Com o início do período de campanha eleitoral, quem pretende colocar adesivos de candidatos em seus veículos deve estar atento também às condições da apólice de seguro. Segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), caso seja considerado que o automóvel está sendo usado para uma finalidade diferente da informada no contrato, o seguro pode não cobrir possíveis prejuízos. A recomendação é que os proprietários consultem as condições do contrato antes de utilizar o veículo em atividades relacionadas à campanha eleitoral.
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Um exemplo, na prática, pode ser de um veículo com uso declarado principalmente para deslocamentos entre casa e trabalho, que passe a ser utilizado de forma frequente em atividades de campanha. Eventuais consequências para a cobertura, no entanto, dependem das condições previstas na apólice e da análise de cada caso.
Vale destacar também que sinistros provocados por tumultos, motins e atos de vandalismo podem estar entre as situações excluídas de determinadas apólices. Por isso, é necessário verificar as coberturas e exclusões previstas no contrato.
A colocação de adesivos pequenos, por outro lado, não significa automaticamente a perda da cobertura do seguro. A eventual alteração do risco depende das características do contrato e da forma como o automóvel é utilizado.
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