desabafou.

A assessoria da dupla Henrique e Juliano informou não ter conhecimento sobre o caso.

Como o homem que aparece no vídeo não foi identificado, a reportagem não conseguiu localizá-lo para que se posicionasse sobre a denúncia.

Durante o mesmo evento, um jovem foi baleado.

Casada e mãe de duas meninas – uma de 7 anos e outra de 15 –, Géssica contou que a família inteira foi afetada pela divulgação das imagens e pela versão que foi divulgada na web, ela não sabe por quem.

Segundo a cabeleireira, o vídeo em que ela aparece sendo abusada foi repassado junto a um relato de que ela e o marido ganhariam uma garrafa de uísque em troca de sexo. No entanto, ela afirma que essa versão não é verdadeira e que não se lembra de nada do que aconteceu, suspeitando que tenha sido dopada.

Géssica contou que estava com o marido e que ele também não tem nenhuma memória do que aconteceu. Segundo ela, o esposo também tem sido alvo de chacota e, mesmo estando no local com ela, não teve nenhuma reação porque não entendia o que estava acontecendo.

“Eu jamais faria uma coisa dessas, nem uísque eu bebo. Meu marido também nunca deixaria isso acontecer. Quem filmou e enviou o vídeo também divulgou meus perfis nas redes sociais e meu número”, contou.

Géssica detalhou que recebe críticas, mensagens de pessoas julgando a atitude divulgada, perdeu clientes no salão de beleza e pessoas começaram a ir pessoalmente ao local de trabalho dela para fazer “piada”. Por isso, ela não está conseguindo ir trabalhar.

Denúncia

A cabeleireira disse que soube do abuso e do vídeo no dia seguinte ao show, 6 de junho. Ela contou que, no outro dia, uma terça-feira, ela foi ao 1º Distrito Policial de Aparecida de Goiânia, cidade em que ela mora, na Região Metropolitana da capital, mas não foi bem atendida.

“O homem que me recebeu disse que não valia a pena registrar, que logo as pessoas iam esquecer, que eu ia acabar me expondo mais, então voltei para casa. Mas a situação só piorava, cada dia mais gente publicava esse vídeo, então [na segunda-feira, dia 13 de junho] fui à Delegacia da Mulher”, lembrou-se.

Géssica disse que contou à Polícia Civil tudo que aconteceu, registrou um boletim de ocorrência sobre a divulgação das imagens, mas que foi orientada a ir à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Goiânia.

“Fiquei horas lá esperando para ser atendida, até que me falaram que a delegada que ia me ouvir teve que ir embora, pegaram meu telefone, falaram que iam me ligar, mas não recebi retorno deles”, explicou.

A Polícia Civil informou que “a vítima foi regularmente atendida e registrou ocorrência dias depois do fato”. Também de acordo com a pasta, “foi instaurado inquérito para apurar o crime de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo ou de pornografia”.

Depois da exposição, Géssica quer tentar retomar a vida.

“Ninguém veio me perguntar se era verdade o que estavam dizendo sobre mim. Todo mundo me julgando, não aguento mais essas piadinhas, está afetando demais a mim, minha família, meu serviço”, disse.

“Espero que seja feita justiça, que esse povo que está me difamando pague”, completou.

 

 

Crédito: portal g1

Cabeleireira filmada em cena de sexo durante show de Henrique e Juliano denuncia que imagem é de estupro: ‘Vida não é a mesma’

A cabeleireira Géssica Gomes dos Santos, de 31 anos, denuncia que foi estuprada durante show da dupla Henrique e Juliano em Goiânia e ainda teve as imagens do crime expostas em redes sociais. A mulher contou ao g1 que não se lembra de nada do que aconteceu e que descobriu que havia sido abusada por um desconhecido porque recebeu o vídeo do crime no dia seguinte ao evento, enviado por uma pessoa no intuito de avisá-la. A Polícia Civil investiga o caso.

“Eu lembro de estar bebendo cerveja, depois de uma luz no meu rosto e de falar ‘apaga a luz’, mas não tinha noção do que estava acontecendo, muito menos de que tinha alguém filmando. […] Minha vida não é mais a mesma depois dessa exposição toda. Eu quero expor a minha versão”, desabafou.

O g1 entrou em contato com a assessoria da dupla Henrique e Juliano, que informou não ter conhecimento sobre o caso.

Como o homem que aparece no vídeo não foi identificado, a reportagem não conseguiu localizá-lo para que se posicionasse sobre a denúncia.

Durante o mesmo evento, um jovem foi baleado.

