A morte do cão Orelha, que comoveu o país no começo do ano, ganhou uma atualização com a arquivação do caso pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), na última terça-feira (12). Segundo a decisão do MPSC, após a exumação do corpo, a perícia constatou que não houve agressão. De acordo com a análise, o cão possuía uma doença crônica, que teria resultado no processo de eutanásia – procedimento veterinário que causa uma morte indolor.
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Além disso, segundo o MP, câmeras de segurança nas proximidades da Praia Brava indicam que o grupo de adolescentes e o cachorro não se encontraram. No momento em que os menores estariam no deck da praia, o cão estava há aproximadamente 600 metros de distância.
A doença apontada pela perícia seria a osteomielite, uma infecção óssea grave e crônica, que geralmente é relacionada a doenças periodontais avançadas, evidenciadas pelo acúmulo de cálculos dentários.
Inicialmente, exames apontavam que o cão Orelha havia sofrido uma lesão grave na cabeça. No entanto, segundo a análise do corpo exumado, se tratava de uma “lesão profunda e antiga, provocada pela perda de pelos, descamação e inflamação”.
*Com informações da Agência Brasil.
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