Mulher que explorava sexualmente três filhas menores é presa no RJ

Policiais civis da 17ª Departamento de Policia de São Cristóvão prenderam, nessa quinta-feira (14/7), uma mulher, de 35 anos, acusada de explorar sexualmente as três filhas menores de idade. Ela foi capturada na comunidade da Mangueira, Zona Norte do Rio de Janeiro.

A investigação teve início quando a acusada procurou a delegacia, em junho deste ano, para relatar que um homem, de 65 anos, teria tentando abusar da sua filha mais nova, de 10 anos.

 

Crédito: g1

Mulher acusada de tentativa de estelionato é presa

Policiais civis da 119ª DP (Rio Bonito) prenderam em flagrante, nesta terça-feira (28/06), uma mulher, de 36 anos, por tentativa de estelionato. Ela foi surpreendida na porta de sua casa, no município de Rio Bonito, quando se preparava para receber mercadorias adquiridas de forma fraudulenta em uma papelaria.

A mulher já estava sendo investigada em outro procedimento por ter adquirido diversos itens de maneira ilegal naquele estabelecimento, gerando prejuízo de R$ 13,5 mil. Na delegacia, ela admitiu o crime, alegou que estava em dificuldades financeiras e que comprava os itens de forma fraudulenta para confeccionar artesanatos e “brindes” para festas.

Crédito: Ascom Polícia Civil

Filho de mulher presa por envenenar enteados diz que ‘Ela é capaz de tudo’

Às 21h da próxima segunda-feira, dia 20, completa-se um mês desde que Cíntia Mariano Dias Cabral foi presa temporariamente no Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Suspeita de envenenar os enteados, a madrasta, neste período, ficou em cela isolada das outras 261 detentas da unidade, inclusive com horário de banho de sol diário diferenciado, e, além de dois advogados semanalmente, não recebeu nenhum outro familiar. Um de seus três filhos afirma que só irá visitá-la quando ela confessar publicamente os crimes que, segundo ele, cometeu.

— Minha mãe assumiu na conversa séria que tivemos na noite anterior a prisão dela ter envenenado o Bruno e a Fernanda. Liguei, em seguida, para minha irmã e ela confessou via telefone também para ela. No dia que a entreguei na delegacia, ao entrar na viatura, ela ainda confessou novamente os crimes — contou o bacharel em direito Lucas Mariano Rodrigues, de 26 anos, em entrevista exclusiva a reportagem.

De acordo com as investigações da 33ª DP (Realengo), Cíntia teria matado Fernanda Carvalho Cabral, de 22 anos, em 15 de março, e tentado matar seu irmão, Bruno Carvalho Cabral, de 16, dois meses depois. Ele ficou três dias internado e, segundo o exame de corpo de delito realizado no Instituto Médico-Legal (IML), foi vítima de uma “ação química, envenenamento por carbamatos” — compostos orgânicos utilizados como inseticida. O documento aponta que em seu organismo havia presença de quatro grânulos esféricos diminutos, de colocação azul escura — “forma de apresentação de raticida ampla e clandestinamente comercializado e conhecido como chumbinho”.

— Só vou pensar em visitá-la no dia que ela assumir publicamente, assim como fez para mim e minha irmã, os crimes que cometeu contra a Fernanda e o Bruno, justamente para ela ter um pouco de amor e humanidade com os filhos dela. Os outros crimes que ela também é suspeita, eu não fazia ideia, só soube após a prisão — diz o rapaz, referindo-se aos inquéritos que investigam Cíntia também pela morte de um ex-namorado, o dentista Pedro José Bello Gomes, em 2018; e de um vizinho, o representante farmacêutico Francisco das Chagas Fontenele, em 2020.

Em decisão que prorrogou a prisão de Cíntia pela tentativa de homicídio contra Bruno por mais 30 dias, nesta terça-feira, o juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira, do III Tribunal do Júri, argumentou que somente a manutenção no cárcere “possibilitará a eventual aplicação da Lei Penal e a instantânea garantia da ordem pública, evitando-se a reiteração criminosa, o que indiciariamente já se viu nestes autos em razão do surgimento de elementos do segundo fato agora melhor apurado”, referindo-se ao suposto homicídio cometido contra Fernanda:

— Ela nunca foi mãe, nunca amou a gente. Digo isso por diversos acontecimentos: já escondeu comida para nós não nos alimentarmos, nos destratava, já me expulsou de casa duas vezes por não aceitar a separação do meu pai e eu não gostar das atitudes dela, minha irmã também saiu de casa aos 16 anos por não se dar bem com ela. Eu não lembro nem a última vez que a abracei ou dei um beijo nela.