Casada e mãe de duas meninas – uma de 7 anos e outra de 15 –, Géssica contou que a família inteira foi afetada pela divulgação das imagens e pela versão que foi divulgada na web, ela não sabe por quem.

Segundo a cabeleireira, o vídeo que mostra ela sendo abusada foi repassado junto a um relato de que ela e o marido ganhariam uma garrafa de uísque em troca de sexo. No entanto, ela afirma que essa versão não é verdadeira e que não se lembra de nada do que aconteceu, suspeitando que tenha sido dopada.

Géssica contou que estava com o marido e que ele também não tem nenhuma memória do que aconteceu. Segundo ela, o esposo também tem sido alvo de chacota e, mesmo estando no local com ela, não teve nenhuma reação porque não entendia o que estava acontecendo.

“Eu jamais faria uma coisa dessas, nem uísque eu bebo. Meu marido também nunca deixaria isso acontecer. Quem filmou e enviou o vídeo também divulgou meus perfis nas redes sociais e meu número”, contou.

Géssica detalhou que recebe críticas, mensagens de pessoas julgando a atitude divulgada, perdeu clientes no salão de beleza e pessoas começaram a ir pessoalmente ao local de trabalho dela para fazer “piada”. Por isso, ela não está conseguindo ir trabalhar.

 

Crédito: g1

OAB diz que vai atuar em defesa de menina estuprada e impedida de fazer aborto em SC

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Santa Catarina informou, na última segunda-feira (20), que vai trabalhar para a garantir proteção da criança de 11 anos, grávida após ser estuprada no Estado. A menina está sendo mantida pela Justiça em um abrigo da Grande Florianópolis para evitar que faça um aborto autorizado.

Por meio de nota, a entidade escreve que vê a situação com preocupação e acompanhará todo o processo e os desdobramentos do caso para que a vítima receba apoio integral. “Incluindo o retorno ao convívio familiar e toda a assistência de saúde necessária“, ressaltou.

Vítima de estupro no começo do ano, a menina descobriu estar com 22 semanas de gravidez ao ser encaminhada a um hospital de Florianópolis, onde teve o procedimento para interromper a gestação negado.

O caso foi revelado em reportagem dos sites Portal Catarinas e The Intercept na segunda-feira (20). Ainda, Justiça e Promotoria pediram para a menina manter a gestação por mais “uma ou duas semanas”, para aumentar a sobrevida do feto.

A OAB/SC destacou que a legislação brasileira autoriza a interrupção da gravidez quando há violência sexual e risco de vida para a gestante.

“Estamos buscando junto aos órgãos e instituições com atuação no caso todas as informações necessárias para, de forma incondicional, resguardarmos e garantirmos proteção integral à vida da menina gestante, com embasamento em laudos médicos e nas garantias legais previstas para a vítima em tais situações”, destacou a entidade.

Decisão da Justiça

Na decisão, na qual a reportagem teve acesso, a juíza Joana Ribeiro afirmou que a jovem foi encaminhada ao abrigo por conta de um pedido da Vara da Infância com o objetivo de proteger a criança do agressor que a estuprou mas que, agora, o objetivo é evitar o aborto. A suspeita é a de que a violência sexual contra menina ocorreu na casa dela.

A juíza afirmou que a mãe da menina disse em juízo que queria o bem da filha mas ponderou que, se a jovem não tivesse sido acolhida em um abrigo, teria feito o procedimento de aborto obrigada pela mãe.

“Diferente de proteger a filha, iria submetê-la a um homicídio”, diz Joana na decisão.

Com isso, a juíza ainda afirmou que o aborto só seria possível com menos de 22 semanas de gestação ou 500 gramas do feto.

Procurado pela reportagemo Tribunal de Justiça de Santa Catarina afirmou que o processo está em segredo de Justiça, pois envolve uma criança, e que instaurou um pedido de providências na esfera administrativa para apuração dos fatos. O órgão informou, ainda, que não vai se manifestar sobre processos em curso.

Em audiência no dia 9 de maio, Justiça e Promotoria de Santa Catarina propuseram manter a gestação por mais “uma ou duas semanas”, para aumentar a sobrevida do feto.

Defesa

Segundo a advogada da menina, Daniela Felix,já existe uma decisão da Justiça que autoriza a interrupção da gravidezNo entanto, o fato de a criança estar internada em um abrigo impede que a decisão seja executada. A defensora aguarda a decisão de um recurso contra decisões tomadas pela juíza para que a menina volte para a casa.

