Desde a última sexta-feira (16), quando a Prefeitura de Rio Bonito liberou as guias de recolhimento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2026, a diferença entre os valores cobrados em anos anteriores em comparação aos atuais, chamaram a atenção da população e resultou em uma série reclamações. Além disso, o aumento no valor da Taxa de Resíduos Sólidos, conhecida popularmente como Taxa de Lixo, gerou muitas dúvidas. Na última segunda-feira (26), o prefeito Marcos Abrahão e o secretário de Governo, Marcos Abrahão Filho, publicaram um vídeo nas redes sociais informando que houve um erro de cálculo da Taxa de Lixo.
Segundo o secretário, esse erro elevou o valor da guia do IPTU. A orientação é para que os contribuintes não paguem o imposto nesse momento, pois o problema será resolvido.
Antes do vídeo ser publicado, a reportagem da Folha entrou em contato com o Executivo afim de sanar as dúvidas dos leitores. Uma das explicações dos altos valores viria dos reajustes de impostos e taxas prevista na Reforma Tributária do município, atualizada em 2023.
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“Quero saber o porquê meu IPTU aumentou 80%?”, escreveu um contribuinte no Facebook oficial da Prefeitura. E na sequência, um outro comentou: “Todo mundo está querendo essa resposta, mas ninguém fala nada!”, exclamou.
Segundo a Prefeitura, os novos valores foram incididos por conta de diversas atualizações, como a Reforma Tributária Municipal de 2023, o resultado dos estudos de georeferenciamento – processo técnico de mapear um imóvel, definindo sua localização, limites e dimensões com coordenadas geográficas precisas, usando GPS, drones e satélites – da planta de valores da cidade, o Plano Diretor, e outras.
No último dia 22, a Prefeitura havia informado ainda que “após solicitação para que a situação fosse revisada, identificamos que grande parte dos problemas está relacionado à falta de atualização cadastral de imóveis e terrenos. Em muitos casos, dados desatualizados acabam gerando cobranças incorretas”.
Já sobre a Taxa de lixo, a informação é de que imóveis residenciais pagavam a taxa mínima, que não era reajustada de forma devida desde 2003.
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