Avião que desapareceu na Argentina é de empresário de Florianópolis; saiba quem são os ocupantes

O avião brasileiro de pequeno porte que desapareceu do radar na Argentina na tarde de quarta-feira (6) pertence ao empresário da construção civil de Florianópolis, Antônio Carlos Castro Ramos. De acordo com familiares, ele estava na aeronave junto com outros dois amigos quando não foi mais localizado.

Segundo Adriana Althoff, que é prima da esposa do advogado Mário Pinho, as buscas retomaram nesta quinta-feira (7). Além do Toninho, como é conhecido Antônio Carlos Castro Ramos, estava na aeronave o advogado Mário Pinho e o médico Gian Carlos Nercolini.

A família do empresário saiu de Florianópolis nesta quinta para acompanhar as buscas no país vizinho.

“Os três tripulantes do avião são amigos. Todos têm seus próprios aviões e são pilotos experientes”, disse ela ao g1 SC.

Conforme o comunicado da Empresa Argentina de Navegação Aérea (EANA), autoridade que coordena o trânsito aéreo no país, a aeronave possui a matricula PP-ZRT. O número corresponde ao modelo RV-10, que é do empresário da Capital, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil brasileira (ANAC).

O avião brasileiro teria participado de um show aéreo em Comodoro Rivadavia. De lá, duas aeronaves saíram para El Calafate e depois seguiram para Trelew. Um dos aviões não chegou ao destino.

De acordo com a autoridade que coordena o trânsito aéreo no país, a aeronave com os brasileiros em voo teve o último contato registrado com o Centro de Controle da Área Comodoro Rivadavia (ACC).

“Após várias tentativas de comunicação, o ACC Comodoro Rivadavia comunicou o alerta ao Serviço de Busca e Salvamento (SAR), ativando nesse ato o respetivo protocolo de busca da aeronave pela EANA”, informou o órgão.

“Desta forma, à tarde, sob condições meteorológicas desfavoráveis, iniciou-se a mobilização de forças pela Prefeitura Naval Argentina com o destacamento marítimo da Guarda Costeira 150 e 151; e a implantação aérea do aeroporto Comodoro Rivadavia da aeronave BE-350 matrícula PA-22. Da mesma forma, a Força Aérea Argentina mobilizou o SAAB SF-340. Defesa Civil de Chubut também participou da busca com apoio terrestre”.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), esse avião não era autorizado a voar por instrumento, apenas visual. O voo por instrumento auxilia em mau tempo.

 

Crédito: G1

Empresário e ex-pastor são alvos de operação em Niterói

Um empresário e um ex-pastor evangélico são alvos de da Operação Aryan, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (4). Eles são acusados de lucrar cerca de R$ 200 milhões por meio de promessas de rendimentos fantasiosos em investimentos em criptomoedas. Até a publicação deste texto, as equipes ainda procuravam pelos suspeitos.

As investigações foram conduzidas pela 76ª DP (Niterói). O objetivo da ação é cumprir dois mandados de prisão e nove de busca e apreensão. Os acusados seriam responsáveis por causar prejuízo financeiro em milhares de investidores por intermédio de uma empresa que oferecia mediação de investimentos em criptomoedas com a promessa de entregar rendimentos de até 30% ao mês.

De acordo com a delegacia, são alvos dos Mandados de Prisão Temporária expedidos pela 4ª Vara Criminal de Niterói o empresário Sandraqui de Freitas, de 30 anos, e o ex-pastor evangélico Nathan Assis de Oliveira, de 32,, que são respectivamente o CEO e o sócio da empresa Alpha Consultoria, que era sediada no Centro de Niterói e tinha abrangência em todo Brasil.

Nove Mandados de Busca e Apreensão também estão sendo cumpridos em endereços nobres da Cidade de Niterói, em são Gonçalo, na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e no Itanhangá.

Ainda segundo as investigações, a empresa Alpha, que foi aberta em fevereiro de 2021, começou a atrasar o pagamento dos rendimentos dos clientes cerca de dois meses depois com a justificativa de que uma grande exchange (corretora de criptomoedas), onde eram realizadas as supostas operações da Alpha, havia efetuado o bloqueio das contas da empresa indiscriminadamente.

Após solicitarem informações, os investigadores receberam resposta oficial da exchange esclarecendo que as contas vinculadas à empresa, como também aos seus sócios, nunca foram bloqueadas, havendo, inclusive, um módico valor disponível para saque na conta da Alpha. Paralelamente a isso os agentes identificaram que em poucos meses os dois sócios movimentaram mais de R$ 200 milhões em suas contas bancárias particulares, o que apontou para a suspeita de um clássico golpe financeiro.

Histórico criminal

Segundo a 76ª DP, Sandraqui possui 30 anotações criminais por Estelionato, Organização Criminosa, Associação Criminosa, Lavagem de Dinheiro e Crimes Contra a Economia Popular. Já Nathan, possui 24 anotações pelos mesmos crimes. Apesar disso eles nunca haviam sido presos.

Segundo a Polícia Civil, os investigados responderão pelos crimes de estelionato, associação criminosa e crime contra a economia popular, com penas que somadas podem chegar a 10 anos de reclusão.