“Desconhecemos e não entendemos a fundamentação dela [juíza]. Ela segue negando o desacolhimento da criança e o retorno dela ao lar porque isso seria permitir que a família faça o processo de interrupção”, afirmou a advogada.

Ex- coordenadora do setor de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santo Antônio, em Blumenau, no Vale do Itajaí, a médica Daniela Lemos Mezzomo explica que, pelo Código Penal, em casos de estupro, risco de vida materna ou mal formação fetal incompatível com a vida, não há limite de idade gestacional.

Especial do g1 sobre aborto

A reportagem publicou reportagens que explicam melhor o que é o aborto legal, trazendo detalhes sobre o procedimento de interrupção de gestação autorizado pela legislação brasileira. Ele deve ser oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é permitido nos casos em que a gravidez é decorrente de estupro, quando há risco à vida da gestante ou quando há um diagnóstico de anencefalia do feto.

Crédito: Portal g1

Em 2022, estado do Rio registrou mais de 100 estupros coletivos; principais vítimas são crianças

A menos de uma semana de completar 12 anos, a menina voltava tranquila das aulas em uma escola municipal na Zona Oeste do Rio. Na porta de casa, um aluno mais velho, que a seguia desde o colégio, a abordou e forçou entrada no imóvel. Ela foi levada até um dos quartos, onde ele “abusou sexualmente da criança, inclusive com penetração”, como está descrito no registro de ocorrência, lavrado no dia 9 de maio. O agressor filmou o ataque e passou a ameaçar a vítima, que nunca havia mantido relações, com a divulgação das imagens. Com esse artifício, ele obrigou a menina, em outras duas ocasiões, a praticar sexo forçado com mais três estudantes da mesma escola, todos também de 15 anos. Nessas situações, os quatro a estupraram simultaneamente.

Um levantamento exclusivo feito pela reportagem aponta que cenas como essa repetem-se no Rio a cada 36 horas, em média. Entre janeiro e maio deste ano, foram computados 102 casos de estupro coletivo no estado, como atestam dados obtidos junto à Polícia Civil via Lei de Acesso à Informação. Foram considerados na análise os crimes — ou fatos análogos, no caso de autores menores de idade — tipificados como estupro ou estupro de vulnerável em que, no momento do registro de ocorrência, havia pelo menos dois agressores já identificados ou apontados pela vítima.

— Minha filha é tão criança que parece que nem entende muito bem o que houve. Ela veio morar comigo, para passar menos tempo sozinha, e também teve de mudar de escola — conta o pai da menina seguida e estuprada.

Em 2018, após uma mudança no Código Penal, os estupros ocorridos “mediante concurso de dois ou mais agentes” passaram a proporcionar uma pena maior, que pode superar 16 anos de prisão. A alteração começou a tramitar no Congresso dois anos antes, uma semana depois de vir à tona um estupro coletivo ocorrido em um pequeno imóvel no Morro da Barão, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio. Filmada tal qual a menina abordada na porta de casa, a vítima, de 16 anos, teve os vídeos do abuso — nos quais aparecia nua e desacordada, e tinha as partes íntimas manipuladas pelos agressores — viralizados na internet, gerando comoção nacional.

Uma a cada quatro vítimas é menor de idade

Ao todo, os 102 estupros coletivos registrados no Rio este ano envolvem 243 agressores e 117 vítimas, já que, em alguns casos, mais de um alvo é atacado pelo grupo simultaneamente. Três em cada quatro vítimas são menores de idade. Dentro desse recorte, mais da metade é composta por abusados de no máximo 11 anos, com 45 crianças violadas por mais de uma pessoa ao mesmo tempo antes de chegar à adolescência.

— O prejuízo potencial é devastador, com estragos que podem persistir por toda a vida. E situações com múltiplos agressores podem ser ainda mais danosas, já que, além de não terem desenvolvimento físico e cognitivo, as crianças podem se sentir ainda mais constrangidas, coagidas e incapazes de lidar com os impactos do abuso — explica a psicóloga Elaine Chagas, especializada em Infância e Adolescência e uma das diretoras do Instituto de Terapia Cognitivo-comportamental no Rio (InTCCRio).

A preponderância de alvos com pouca idade faz com que a Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) seja a unidade policial com mais investigações relativas a estupros coletivos do estado. Só este ano, a especializada responde por quase 10% dos casos, com nove inquéritos abertos.