De acordo com o inquérito, Bruno teria começando a passar mal minutos após ter saído da casa onde Cíntia morava com seu pai, Adeilson Cabral. Na residência, durante o almoço, foram servidos feijão, arroz, bife e batata frita. O rapaz teria reclamado que o feijão estava com gosto amargo e o colocou no canto do prato. A madrasta então levou o prato de volta a cozinha e colocou mais comida.

Após a refeição, o estudante foi deixado na casa da mãe, Jane Carvalho Cabral, que ligou então para o ex-marido contando dos sintomas apresentados pelo filho. Levado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, o jovem foi submetido a uma lavagem gástrica e teve a intoxicação exógena diagnosticada pela equipe médica.

À mãe, ele relatou ter passado mal após ingerir “umas pedrinhas azuis que estavam no feijão” e contou que, ao servir seu prato, a madrasta teria apagado a luz da cozinha “como se estivesse escondendo algo”. Aos policiais, Cíntia disse que as tais “pedrinhas” eram um tempero de bacon que não havia dissolvido na comida.

— Eu ainda a amo, infelizmente. Mas, ao mesmo tempo que amo, tenho ódio por tudo que ela fez e sinto falta de muita coisa! E também tenho muito medo. Queria que ela pudesse me ver casando um dia, conhecer meus filhos. Mas não sei se ela é uma pessoa que vou poder ver de novo, justamente por sei ser capaz de tudo — diz Lucas.

Ainda segundo as investigações, os envenenamentos teriam acontecido por ciúmes que a madrasta nútria da relação do companheiro com seus filhos biológicos. Por meio de seus advogados, ela nega que tenha cometido o crime.

— A Cíntia está muito abalada com tantas acusações infundadas, ela chora a todo o momento, sente falta dos filhos, justamente por sempre ter sido uma mãe e uma pessoa amorosa com todos ao seu redor. Mas ela continua acreditando que tudo isso vai passar e é a maior interessada que as investigações prossigam e demonstrem que não houve nenhum envenenamento por chumbinho. Sobre os demais inquéritos, ela também está totalmente estarrecida — disse o criminalista Carlos Augusto Santos, que a representa.

Crédito: O Globo

Falsa médica é presa atendendo crianças em Angra dos Reis

Policiais civis da 166ª DP (Angra dos Reis) prenderam em flagrante, nesta sexta-feira (01/04), uma mulher acusada de exercício ilegal da Medicina e uso de documento falso. Ela foi detida pelos agentes no momento em que atendia crianças na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Infantil de Japuiba, em Angra dos Reis.

Os policiais foram procurados pela agente administrativa da unidade de saúde, que desconfiou de uma médica que se apresentou com o CRM de outra profissional. Ela chegou a trabalhar três semanas no plantão.

A falsa médica atuava uniformizada com jaleco bordado com o nome da verdadeira e tinha quatro carimbos falsificados.

 

Crédito: O São Gonçalo

 

Mulher com criança de colo é presa na Rodoviária Novo Rio com metralhadora na bagagem

A Polícia Civil do RJ prendeu na noite desta quarta-feira (30), na Rodoviária Novo Rio, uma mulher com uma criança de colo que transportava uma metralhadora em sua bagagem.

Segundo a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Ana Caroline Ferreira Trindade, de 24 anos, tentava viajar com a filha de sete meses para Belém do Pará. Em uma das malas, havia uma metralhadora calibre .50.

A polícia afirma que Ana Caroline é ligada ao Comando Vermelho Norte, e o marido, Hemerson Gernan Gouveia da Silva, é um dos líderes da facção criminosa. Hemerson está foragido.

De acordo com as investigações, Ana Caroline adquiriu o armamento no Complexo da Penha. No mercado negro, seu valor gira em torno de R$ 250 mil.

Ana foi conduzida à sede da DRE, na Cidade da Polícia, onde foi lavrado auto de prisão em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

A DRE conta com a apoio da população para o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado e, para isso, coloca à disposição o telefone (21) 98596-7485 para denúncias anônimas. Sigilo garantido.

 

Crédito: G1