O nome da operação, “Aryan”, faz referência a uma cidade no Egito onde se localiza uma misteriosa Pirâmide em ruínas. A reportagem tenta contato com as defesas da Alpha, Sandraqui e Nathan. Este texto está sendo atualizado.

 

Crédito: A Tribuna

Morador de rua que se envolveu com esposa de personal é empresário?

Nas últimas semanas, o nome do morador de rua Givaldo Alves de Souza, acusado de ter tido relações sexuais com a esposa de um personal trainer no Distrito Federal, viralizou. Ele deu entrevistas falando sobre o tema e ficou conhecido pelas ruas e pela mídia. Com a fama, surgiram também alguns rumores contra ele. Um desses rumores circulou em grupos de WhatsApp e páginas de perfis em redes sociais e afirmava que Givaldo seria um empresário falido que responde judicialmente por 105 processos, incluindo uma medida protetiva contra uma ex-esposa. Esses rumores, no entanto, são falsos.

Após essas acusações contra o morador de rua ficarem mais fortes, o site Metrópoles, em conjunto com o boatos.org, verificou que sim tanto o empresário quanto o mendigo possuem o mesmo nome, no entanto, os CPFs são diferentes. Na internet, a única informação que tem sobre o Givaldo morador de rua que é do CPF dele é a participação em um concurso público. O Givaldo que respondeu a mais de 100 processos e é empresário tem um CPF diferente do morador de rua, ou seja, é outra pessoa. Portanto, essa se torna mais uma fake news espalhada sem a devida checagem dos fatos.

O Givaldo empresário de fato é dono de uma transportadora e deve ex-funcionários e a prefeitura de São Paulo, mas ele não tem nada a ver com o morador de rua que foi flagrado na situação que se relaciona com a esposa de um personal trainer.

Nas redes sociais, tem circulado imagens de Givaldo morador de rua com a informação dos 105 processos judiciais. As imagens podem realmente ser do morador de rua, ou não, mas a informação de fato não confere.

Não é de hoje que é necessário checar as informações compartilhadas nas redes sociais. Essa é mais uma fake news, como diversas por aí, que muita gente levou à sério. Quem criou essa história não se deu ao trabalho de checar o CPF do morador de rua e o do empresário para saber se era o mesmo número, verificou apenas pelo nome, sendo que sobrenomes comuns podem se repetir constantemente pelo Brasil.

Polícia Civil indicia empresário de criptomoedas por tentativa de homicídio de concorrente em Cabo Frio

A Polícia Civil, por meio da 126ª DP (Cabo Frio), concluiu, nesta quarta-feira (27/10), o inquérito sobre a tentativa de homicídio contra um homem, ocorrida em março deste ano, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. A investigação apontou que um empresário denominado Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como “Faraó dos Bitcoins”, foi o mandante do crime.

Ainda de acordo com as investigações, a vítima também atuava com investimento em criptomoedas e a motivação foi a notícia espalhada por ela de que o mandante seria preso pela Polícia Federal ainda em 2021. Tendo em vista essa informação, o homem passou a sugerir que os clientes transferissem os investimentos para a sua empresa.

Para dar início à empreitada criminosa, o “Faraó dos Bitcoins” determinou que um comparsa de confiança contratasse os executores do delito. Para dificultar a investigação policial, quatro indivíduos contratados para matar a vítima utilizaram um veículo clonado e contaram com o apoio de um carro regularizado para fazer os deslocamentos rodoviários.

Segundo os agentes, dois desses indivíduos executaram, ainda, o investidor em criptomoedas Wesley Pessano, em agosto deste ano, no município de São Pedro da Aldeia. As investigações prosseguem para saber se o indiciado do caso de Cabo Frio também foi o mandante deste homicídio.

‘Empreendedor do tráfico’, acusado de ter ligação com o TCP, é preso enquanto dormia em hotel de Niterói

Foi preso um empresário niteroiense acusado de ser ligado à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). A ação foi coordenada por policiais civis da 76ª DP (Niterói), que conseguiu efetuar a captura na manhã desta terça-feira (21), enquanto o alvo dormia em um hotel.

Segundo informações da distrital, o acusado, conhecido como “Xandão”, possuía mandado de prisão preventiva em aberto pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A investigação apurou que ele possui ligação com o traficante “Anão”.

A equipe da 76ª DP apurou que “Anão” já liderou o tráfico de drogas na Comunidade do Morro do Estado, na Região Central da cidade. Atualmente, ele está preso em Bangu 4, Zona Oeste do Rio de Janeiro. “Anão” e “Xandão” teriam participado de uma disputa entre facções criminosas que aconteceu na localidade entre novembro do ano passado e junho deste ano.

É importante ressaltar que o TCP, do qual os dois são acusados de terem ligação, foi expulso da região por bandidos do Comando Vermelho (CV), organização criminosa rival. Além disso, o empresário possui três anotações criminais por tráfico e associação para o tráfico e já havia sido preso, por agentes da distrital.

Em 2018, “Xandão” foi detido acusado de usar uma loja de roupas multimarcas, no Centro de Niterói, como fachada para traficar drogas para uma clientela de classe média alta. Na manhã desta terça, com base em informações de inteligência, os agentes da 76ª DP surpreenderam o suspeito enquanto ele estava dormindo em um hotel do bairro São Domingos, em Niterói. Ele foi preso sem oferecer resistência.

 

Crédito: www.atribunarj.com.br