— A DCAV tem um Setor de Depoimento Especial, com atendimento diferenciado e qualificado junto às vítimas, algo essencial no momento em que se busca onde relatar o crime — diz o delegado Marcello Braga Maia, titular da unidade, que recebeu com espanto as estatísticas compiladas pela reportagem: — É um número muito elevado, sem dúvidas. Mas entendo que a população tem acreditado mais nos aparelhos de proteção, que são principalmente a DCAV, os Conselhos Tutelares e a Defensoria Pública. E, com isso, acabam noticiando mais os fatos, ou denunciando por outros canais, como o Disque-Denúncia (21 2253-1177) e o Disque 100.

Crédito: O Globo

Foto: Reprodução/Pleno.news

Juíza induz criança vítima de estupro a desistir de aborto em SC

A Justiça de Santa Catarina decidiu manter em um abrigo uma criança de 11 anos, grávida após ser vítima de estupro, para evitar que a menina realize aborto legal. Em despacho, a juíza Joana Ribeiro Zimmer, titular da Comarca de Tijucas, afirma que a decisão, inicialmente, teria sido motivada para garantir a proteção da criança em relação ao agressor, mas que havia ainda outra razão: “Salvar a vida do bebê”.

“O fato é que, doravante, o risco é que a mãe efetue algum procedimento para operar a morte do bebê”, diz trecho da sentença.

O caso foi revelado nesta segunda-feira (20/6) pelo site The Intercept.

“Suportaria ficar mais um pouquinho?”

A reportagem revela ainda um vídeo da audiência judicial, em 9 maio. Nas imagens, a juíza tenta induzir a criança a seguir com a gravidez, embora a criança reafirme que não tem essa vontade.

“Você suportaria ficar mais um pouquinho com o bebê?”, questiona a juíza, sugerindo que a menina ficasse “mais duas ou três semanas”, até a formação do feto evoluir a ponto de fazer um parto antecipado.

A promotora Mirela Dutra Alberton, do MP, também defende a manutenção da gestação. “Em vez de deixar ele morrer – porque já é um bebê, já é uma criança –, em vez de a gente tirar da tua barriga e ver ele morrendo e agonizando, é isso que acontece, porque o Brasil não concorda com a eutanásia, o Brasil não tem, não vai dar medicamento para ele… Ele vai nascer chorando, não [inaudível] medicamento para ele morrer.”

Tanto a promotora quanto a juíza sustentam que, após o parto, o bebê deve ser encaminhado para adoção. “Hoje, há tecnologia para salvar o bebê. E a gente tem 30 mil casais que querem o bebê, que aceitam o bebê. Essa tristeza de hoje para a senhora e para a sua filha é a felicidade de um casal”, declara a juíza Joana Ribeiro.

A mãe da criança responde, aos prantos: “É uma felicidade porque não estão passando pelo que eu estou passando”.

“Independentemente do que a senhora vai decidir, eu só queria fazer um último pedido. Deixa a minha filha dentro de casa comigo. Se ela tiver que passar um, dois meses, três meses [grávida], não sei quanto tempo com a criança… Mas deixa eu cuidar dela?”, pede a mãe da vítima, ao ser questionada sobre qual a melhor solução para o caso.

“Ela não tem noção do que ela está passando. Vocês fazem esse monte de pergunta, mas ela nem sabe o que responder.”

Entenda o caso

A menina descobriu a gestação aos 10 anos de idade, na época com 22 semanas e dois dias. A vítima e a mãe foram ao Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago, ligado à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para fazer o aborto, mas a equipe se recusou a realizar o procedimento, pois, pelas normas da instituição, a intervenção é permitida apenas até a 20ª semana de gestação.

Com isso, a família buscou autorização judicial. O Ministério Público catarinense, então, pediu que a menina ficasse no abrigo “até verificar-se que não se encontra mais em situação de risco [de violência sexual] e possa retornar para a família natural”.

O documento reconhece que a gravidez é de alto risco em razão da idade da criança, que não possui estrutura biológica para levar uma gestação.

A juíza Joana Ribeiro Zimmer, na autorização da medida protetiva, afirma que a determinação visa proteger não só a menina, mas também o feto, “se houver viabilidade de vida extrauterina”. “Os riscos são inerentes a uma gestação nesta idade e não há, até o momento, risco de morte materna”, pontua o documento.

Hoje, a criança está chegando à 29ª semana de gravidez e permanece no abrigo, longe da família, desde o início de maio.

O Metrópoles questionou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre a postura das envolvidas no caso. O órgão informou que não pode se manifestar a respeito de uma decisão judicial, uma vez “que atua no controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário, assim como do cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados e na formulação de políticas judiciárias”.

O conselho, por fim, acrescentou: “Caso a conduta da magistrada seja questionada formalmente, o CNJ analisará o caso”.

 

Crédito: Metrópoles